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untitledUm pesquisador israelense criou um “termômetro” para diagnosticar os efeitos do aquecimento global sobre a agricultura e os recursos naturais. O professor Eyal Ben-Dor, da Universidade de Tel Aviv, desenvolveu uma vareta de solo ótica (Optical Soil Dipstick, OSD) que, inserida no solo, analisa as propriedades químicaslooking_down_on_earth e físicas e envia os dados para um computador. “É um instrumento para diagnosticar a saúde da terra”, diz Ben-Dor. “Com ele, poderemos finalmente ter um quadro acurado das condições da crosta terrestre”, conclui.

De acordo com especialistas, os cientistas sabem muita coisa sobre os efeitos do aquecimento global sobre as geleiras, por exemplo, mas desconhecem as conseqüências desse fenômeno sobre a agricultura e os mananciais. O equipamento já começou a ser usado na Califórnia (EUA), onde funciona como comprovação de que determinados cultivos estão livres de agrotóxicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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O presidente Barack Obama e os demais líderes do Grupo dos 8 (G8) decretaram na semana passada que a temperatura média do planeta não deve subir em mais de 1°C ante a média atual. Mas e se a Mãe Natureza não tiver recebido a mensagem? Como escapar ao calor, no futuro? Duas opções.

Plano A: continuar discutindo a questão do clima. Essa vem sendo a abordagem preferida na Europa Ocidental, pelas duas últimas décadas. Os líderes da região gostam de prometer um ao outro que manterão a temperatura mundial sob controle por meio do reduções drásticas nas emissões de carbono. Mais tarde, quando as emissões sobem do mesmo jeito, eles se reúnem para fazer novas promessas e declarar que, dessa vez, estão realmente falando sério.

Plano B: fazer alguma coisa quanto ao clima. Originalmente conhecida como geoengenharia, essa abordagem costumava ser descartada como fantasia digna da ficção científica: refrigerar o planeta por meio de partículas que bloqueiem o sol ou cortinas; alterar a composição das nuvens de forma a torná-las mais reflexivas; remover vastas quantidades de carbono da atmosfera. Hoje essa abordagem é conhecida pelo nome de “engenharia climática”, um nome bem menos grandioso, e algumas de suas propostas começam a parecer praticáveis. Diversas revisões recentes sobre essas ideias concluíram que refrigerar o planeta poderia ser viável em termos técnicos e ter custo acessível em termos econômicos.

Muita gente continua cética, mas até mesmo essas pessoas vêm apelando por mais pesquisas quanto às possibilidades da engenharia climática. Os céticos compreensivelmente temem as consequências inesperadas que a manipulação do termostato do planeta poderia acarretar, mas temem igualmente a possibilidade – que eu definiria como quase certeza – de que os líderes políticos nada façam por reduzir as emissões mundiais de carbono.

A Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos e a Royal Society britânica estão preparando relatórios sobre engenharia climática, e o governo Obama prometeu levar a alternativa em conta. Mas até o momento o apoio governamental a pesquisa e desenvolvimento foi nulo – certamente muito inferior às dezenas de bilhões de dólares concedidos para os programas ecológicos de energia e outras ideias cujos efeitos sobre o clima demorariam décadas a se fazer sentir.

Fonte: New York Times/Terra

Concentração e Atenção são as palavras chaves para uma pilotagem segura. Embora tenham a moto adequada, muitos pilotos apresentam deficiências, especialmente de postura, na hora de frenagem e na escolha correta do caminho a seguir. Alguns insistem em usar mais o freio traseiro da moto,   quando é o dianteiro que pára a moto. O traseiro serve apenas para corrigir a trajetória, a porcentagem de força nos freios é a mesma de uso no asfalto: 70% no freio dianteiro e 30% no traseiro.

Para quem deseja fazer trilhas e enduros, o piloto deve-se preparar fisicamente para o senta levanta, normal durante os percursos. Como a pilotagem no fora-de-estrada é feita quase o tempo todo em pé, é importante ajustar corretamente os comandos de freios da moto para esta posição. Tanto o pedal de freio traseiro, quanto o manete de freio dianteiro devem estar posicionados de maneira a facilitar seu acionamento enquanto o piloto está em pé sobre a moto.

Outra dica é quanto ao amaciamento do equipamento, como botas especiais para a prática do fora-de-estrada. O piloto nunca deve estrear suas botas ou outros componentes do equipamento de proteção numa viagem ou competição para não ter que sofrer com as bolhas nos pés e outros desconfortos.

Para passar buracos, lombadas e outros obstáculos que surgem de repente, sem o piloto tenha tempo de percebe-los e frear, usar o velho ditado das trilhas, na dÚvida, acelere. A tentativa de desviar ou frear com a moto já passando pelo obstáculo pode complicar ainda mais a situação, desequilibrando o veículo.

Moto: Para os iniciantes é melhor optar por uma moto de menor potência como a 125cc porque elas são mais leves e dão mais “chances”, as 250cc já são mais “viôlentas” e qualquer erro pode causar um tombo. Para o ínicio não é necessário uma moto importada que são mais caras, podemos “adaptar” modelos nacionais para o motocross como a DT200 da yamaha.

