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traicaoA infidelidade é real ou coisa de uma pessoa com baixa auto estima? Cientistas da Universidade do Novo México entrevistaram em sigilo 48 casais para descobrir o índice de fidelidade entre eles. Em seguida, analisaram genes do sistema imunológico de cada mulher e compararam com os do parceiro. Resultado: encontraram uma espécie de “equação da traição”. Eles descobriram que a probabilidade de uma mulher trair o parceiro aumenta diretamente com o número de genes iguais entre os dois. Ou seja, os opostos se atraem e os iguais se traem.

Segundo a psicóloga americana Christine Garver-Apgar, da equipe que fez a pesquisa, a resposta está debaixo do seu nariz: “Quase certamente isso tem a ver com o cheiro”. É que as mulheres percebem, de alguma forma, o odor de homens com genes parecidos com os delas e ficam instintivamente tentadas a pular a cerca.

Casais com sistemas imunológicos bem diferentes têm filhos mais saudáveis. E, quando as defesas do organismo do marido são parecidas com as da mulher, ela tende a corrigir a situação fazendo sexo fora do casamento. Tudo em nome de uma prole melhor. O instinto, afinal, não sabe que existem pílulas e camisinhas. Ele dá a vontade de arranjar um amante e pronto. Já quando fizeram o mesmo teste com homens, não deu nada.

Fonte: Super Interessante

cuidados_da_peleO brasileiro só procura o dermatologista, em média, pela primeira vez após os 26 anos, quando tem algum problema de pele, como manchas e micoses. E não tem o hábito de encarar a prevenção para situações que vão de uma simples acne até o envelhecimento precoce e o câncer de pele. Os resultados fazem parte do Projeto DermaBrasil, um extenso estudo sobre os hábitos da população em relação aos cuidados com a sua pele.

A pesquisa envolveu 1.500 pessoas, com idades de 18 a 55 anos, das classes A/B/C, em 11 cidades brasileiras (São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Recife e Goiânia). O trabalho de campo e análise dos dados foi realizado pelo Resulta, instituto especializado em pesquisas na área de saúde.

De acordo com o estudo, 88,6% dos entrevistados procuram o dermatologista quando estão com algum problema de pele. Prevenção, não foi um termo sequer lembrado durante as entrevistas. Quando decidem procurar pelo especialista, em geral por conta própria, os brasileiros o fazem, em média, após os 26 anos. “É tarde, pois a maioria dos problemas de pele, como a acne e os efeitos cumulativos do sol já aconteceram nesta idade”, explica o dermatologista Omar Lupi, presidente d42-20114806a Sociedade Brasileira de Dermatologia Nacional.

Segundo Lupi, estes resultados explicam os motivos pelos quais acnes e espinhas são os problemas de pele mais citados pelos brasileiros (tanto homens quanto mulheres) em todas as idades. “Acne é um problema mais comum na adolescência. Se o brasileiro depois dos 35 anos ainda sofre com isso, temos duas explicações: eles utilizam produtos incorretos para sua pele, facilitando ainda mais o aparecimento das espinhas, ou sofrem por não ter procurado tratamento mais cedo”, explica.

O Projeto DermaBrasil também avaliou como o brasileiro classifica sua pele. Para as mulheres mais jovens, a pele tende a ser sempre mais oleosa ou mista. Já os homens de praticamente todas as idades tendem a classificar sua pele como oleosa. “Vale lembrar que a população classifica sua pele por conta própria e, a partir daí, compra produtos indiscriminadamente”, diz Omar. “O resultado disso são alergias, irritações e até intensificar problemas já existentes, caso da acne”, alerta.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia Nacional

retiro_de_casaisE viveram felizes para sempre… Assim termina os contos de fada, mas na vida real nem sempre depois de vencer todos os obstáculos, o amor prevalece e o casal permanece junto por muito tempo. Ao menos, esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade Nacional Australiana.

Os pesquisadores concluíram que alguns fatores influenciam na longevidade do casamento, tais como: idade dos parceiros, relacionamentos anteriores e até o fato de um fumar e o outro não.

