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As bitucas de cigarro são extremamente danosas. Elas são altamente tóxicas, demoram 15 anos pra se decompor e, a cada ano, 4,5 trilhões delas vão parar no meio ambiente. Para tentar combater esse mal, cientistas chineses acabam de anunciar que criaram uma nova técnica para reciclar as bitucas.

Segundo a Popular Science, as bitucas de cigarro contêm muitos produtos químicos. Num trabalho publicado na revista Industrial and Engineering Chemistry Research, os cientistas chineses dizem ter conseguido extrair nove desses produtos para criar um componente anti-corrosivo para ser usado pelas companhias de petróleo.

A troca constante de tubulações danificadas é um grande problema para essa indústria, que sempre buscou um novo produto que previna a corrosão de certos tipos de aço empregados. Tudo bem que os ambientalistas não adoram o pessoal das companhias de petróleo, mas, pensando no estrago causado pelas bitucas, até que não a técnica não vem em má hora.

Pesquisa
A nicotina pode permanecer nas superfícies por meses depois da fumaça ter se dissipado. Um grupo de cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia, analisou os resíduos encontrados no táxi de um motorista fumante e descobriu uma quantidade muito grande de produtos químicos danosos, incluindo o cancerígeno NNK. Segundo o site da New Scientist, o NNK é produzido quando a nicotina entra em contato com o ácido nítrico do ar.

Para testar a teoria, os cientistas sujaram com fumaça de cigarro algumas folhas de papel e depois expuseram elas a ácido nítrico. Foram encontradas as mesmas substâncias do táxi. Segundo Hugo Destaillats, o chefe da pesquisa, a nicotina pode permanecer nas superfícies por meses depois da fumaça ter se dissipado. O grande perigo é para as crianças pequenas, que se arrastam pelo chão e podem acabar absorvendo as substâncias. Para Destaillats, a solução é não fumar mais no carro ou em casa, só em lugares abertos.

Fonte: Revista Galileu

:: Por Jaime Leitão ::

Tem gente que gosta de praticar um estranho esporte: “bebêbol”. E o pior é que quem faz isso geralmente é o pai ou a mãe da criança de poucos meses de idade. Justo eles, que deveriam tomar mais cuidado, acham o filhinho tão maravilhoso que querem fazer malabarismo com o recém-nascido. Essa prática consiste em sacudir a criança ou mesmo jogá-la para cima como se fosse peteca ou bola. Nunca apreciei essa prática. Para dizer a verdade, sempre considerei-a uma brincadeira imbecil e perigosa.

Agora os cientistas divulgaram uma pesquisa e deram um nome à doença provocada por essa mania: Síndrome do Bebê Sacudido. O nome não deixa de ser curioso. E a conclusão é que, pelo fato de o peso da cabeça da criança ser muito grande em relação ao resto do corpo, que é bastante frágil, sacudir ou jogar o bebê pode provocar lesões cerebrais graves e outras sequelas. Segundo eles, em 25% dos casos, as crianças morrem e muitas vezes os pais nem ficam sabendo a causa.

Não importa se a sacudida é para brincar ou para dar uma bronca no filho que não para de chorar. O resultado é o mesmo: faz mal de um jeito ou de outro. Há pais inquietos e ansiosos que não param de mexer nos filhos. Já vi vários jogando as crianças para cima. Atitude totalmente imprópria.

Deveriam praticar vôlei, basquete ou handebol.

Ser sacudido em qualquer idade não é nada agradável, mas o período mais delicado vai até os dois anos, quando um maior número de crianças sofre da síndrome. Se você que está lendo esta crônica tem a mania de sacudir o seu bebê, não se sinta culpado, mude essa prática a partir de agora.

Outra descoberta científica caminha no sentido inverso. Uma pesquisa concluiu que crianças muito limpas, que não têm contato com terra e algum tipo de sujeira são mais suscetíveis a adquirir alergia porque não desenvolvem anticorpos, que é a defesa do organismo, que aumenta quando a criança está exposta a germes, sem excesso, é claro.

Há mães que deixam os filhos numa redoma, sem contato com o ambiente. Isso também não é bom. Um pouco de sujeira nunca é ruim. Essa pesquisa foi divulgada agora, mas há muito tempo já sabemos disso.
Todo exagero é negativo. Deixar a criança imóvel no berço, cheia de travesseiros, para que ela não se mova, é tão negativo quanto sacudi-la como se fosse urso de pelúcia ou uma boneca.

A ciência não para de pesquisar e de descobrir novas síndromes. Podemos evitá-las levando uma vida normal, dentro do possível. Porque exigir normalidade total numa época maluca como a nossa é totalmente inviável.
E normalidade cem por cento também é algo entediante. O cérebro humano não segue uma lógica cartesiana por mais que imaginemos que ele funcione dessa maneira. Ele tem o poder de nos surpreender e de desmontar as nossas verdades.