Pilotagem: sempre em pé., distribuindo o peso do corpo sobre as pedaleiras.  Isso vale para as trilhas de final de semana, provas de Enduro FIM, Cross Country e provas curtas. Nas provas de rali, a posição de pilotagem é outra. Em pé, você sentirá menos as “imperfeições” do terreno. A posição ideal é: Joelhos levemente dobrados, as pernas segurando a moto, coluna levemente inclinada para frente e cotovelos dobrados, voltados para cima. Com a moto parada, sua posição deixa você em pé, equilibrado. Você nunca deve se apoiar no guidão, ou seja, jogando ou
segurando seu peso. Você sempre deve estar apoiado nas suas pernas, não nos braços.

Centro de gravidade: que é manter seu corpo sempre em pé (ereto), ou seja, manter o corpo sempre na mesma posição de equilíbrio de quando se está no plano. Se estiver numa subida, apenas a moto deve se inclinar com o barranco. Seu corpo deve continuar “no prumo”. Ou seja, o tanque vem até você, não é você que vai até ele. Pode ser que ele nem chegue, ou que ele queira passar da sua barriga, tudo depende da inclinação da subida. Quando se está descendo, apenas a moto deve inclinar-se para baixo. Claro que, numa
descida, você não vai conseguir ficar em pé, senão terá de largar do guidão. Mas suas pernas e cintura deverão permanecer o mais ereto possível, inclinando apenas o tronco. Isso fará com que o seu peso seja deslocado para trás e você continue em equilíbrio.

Indicadores sobre os manetes: No começo, seus dedos vão doer, vai parecer que você não consegue segurar o guidão com firmeza, etc. Isso passa. Se estiver com os dedos já posicionados, as reações são muito mais rápidas e precisas. Você não vai mais “alicatar” o freio, pois o seu dedo já vai estar na posição certa quando você precisar dele. O mesmo vale para a embreagem.

Ondulações ou costelas: Eis a zona mais complicada do supercross ou motocross, onde normalmente se perdem ou se ganham as corridas. As duas maneiras mais usadas para passar esse obstáculos são as seguinte:
· Dar todo gás no motor e pular por cima delas ir “batendo” as rodas na ponta das costelas.
· Fazer as costelas de vários mini saltos, pular em uma e quando cair pular em outram e assim em diante.

Curvas: existem duas maneiras de fazer curva. Pela parte de dentro, quando estiver defendendo a posição, bloqueando legalmente a passagem do adversário. E pela parte de fora que você tem de virar a moto sem apoiar em qualquer lugar fazer no braço e na frenagem esse tipo de curva requer mais técnica que o pela parte de dentro. Quando uma curva se inicia, o piloto deve então jogar um pouco mais do seu peso sobre a pedaleira que fica para o lado de dentro da curva.

  • Curvas abertas: Não importa se o terreno está liso ou não, o método é o mesmo. Mantenha-se em pé, não sente. Ainda em linha reta, comece a desaceleração, vindo pela parte de fora da curva. Antes de iniciar a curva, trave seu freio traseiro, fazendo com que a moto derrape para se alinhar à parte de dentro da curva, apontando para a saída dela. Assim que ela estiver se alinhando, faça pressão na pedaleira do lado de fora da curva e retome a aceleração. Isto vai fazer com que você termine de derrapar enquanto aumenta a velocidade e, ao mesmo tempo, mantém seu corpo e a moto equilibrados, por causa da pressão na pedaleira. A melhor maneira de treinar este tipo de curva é fazê-las num terreno lisjohnson_supermotoo, forçando a derrapagem, até que você sinta confiança de que não vai sair voando curva afora.
  • Curvas fechadas: Existem muitos modos de se fazer uma curva fechada. Aqui vão duas explicações, ambas têm seus prós e contras: 1: Imagine um ponto no meio da curva. Trace uma reta que vai de onde você está até este ponto e outra que vai do ponto para a saída da curva. É assim que você vai fazê-la. Não reduza a velocidade; freie pouco antes do ponto determinado, travando a roda traseira e derrapando a moto de forma que ela se alinhe à outra reta. Pronto, a curva está feita. Enquanto você derrapa, reduza a marcha para já sair forte da curva. A desvantagem desta curva é que você sai um pouco mais lento, mas em compensação, você freou depois do seu adversário e não precisou fazer uma “tomada” de curva, só precisou de um ponto. 2: Você irá reduzir um pouco antes da curva e, ao entrar nela, deslocar seu centro de gravidade para frente (sentando quase em cima do tanque), jogar a perna que estiver do lado de dentro da curva para frente, em direção à roda dianteira (não é para pôr o pé no chão, é para aumentar o peso na roda da frente) e calçar o máximo que puder o outro pé na pedaleira. Isso fará com que você aumente o peso na roda dianteira evitando que ela escorregue e manterá seu equilíbrio quando a roda traseira derrapar.