Batizado como “O que o amor tem a ver com isso”, o estudo analisou cerca de 2.500 casais, unidos oficialmente ou que apenas moravam juntos, entre 2001 e 2007. Percebeu-se que tem duas vezes mais chances de se divorciar homens que se casaram antes dos 25 anos de idade ou maridos com diferença de menos de nove anos da mulher.

Vinte por cento dos casais que tiveram filhos antes do casamento – sejam eles do mesmo casamento ou do relacionamento anterior – acabaram se separando em comparação ao que não tinham crianças antes da união. Parceiros que estão no segundo ou terceiro casamento têm 90% de chances de se separar de novo.
Já mulheres que desejam ter filhos muito mais que os parceiros também são mais propensas ao divórcio. O relacionamento dos pais também são determinantes para o sucesso do relacionamento. O estudo mostrou que 16% dos homens e mulheres cujos pais tinham se separado também vivenciaram a situação. Nos casos em que os pais mantinham-se unidos, o percentual foi de 10%.

O dinheiro é outro fator que influencia os casamentos. Cerca de 16% dos casais que disseram ser pobres, ou relações em que o marido havia perdido o emprego, acabaram se separando. Entre os parceiros com boa situação financeira, o índice foi de apenas 9%. Em relacionamentos em que um fumava e outro não também apresentaram menos chances de futuro.

Fatores como o número e a idade dos filhos, o fato de a esposa estar ou não empregada, e o tempo de união do casal não tiveram relevância nos índices de separação, de acordo com a pesquisa.

Fonte: Uol Ciência e Tecnologia

Pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, concluíram que pilotar uma motocicleta faz bem para o cérebro e, consequentemente, para a memória. Na visão dos estudiosos nipônicos, rodar de moto é uma boa “ginástica” para a função cerebral.

O estudo, realizado pela Universidade de Tohoku, em colaboração com a Yamaha, acompanhou a atividade cerebral de 22 homens, observando todos os “passos” na ativação das áreas frontais do cérebro responsáveis pela memória, gestão da informação e concentração.

Em um teste em separado, a equipe de cientistas, coordenada pelo professor Ryuta Kawashima, avaliou o comportamento de 22 homens divididos em dois grupos. Onze pilotaram motocicletas por dois meses consecutivos e os demais dirigiram automóveis.

De acordo com os resultados da pesquisa, os motociclistas apresentaram melhorias significativas na memória, na capacidade de julgar espaço e outras características típicas das áreas frontais do cérebro.

“Pilotar uma moto requer equilíbrio e outras funções sensoriais de controle”, afirma o professor Kawashima explica. “O cérebro de um motociclista pode tornar-se mais ativo para processar todas estas informações durante a condução”.

Depois de analisar 137 mil notas tiradas durante um semestre por 22 mil alunos de 30 cursos superiores de uma universidade privada carioca, o pesquisador José Abrantes, concluiu que as mulheres são mais inteligentes do que os homens. Na média, as notas delas foram 3% superiores às deles. Na análise, por disciplina, de 12 tipos de inteligência, elas mostraram melhores resultados em nove e eles em três.

Os homens são mais hábeis usando as inteligências matemática-lógica, visoespacial e cinestésico-corporal. Já as mulheres na pictórica, ultrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial, musical, social, linguística e emocional. Segundo Abrantes, os homens demonstraram maior compreensão matemática, mais capacidade para entender mapas e se localizar no espaço, além de se saírem melhor na inteligência corporal e nas atividades que necessitam de força.

Já as mulheres apresentaram mais facilidade de se expressar pela escrita e pela fala, maior entendimento de questões filosóficas, habilidade para desenhar, para a música e para usar os conhecimentos no meio ambiente. Elas ainda levaram vantagem na inteligência emocional, no autoconhecimento, na capacidade de se relacionar com os outros e de equilibrar competição e qualidade de vida.

Abrantes, que conduziu o levantamento no Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), de Bonsucesso, subúrbio do Rio, também dá aulas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se baseou principalmente na Teoria das Inteligências Múltiplas, do neurologista americano Howard Gardner. Ele questiona a tradicional visão da inteligência que enfatiza apenas as habilidades linguística e lógico-matemática. E define inteligência como a habilidade para resolver problemas. Para o neurologista americano, a inteligência também pode ser linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica, interpessoal e intrapessoal.

Fonte: Jornal da Tarde.