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Pela primeira vez na história da humanidade, cientistas conseguiram produzir uma forma de vida “sintética” em laboratório. A pesquisa deverá entrar para a história como um dos maiores (e mais polêmicos) feitos científicos da biologia moderna.

O cientista americano Craig Venter, que ajudou sequenciar o genoma humano, dez anos atrás, pegou o genoma sequenciado de uma bactéria, fez uma cópia “sintética”, transplantou essa cópia para o “corpo” de uma célula inerte (sem DNA), e essa célula passou a ser viva, funcionando e multiplicando-se como se fosse a bactéria original. “É a primeira espécie autorreplicante no planeta cujo pai é um programa de computador”, definiu Venter.

A operação que custou US$ 40 milhões e levou 15 anos para dar certo.O resultado final, apresentado na Revista Science, é uma linhagem de milhões de bactérias reproduzidas de uma única célula que recebeu o genoma sintético. As bactérias da linhagem sintética, batizada de M. mycoides JCVI-syn1.0, funcionam e se reproduzem normalmente, como qualquer bactéria na natureza.

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Estes são os componentes essenciais para se construir uma saúde perfeita. Eles nos ajudarão a conseguir maturidade em todos os aspectos: físico, psíquico, emocional, espiritual, familiar, social e financeiro.
 
O físico é o maior e único patrimônio que possuímos, com ele forte e bem vitalizado podemos realizar todos os sonhos e alcançar os objetivos estabelecidos.
 
O ciclo da vida é muito simples e é preciso muita atenção para não a complicar. Só conseguimos entender que a nutrição é a base para conquistar tudo o que desejamos na prática. É a prática da sabedoria alimentar que produz uma nutrição consciente e conseqüentemente molda o físico em ótimo estado.
 
A alimentação (alimentos, água, luz solar, respiração) adequada mais a utilização dos auxiliares nutricionais e atividade física produz uma nutrição corporal equilibrada. A nutrição adequada estimula sensações e sentimentos organizados que são captados pela mente através de pensamentos também organizados, racionais. A elaboração do pensamento racional desenvolve o poder pessoal e respectivo alinhamento com a espiritualidade, energias vitais, atitudes positivas e, finalmente, saúde perfeita. É assim que o equilíbrio corpo e mente favorece o desenvolvimento da espiritualidade latente em cada ser humano.
 
Com o físico em ótimo estado haverá um excelente desempenho intelectual que, por sua vez, permitirá o reconhecimento do poder pessoal e fortalecimento espiritual que logo se fundem numa só energia. Só assim poderemos nos manter motivados permanentemente e por conseqüência ter uma saúde perfeita.  
 
Não temos em nossas mãos o “manual de instrução do ser humano”, mas temos a escolha para começar a partir de agora o auto-estudo e registro, assim fica simples o “uso” de todas as funções humanas na potência máxima, sem danificar a “máquina”.
 
Autores: professora de Consciência Nutricional e Ortomolecular, Elizabethe Milwaard e Nutricionista, Rúbia N. Pinho.

Três passos para uma vida saudável

Publicado: 24/08/2009 por Kakao Braga em Atualidades, Saúde
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obejtivo:: Por Rúbia N. Pinho ::   

1º passo: é preciso ter bem claro os objetivos almejados e compreender racionalmente a motivação para as escolhas, caso contrário se torna uma emoção passageira e inatingível;

2º passo: é preciso conhecer o território e o endereço para chegar aos objetivos estabelecidos, ou seja, é essencial desenhar um mapa adequado, atualizado e consciente dos desafios, inclusive as limitações e habilidades pessoais;

3º passo: é preciso acreditar, perseverando alcançar os objetivos, inclusive os intermediários, agindo no fortalecimento das habilidades e superando as limitações.
 
Mas, como: 

  • menteUma mente desconexa, diante das dificuldades diárias, tem condição de pensar ou seguir estes três passos?
  • Um corpo adoecido tem possibilidade de cura? 
  • Alguém emocionalmente desequilibrado tem tranqüilidade para desenhar o caminho das soluções em sua vida? 
  •  Uma pessoa com problemas financeiros consegue lembrar a abundância de soluções disponível a ela?
  • Um indivíduo enfraquecido espiritualmente pode ter consciência do seu Poder Divino?

De qualquer forma, quer queira ou não, o ser humano está imerso na dualidade natural da condição humana. Como tudo tem um motivo para existir, a função da doença é desejar a saúde, a função do sofrimento é despertar para a felicidade, etc. Isso tudo é possível graças ao desejo, este é o princípio para muitas pessoas.