Num ponto da curva (você vai ter que descobrir o seu ponto) você começa a acelerar forte. A moto deve escorregar um pouco. Quando alinhar a moto na reta, você já deve estar voltando para a posição em pé, jogando seu peso na roda de trás para dar mais tração à roda traseira. A vantagem é de você sair forte da curva. Com prática, você deve conseguir fazer mais rápido do que a outra, mas você precisa de espaço para isso. Se estiver no corpo-a-corpo e seu adversário souber fazer a outra curva, é provável que você fique para
trás.

Frenagens: As frenagens devem ser constantemente treinadas até que os reflexos fiquem tão apurados quando um freio ABS, parando a moto sem travar a roda. As frenagens das curvas é o que pode ser determinante para a vitória na corrida. Todo mundo sabe acelerar, mas poucos sabem frear. Para quem não sabe, o principal responsável por parar a moto é o freio dianteiro, não o traseiro. Em linha reta e em alta velocidade, a melhor maneira de diminuir a velocidade rapidamente é se mantendo em pé na moto, com o corpo inclinado para trás e evitar que a roda traseira saia do chão. O uso do freio dianteiro deve ser progressivo, ou seja, você deve começar a pressioná-lo levemente e ir apertando aos poucos. Nunca fique dando “trancos” no freio, não ajuda em nada. O freio traseiro deve ser usado levemente, para ajudar na desaceleração. Numa entrada de curva, o freio traseiro será travado para provocar uma derrapagem.

Regulagens: O melhor é que a própria pessoa mesmo faça suas regulagens, pois é você que irá andar na moto, você que mais a conhece, assim a regulará do modo que mais lhe agrada.

motocross-leandro-silvaiiPilotando:

  • no barro: Escolha o caminho mais seguro para evitar uma possível queda. Deixe a moto numa marcha reduzida, mas mantenha o giro do motor bem alto, para que o pneu mantenha-se limpo e não fique preso nas canaletas. Não confunda giro alto com velocidade. A velocidade será baixa, só o giro do motor que ficará alto.
  • na areia: Para não correr o risco de atolar, você deverá manter a roda dianteira bem leve. Para isso, mantenha-se sempre em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para trás. Isto fará com que você alivie o peso na roda dianteira e aumente na roda traseira, o que dará mais tração. Aqui você também utilizará uma marcha reduzida, mas não tanto quanto no barro.
  • em piso duro: Este tipo de terreno parece tão liso quanto o barro, parece que seu pneu traseiro está furado. Para andar bem aqui, você deve utilizar uma marcha mais alta, deixando o motor trabalhar com um giro mais baixo, evitando que a roda traseira perca tração. Aceleradas bruscas e altos giros farão com que você derrape facilmente.
  • nas pedras: Mantenha-se em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para a frente, aumentando o peso na roda dianteira, para evitar que ela “saia da mão”. Num terreno muito acidentado, utilize uma marcha reduzida, para poder conseguir obter uma resposta rápida da moto, caso precise superar algum obstáculo.

Fontes: Adrenalina Pura, RH41 e Moto & Esporte

planeta_terraA ONG World Wildlife Fund acaba de divulgar um relatório alarmante sobre as condições do consumo dos recursos naturais pelo homem. Apesar da abundância das riquezas naturais, a organização alerta que a humanidade supera em 30% da capacidade do planeta em recuperá-los.

Nos últimos 45 anos, a demanda de recursos naturais dobrou. A exploração abusiva do planeta tem provocado vários problemas: a cada ano desaparece uma área de floresta equivalente a duas vezes o território da Holanda; três espécies animais (foca-monge-do caribe, sapo dourado panamenho e rinoceronte-negro) desapareceram nos últimos dois anos.

Outros dados da exploração do planeta:

Água Doce – Só 1% é apropriada para o consumo. Hoje se consome 50% da água disponível. Em 40 anos se consumirá 80%. Só que 50% dos rios do mundo estão poluídos.

Terras Cultiváveis – Dos 15 bilhões de hectares da terra do planeta, só 12% são cultiváveis. As demais são cidades, pastos, desertos, zonas montanhosas e geleiras. Nas últimas três décadas dobrou as terras atingidas pelas secas severas, por conta do aquecimento global. Sem água, terras cultiváveis, peixes estamos a beira do colapso.

Peixes – Há 200 espécies de peixes comercializáveis. Desses 120 são exploradas além do nível sustentável. Dessa forma, em 2050, o volume do pescado disponível terá diminuído 90%.

Oceanos – Estima-se que 40% do mares estejam degradados pelo homem. Nos últimos 500 anos, as zonas mortas nos oceanos aumentaram na proporção de três para 150. Das 1.400 espécies de coral conhecidas, há dez anos treze estavam ameaçadas de extinção, hoje são 231.

Atmosfera – Desde 1961, a quantidade de CO2 despejada na atmosfera cresceu duas vezes.

O relatório alerta também é possível evitar um colapso, mas o grande desafio é conciliar o desenvolvimento dos países com a preservação de recursos. Segundo especialistas são necessárias soluções tecnológicas e políticas. É necessária a adoção de hábitos sustentáveis, evitando que se utilizem mais recursos do que a natureza é capaz de repor.

(Baseado em matéria da Veja – 5 de novembro de 2008)