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Desbravar belas corredeiras descendo a bordo de um bote inflável. Esse é o rafting, um esporte que mistura adrenalina com segurança, e que pode ser praticado por qualquer pessoa desde que todos os quesitos de segurança sejam cumpridos.

Praticado em equipe, proporciona o prazer de desenvolverem uma atividade juntos. A amizade e o companheirismo são as grandes armas do rafting.

Existem vários graus de dificuldade, para todos os gostos, por isso qualquer um pode se arriscar de acordo com sua vontade.Antes de começar qualquer descida de rafting comercial, um Instrutor da atividade passa à todos os participantes detalhadas instruções de conduta relativas à segurança. Estas Instruções são lembradas pelos demais instrutores durante momentos estratégicos da descida, e seu cumprimento é fundamental para a segurança de todos.

O rafting comercial proporciona a experiencia de descer o rio para pessoas de qualquer idade e em sua maioria pessoas que nunca tiveram uma experiência anterior, tornando o esporte acessível.

História do Rafting
A primeira viagem de barco em corredeiras foi registrada em 1869, quando John Wesley Powel organizou a primeira expedição no Rio Colorado, nos Estados Unidos. Os aventureiros não tinham técnica para manobrar os barcos nas corredeiras e tiveram problemas de capotamentos e choques em pedras.

A história moderna do rafting teve início em 1842, quando Lieutenant John Fremont, do exército, fez suas primeiras expedições utilizando um barco desenhado por Horace H. Day. O barco possuía quatro compartimentos separados. O nome desse bote era Air Army Boats.

Em 1986, Nataniel Galloway revolucionou as técnicas de rafting mudando a direção do assento do bote, que passou a ficar virado para frente possibilitando encarar de frente as corredeiras e facilitando as manobras.

Durantes as duas grandes guerras mundiais, o exército americano passou a reutilizar os botes de borracha, mas dessa vez como botes salva-vidas. Mas foi depois da II Guerra que o rafting teve um grande impulso. Aventureiros na América do Norte passaram a usar os botes excedentes no exército, muito similares aos botes de hoje.

No Brasil, a história do rafting é mais recente. Os primeiros botes para corredeiras chegaram em 1982, quando foi montada a primeira empresa brasileira de rafting: a TY-Y expedições, que no início operava no Rio Paraibuna do Sul e Rio Paraibuna, ambos em Três Rios, Rio de Janeiro. 

Onde praticar
No Brasil há diversos locais propícios à prática do rafting:

São Paulo
Rio Juquiá em Juquitiba
Rio Paraibuna em São Luís do Paraitinga
Rio do Peixe Socorro
Rio Jacaré-Pepira em Brotas
Rio Pardo em Caconde

Rio de Janeiro
Rio Macaé em Lumiar, Casimiro de Abreu e Macaé
Rio Paraibuna ao norte do Estado
Ribeirão das Lajes em Seropédica

Espírito Santo
Rio Jucu em Domingos Martins

Santa Catarina
Rio Cubatão em Santo Amaro da Imperatriz
Rio Itajai-açu em Apíuna e Ibirama
Rio Braço do Norte no Vale do Braço do Norte

Bahia
Rio de Contas em Itacaré

Rio Grande do Sul
Rio Paranhana em Três Coroas

Paraná
Rio Iapó em Tibagi
Rio Cachoeiras em Antoninas

Fontes: Wikipedia e O Radical

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Turismo – São Luiz do Paraitinga é uma pequena cidade situada no reverso da Serra do Mar, entre os municípios de Taubaté no Vale do Paraíba e Ubatuba no Litoral Norte do Estado de São Paulo à 169 km da Capital, a uma altitude de 741m.

O início de São Luiz do Paraitinga está ligado a passagem dos tropeiros que faziam o transporte do ouro vindo de Minas Gerais para o embarque nos portos de Parati e Ubatuba em direção a Portugal, na época em que o ciclo do café movimentava a economia paulista e fazia barões. Hoje exibe uma bela arquitetura colonial e preserva um dos maiores conjuntos arquitetônicos do Estado, com igrejas e casarões dos séculos XVIII e XIX. É uma cidade colorida, com suas festas religiosas e folclóricas, rodeada por belas  paisagens.

Fundada em 1769, numa época em que o Vale do Paraíba tornou-se uma importante zona de penetração dos Bandeirantes que se dirigiam ao sertão, a cidade era um entreposto de tropeiros. Em 1973 foi elevada à condição de Vila. O ciclo de café iniciado por volta de 1830 alterou a economia da então “Vila de São Luiz do Paraytinga”, proporcionando um surto de desenvolvimento e o acúmulo de riquezas pelos proprietários mais abastados.

As fazendas coloniais foram inspiradas na arquitetura neoclássica das fazendas fluminenses, trazidas por construtores portugueses, que vieram para o Brasil junto com a corte de Dom João XI.

O centro urbano constitui o maior patrimônio arquitetônico histórico de São Luiz, somando mais de 90 casas, casarões e igrejas, além do Mercado Municipal.

montanarafting_4_1179877982RIQUEZA NATURAL

A exuberância da paisagem é marcante em São Luiz. As montanhas são entrecortadas por rios, riachos e córregos, com a presença de várias cachoeiras. No Núcleo Santa Virgínia, Parque Estadual da Serra do Mar, podemos apreciar toda a grandeza da Mata Atlântica, em seu estado Natural, com sua sua grande diversidade de plantas, animais e microorganismos. As escarpas cobertas de mata da Serra do Mar são o último refúgio natural para muitos animais e vegetais ameaçados de extinção.

Além das saudáveis caminhadas, pela Mata Atlântica, os mais aventureiros podem ousar descer as corredeiras do Rio Paraibuna, praticando o Rafting, atividade que consiste em desafiar as corredeiras em botes de borracha, desenvolvidos especialmentem para esta atividade.

Fonte: Cia do Rafting