Existem aqueles que já não passam mais pelo sofrimento para buscar a felicidade, pois compreendem e conhecem o sentido lógico da vida. Mas, muitos ainda perambulam no caminho da dualidade até chegar a um ponto quase que insuportável e é neste momento que acontece o desejo da remissão, quando o trabalho terapêutico é uma luz no caminho do aspirante à liberdade de todos os problemas.

“O terapeuta não cura, ele cuida, é o Vivente que trata e cura. O terapeuta está lá apenas para pôr o doente nas melhores condições possíveis para que o Vivente atue e venha a cura.” (Jean-Yves Leloup).

A palavra “terapia” vem do grego “therapeua” e significa “dar apoio a alguém no seu caminho” (Shalila Sharamon e Bodo J. Baginski).

Desta forma é essencial buscar um profissional adequado para este auxílio.

corpoNeste caminho é de crucial importância entender que o corpo é o veículo para a conquista do objetivo almejado. Mas, o que um corpo precisa para ser um excelente veículo? Precisa, primordialmente, de uma alimentação e nutrição adequadas à sua expectativa individual. Cada corpo tem uma individualidade de necessidades, quando esta lei é desrespeitada, acontecem os desequilíbrios e as enfermidades. Uma alimentação inadequada afeta negativamente os sentidos (paladar, olfato, visão, audição e tato), alterando a percepção da vida como ela é realmente, impedindo o sucesso nos campos: físico, mental, emocional, profissional, financeiro e espiritual. Neste caso o indivíduo não consegue focar as soluções, foca apenas os problemas, porque o seu corpo passa a ser um verdadeiro problema, ele está adormecido e anestesiado pela ação química dos alimentos inadequados, estes atuam no metabolismo como anti-nutrientes (toxinas), que agridem as células vitais, tornando difícil a construção e manutenção do equilíbrio físico.

“Quem não se lembra de quando esteve doente? Todos os sentidos (paladar, olfato, visão, audição e tato) ficam fragilizados, chegam a perder a graça pela vida, não é mesmo?” Uma pessoa alimentada inadequadamente está por vezes com tais sensações e, até mesmo, sem condições de traçar claramente objetivos e metas em sua vida.

alimentosUm paciente que não gosta de determinado alimento tem todas as papilas linguais* e olfato acostumados a um determinado padrão alimentar. Não adianta apenas explicar que o alimento é saudável, é preciso propor e executar um programa de treinamento no processo educacional adequado à personalidade do indivíduo. Este programa de treinamento propicia a ultrapassagem das barreiras da resistência às mudanças inerentes a cada pessoa. Assim, ocorre a modificação das papilas linguais e, conseqüentemente, adaptação do olfato à inclusão do novo alimento como saboroso. Da mesma forma acontecem modificações em todas as células componentes do corpo, produzindo uma percepção mais aguçada e real da vida.

Diariamente, 50 bilhões de células são substituídas. Deste modo, se o corpo for diuturnamente treinado a aceitar uma alimentação adequada, significa que funcionará com a potencialidade máxima e contribuirá para a mudança genética transmitida às gerações futuras.

Se o organismo tem potencialidade para adoecer e tantas outras negatividades, tem também condições de canalizar este poder para prosperar em todos os sentidos da vida.

**Papilas linguais: são constituições do revestimento da língua que também têm função gustativa, percebendo os sabores, doce, azedo, salgado e amargo que se misturam na detecção e apuração do paladar.

:: Rúbia N. Pinho é nutricionista. Apóia a educação alimentar do Programa Inteligência Nutricional do sistema Raiz da Vida, www.raizdavida.com.br. Aracaju-SE

Por que camelos têm corcovas?

Publicado: 17/06/2009 por Kakao Braga em Atualidades, Pets & Animais
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Os camelos são animais ruminantes, oriundos do Centro e do Leste da Ásia, que têm corcovas no dorso, pescoço longo e calosidades nas juntas dos joelhos. Existem duas espécies de camelos: o dromedário (de uma só bossa ou corcova) e o camelo bactriano (de duas bossas) é bem maior que o outro.

Adaptado à vida no deserto, o camelo desafia as areias, o vento, o sol e as altas temperaturas. A suave pelagem que o cobre permite uma certa refrigeração e impede que o Sol ou as areais batidas pelo vento possam ferir a sua pele. As patas largas e chatas suportam o seu peso na areia, impedindo que o animal se enterre, e as longas pestanas protegem os olhos das partículas que as tempestades levantam.

Os camelos domesticados são usados como animais de carga e deles aproveita-se ainda a carne, o leite e a pele. São também usados como uma forma de divertimento, como por exemplo nas tradicionais corridas de camelos que se realizam nos Emirados Árabes Unidos. Existem camelos domesticados na África, Médio Oriente e Ásia central. Apenas na Austrália vivem em estado selvagem.

