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Por Karin Sato – InfoMoney

Foto do Blog Manas Aluanas

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Engana-se quem pensa que sentimentos como inveja, medo ou ansiedade são de todo negativos. À primeira vista, eles não têm utilidade alguma, é verdade, sendo rapidamente associados ao fracasso, mas saiba que eles podem tanto prejudicar quanto ajudar.

Na opinião do psicólogo e consultor organizacional Rogerio Martins, da Persona Consultoria e Eventos, insegurança, medo, raiva, ansiedade, inveja e outros sentimentos tidos como negativos podem prejudicar não somente a carreira como também a vida pessoal. Entretanto, há momentos em que eles são úteis.

“Todos os sentimentos podem ser vistos e aplicados de forma positiva. Por exemplo, é importante ter medo em determinadas situações nas quais o profissional poderá ser prejudicado, bem como prejudicar a empresa. A capacidade de assumir riscos é valorizada no meio empresarial, mas há momentos em que o medo pode ajudar a ter uma visão mais consciente dos verdadeiros riscos. Porém, quando o medo é um fator limitante, evitando que a pessoa tome decisões, ele se torna nocivo”, explica.

Analisando os sentimentos
O mesmo acontece com a ansiedade. Trata-se de algo que sentimos que pode ser visto como positivo quando analisado sob o seguinte prisma: é uma inquietação que nos impulsiona a fazer algo, podendo ser o ponto de partida para uma ação. Mas é negativo quando a pessoa fica somente pensando, pensando e não faz nada.
Já a inveja é ruim. No entanto, sua variável – a admiração – pode ser um motor para o aperfeiçoamento. A inveja não acrescenta, pois deriva, muitas vezes, do desdém, mas admirar uma pessoa bem-sucedida e buscar seguir seu exemplo são atitudes importantes para crescer na carreira.

“Costumo utilizar a expressão benchmarking de pessoas para me referir ao conhecimento dos fatores positivos dos demais para o próprio aprendizado e desenvolvimento. Quando sabemos mais a respeito das pessoas que admiramos, temos condições de agir de modo semelhante”, diz Martins.

Transformando-os em positivos
Conclusão: há sentimentos tidos como negativos que podem ser trabalhados positivamente, mas, para que isso ocorra, é fundamental ter consciência de seus sentimentos e usá-los a favor do crescimento pessoal e profissional.
“Aquele que conhece mais de si mesmo tem mais oportunidades de obter uma carreira de sucesso. Identificar os sentimentos positivos e negativos é o primeiro passo. Para começar, faça uma lista com os sentimentos mais frequentes do dia-a-dia. Depois, escreva as situações onde eles ocorrem. Posteriormente, avalie: como gostaria de agir nesta situação? O que poderia fazer diferente?”, recomenda o psicólogo.

Segundo ele, com esse “mapa” em mãos, deve-se começar a agir conscientemente. “Quando um sentimento negativo surgir, ficará mais fácil agir de modo positivo, visto que você já sabe como ele surge e o que provoca em você. A mudança só depende de cada um. Transformar pensamentos e atitudes negativas em positivas passa pela informação e depois pela mudança de ação”, conclui o consultor organizacional.

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:: Flávio Gikovate ::

man_woman_242421Atualmente ainda é grande o número de mulheres que têm uma visão unilateral e, até certo ponto machista, acerca da história das relações íntimas entre homens e mulheres. É fato que os homens sempre foram fisicamente mais fortes e se beneficiaram disso para, antes da vida em sociedade, terem acesso às mulheres que lhes despertavam o desejo. Em sociedade, porém, as escolhas e as parcerias sempre foram regulamentadas. Determinados homens deveriam se casar com determinadas mulheres e as escolhas eram feitas pelos pais deles. Ao homem cabia uma série de deveres e direitos, sendo o mesmo verdadeiro para as mulheres. É fato que os homens tinham seus direitos matrimoniais, o que significava que as mulheres tinham que estar sempre disponíveis sexualmente. Isso só se modificou de poucas décadas para cá.

Os casamentos não foram fundados, ao longo da história, em sentimentos amorosos. Quando um homem quisesse ter acesso a qualquer outra mulher que lhe despertasse o interesse sexual ou sentimental, dependia completamente da concordância dela. Ou seja, dentro do casamento ele tinha direitos e deveres e agia como se fosse o rei, o chefe; mas o clima não era de natureza amorosa e sim de associação para fins reprodutores e para, juntos, enfrentarem as adversidades da vida prática. Qualquer vivência de caráter erótico ou sentimental, que sempre acabava por acontecer, dependia dele se fazer interessante aos olhos das mulheres, sendo que estas já eram interessantes, porque haviam despertado neles o interesse sexual e/ou sentimental. Dependiam, portanto, da aprovação delas.

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