::  Jaime Leitão é cronista, poeta, autor teatral e professor de redação. (jaimeleitao@linkway.com.br)

Fonte: Portal Jornal Cidade

diabetesNa semana em que se comemora o Dia Mundial do Diabetes (14/11), estudo nacional realizado pela Toledo & Associados em 11.528 domicílios das cinco regiões do país aponta que 11% da população são portadores da doença; as mulheres são maioria com 69,3% contra 30,7% de homens

Realizada em 11.528 residências de diversos municípios espalhados por todo país, a pesquisa entrevistou pessoas pertencentes às classes A/B/C/D/E, com idades entre 18 e 75 anos, residentes nas capitais, regiões metropolitanas ou Interior, nas 5 regiões do país.  apontou que há 21 milhões de diabéticos no Brasil, sendo que desses 19% tem diabetes tipo 1 (já nascem com a doença) e 78,7% com diabetes tipo 2. Desse universo, 69,3% são mulheres e 30,7% são homens, sendo que 59,% têm entre 56 e 75 anos.

diabetes_insulinaUma constatação que desperta interesse é que a maioria dos diabéticos não são obesos, 67,6% têm peso normal (IMC de 18,5 a 24,9) ou sobrepeso (IMC de 25 a 29,9). “A pesquisa revela que nem sempre há relação entre a obesidade e o diabetes, muitos pacientes que sofrem com a doença estão dentro dos limites de peso considerados normais ou poucos quilos acima do ideal”, afirma dr Cohen, um dos coordenadores do estudo.

Outro dado que surpreende é o número de diabéticos. “A experiência de consultório já demonstrava um crescimento de pacientes com diabetes, mas não esperávamos que a doença atingisse 11% da população. Trata-se de um problema de saúde pública”, afirma dr. Berti, que também coordenou a pesquisa e preside o Congresso da SBCBM.

Ainda sobre o perfil do diabético, 60,6% deles são casados, 42% têm baixa escolaridade e cerca de 78% estão nas classes C, D e E. Geograficamente, a região Norte lidera o número de casos com 13,49%, seguido pela região Sul (13,23), Nordeste (13,19), Sudeste (10,31%) e Centro-Oeste (8,52%).

Gastos de R$ 817 milhões/mês – Entre as doenças associadas ao diabetes, a hipertensão predomina em 68% dos diabéticos, seguido pelo colesterol (39%), doenças no joelho (31%), doenças vasculares (28%), depressão (17%) e doenças cardíacas (13%). Mesmo diante desse quadro clínico, 55% dos diabéticos vão ao médico apenas uma vez a cada quatro meses. O gasto médio mensal com a doença é de R$ 107,08, o que representa um custo aproximado de R$ 817 milhões/mês.

A saúde pública está em risco devido as contaminações, principalmente em reservas de água potável, em especial por conta da ingestão ou contato com organismos patogênicos, substâncias cancerígenas e tóxicas

Segundo a médica Telma de Cássia dos Santos Nery, da Divisão de Doenças Ocasionadas pelo Meio Ambiente do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, “os problemas ocasionados pelos contaminantes químicos ou toxinas presentes na água para consumo humano, derivam do fato de que as microdoses, com características cumulativas e tóxicas, provocam efeitos adversos à saúde ao serem ingeridas por tempo prolongado”.

Os principais riscos à saúde humana gerados por estas degradações derivam, basicamente, de dois grupos, de acordo com a médica: “àqueles relacionados às substancias presentes nos efluentes de grandes áreas urbanas (lixo, esgotos, etc), provenientes de matéria orgânica, e aqueles provocados pelos poluentes de origem industrial, mineração, etc”. Sendo a maior parte dos contaminantes provenientes de atividades urbanas, industriais e agrícolas.

Como todas estas atividades atingem diretamente as águas subterrâneas, ainda que menos visíveis e de forma mais lenta que as águas superficiais, elas se tornam disseminadoras dos agentes contaminantes, ampliando a abrangência da área atingida rapidamente.

A doutora alerta que “a poluição da água subterrânea tende a ser insidiosa”, sendo necessário um trabalho multidisciplinar para a prevenção, controle e gestão das áreas de saneamento, saúde e meio ambiente.

Para discutir o assunto, especialistas farão um debate sobre os “Riscos à saúde humana decorrentes da contaminação”, durante o I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (CIMAS), na Fecomércio, em São Paulo, Capital, dia 17 de setembro. Telma, que será uma das moderas da mesa redonda, explica que o objetivo é debater as responsabilidades e ações do poder público na gestão e vigilância do recurso, além de encontrar uma proposta de modelo de gestão mais eficiente para poços de usos particulares, para que eles contemplem ações preventivas e corretivas.

Os interessados em participar do evento, podem fazer a inscrição pelo site: www.abas.org/cimas.

Fonte: Revista Ecotour

lazerUm estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concluiu que quanto maior o tempo reservado para atividades de lazer, melhor para a saúde física e mental.

A pesquisa foi elaborada com 1.400 adultos e observou-se que aqueles que dedicavam maio tempo para visitar amigos, praticar esportes ou tirar férias, tinham pressão arterial mais baixa, menor circunsferência abdominal e menores taxas de cortisol (hormônio do estresse) no sangue.

Fonte: Folha de S. Paulo