Eles são herbívoros. A base da sua alimentação são ervas, capim e, onde houver, árvores, folhas e ramos. Ao contrário do que se acredita as corcovas não armazenam água, mas sim gordura, que pode ser usada como reserva de energia e chegam a pesar até 35 kg. Sempre que podem, comem em grandes quantidades, sobretudo alimentos ricos em líquidos como os cactos ou outros vegetais, de forma a criar reservas de gordura. Essa gordura é armazenada nas bossas e utilizada sempre que o animal não pode comer ou beber. Por isso ele é capaz de andar mais de 100 km num só dia sem se alimentar.

Os camelos armazenam a água por todo o corpo, em particular na corrente sanguínea. Podem passar uma semana sem beber e quando o voltam a fazer podem ingerir até 200 litros de água de uma só vez. Um camelo pode perder até 40% do seu peso antes de ficar desidratado. Um dromedário sedento pode tomar até 140 litros de água em apenas 10 minutos.

A altura média varia entre 1,80 e 2,50 metros, o peso entre os 450 e os 700 kgs e podem viver até 40 anos. Eles caminham a uma velocidade de 4 a 6 km/h, e podem carregar até 180 kg de peso (os dromedários) e 250 kg de peso (os camelos).

Fonte: Girafamania, Sotão da Inês e Bicharada

Obesidade reduz até 10 anos de vida

Publicado: 08/04/2009 por Kakao Braga em Atualidades, Saúde
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Revisão de estudos com 900 mil pessoas diz que IMC entre 30 e 35 já diminui expectativa em 2 a 4 anos. No Brasil, 13% da população têm IMC acima de 30 e, portanto, são considerados obesos, segundo dados do Ministério da Saúde.

:: Por Julliane Silveira ::

Um IMC (índice de massa corporal) superior a 30 kg/m2 leva à diminuição da expectativa de vida em até dez anos. É o que mostra uma meta-análise realizada com 57 estudos e dados de quase 900 mil pessoas com idade média de 46 anos e divulgada ontem na edição on-line do periódico “The Lancet”.

Pesquisadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) viram que, em índices acima de 25 kg/m2, o acréscimo de 5 kg/ m2 eleva em 30% as taxas gerais de mortalidade. O trabalho também aponta que o IMC entre 30 e 35 (indicador de obesidade leve) foi responsável pela redução de dois a quatro anos na expectativa de vida e, entre 40 e 45 (obesidade grave), por de oito a dez anos.

“Excesso de peso encurta o tempo de vida. Na Grã-Bretanha e nos EUA, pesar um terço a mais do que o ideal diminui a vida em três anos. Para a maioria das pessoas, significa carregar de 20 kg a 30 kg a mais. Se você está se tornando gordo, deixar de ganhar peso também poderia adicionar anos à sua vida”, explica o epidemiologista Gary Whitlock, líder do estudo.

No Brasil, os riscos também são altos: 13% da população têm IMC acima de 30 e, portanto, são considerados obesos, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde. “Os pesquisadores falam muito sobre conscientizar a população: dizer que você vai viver cinco anos a menos se estiver obeso tem um impacto muito maior do que dizer que aumenta o risco de gordura no fígado ou outras colocações”, afirma o endocrinologista Márcio Mancini, presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

Entenda-se por “outras colocações” maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer e apneia do sono, entre outras doenças. Além disso, o excesso de tecido adiposo dificulta a apalpação em exames clínicos e diminui a precisão de exames de diagnóstico, criados para pessoas com peso normal.

Outras avaliações
O IMC é a principal forma de medir sobrepeso e fatores de risco relacionados à obesidade. Especialistas, entretanto, afirmam que a medida na circunferência abdominal tem se mostrado importante para detectar riscos especialmente em pessoas que apresentam IMC normal ou até 30.

Isso porque a gordura abdominal tem um perfil metabólico danoso ao organismo, podendo elevar os níveis de triglicérides no sangue, de gordura no fígado e desencadear processos inflamatórios que causam arterosclerose. “Não é raro encontrar pacientes com peso normal e excesso de gordura abdominal”, diz Mancini.

Para medir corretamente a cintura, deve-se passar a fita métrica em volta do abdômen relaxado na metade da distância entre a última costela e os ossos do quadril (crista ilíaca), esclarece Walmir Coutinho, endocrinologista da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

Outro método, reforçado por estudos recentes, é a medição do pescoço. Um trabalho americano divulgado na semana passada mostrou que um pescoço mais grosso é indicativo para teores mais elevados de colesterol no sangue.

De fato, pessoas com tendência a acumular gordura na região do pescoço geralmente costumam reunir mais gordura no tronco. Diâmetro superior a 40 cm indica riscos e a necessidade de procurar um médico.

Fonte: Folha de S. Paulo