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A origem do Carnaval

Publicado: 16/02/2009 por Elisa em Atualidades, História
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Embora não se saiba com certeza, acredita-se que o  carnaval é  uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Nessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era condenado pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.

A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada em cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo já que fugia das reais origens da festa como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular.

Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência européia.  Em alguns países, como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias e saíam pelas ruas comemorando. Certos personagens têm origem européia, mas mesmo assim foram incorporados ao carnaval brasileiro como, por exemplo, rei momo, pierrô, colombina. As pessoas decoravam seus carros, se fantasiavam e em grupos desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim aos carros alegóricos. A partir desse período, aos primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) foram criados, mas só se popularizaram no começo do século XX e teve um crescimento considerável que ocorreu devido às marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval ficar mais animado).

A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e se chamava “Deixa Falar”, anos depois seu nome foi modificado para Estácio de Sá. Com isso, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, foram surgindo novas escolas de samba. Organizaram-se em Ligas de Escolas de Samba e iniciaram os primeiros campeonatos para escolher qual escola era a mais bonita e a mais animada. A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua, como Recife e Olinda. Já na Bahia, o carnaval fugiu da tradição, conta com trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial o axé. Veja a seguir os Estados que mais celebram o carnaval:

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. A esta favorável recepção, acrescentou-se as famosas marchinhas carnavalescas que incrementou a festa e a fez crescer em quantidade de participantes e em qualidade.

Rio de Janeiro
A folia carnavalesca carioca começa antes dos dias oficiais do carnaval. Já no mês de setembro começam os ensaios nas quadras das diversas escolas de samba da cidade.
No mês de dezembro a cidade já se agita com os denominados “ensaios de rua” e a mais nova criação “ensaios técnicos”, que levam milhares de pessoas ao Sambódromo todo final de semana. Os desfiles oficiais são realizados durante a data oficial do carnaval.

Pernambuco

Milhares de pessoas saem pelas ruas de Olinda e Recife, a maioria fantasiada e ao som do frevo (ritmo marcante do estado).

O carnaval de Pernambuco conta com dezenas de bonecos gigantes, os foliões são extremamente animados. Uma das grandes atrações é o bloco carnavalesco “Galo da Madrugada”.

Bahia

O carnaval baiano é, sem dúvida, um dos mais calorosos e animados do Brasil e do mundo. Em especial na cidade de Salvador, onde se localiza os três principais circuitos carnavalescos: Dodô, Osmar e Batatinha.

Por esses circuitos passam mais de 150 blocos organizados, cerca de 2 milhões de pessoas durante os dias de festa. Normalmente esses blocos se apresentam com os trios elétricos e com cantores famosos.

São Paulo

O carnaval paulista é similar ao carnaval carioca. Acontece um grande desfile das escolas de samba da cidade. O desfile ocorre em uma passarela projetada por Oscar Niemeyer.

Há o desfile do Grupo Especial e do Grupo de Acesso, que acontecem na sexta-feira e no sábado, para não haver concorrência com o desfile do Rio de Janeiro.

Em outros países

O carnaval é comemorado em boa parte do planeta, além do Brasil veja a seguir as principais comemorações do carnaval pelo mundo.

Reino Unido
No período do carnaval brasileiro, no Reino Unido acontece o Shroveitide (Shrive que significa confessar ‘pecados’) é a comemoração do carnaval britânico.

Estados Unidos
Nos Estados Unidos o carnaval se resume basicamente na celebração do Mardi Grass (Terça-Feira Gorda), vários estados celebram o carnaval.

Mas o estado mais tradicional de tal comemoração é New Orleans. Neste estados, durante o Mardi Grass, desfilam pelas ruas da cidade mais de 50 agremiações. A agremiação mais conhecida é a do Bacchus (que possui gigantescos e originais carros alegóricos).

Alemanha
Na Alemanha a celebração do carnaval acontece tanto nos grandes centros urbanos, quanto na Floresta negra e nos Alpes.

A festa mais tradicional é a da cidade de Bonn lá organizam desfiles com pessoas fantasiadas com época, o diabo fica solto, por esse motivo as pessoas usam máscaras para esconder seus rostos.

Veneza
Por muito tempo, o carnaval veneziano foi um dos mais fortes e alegres do mundo. Durante o período do carnaval eram desenvolvidos bailes e festas nas praças e ruas da cidade. Com o passar do tempo o carnaval de Veneza foi enfraquecendo chegando a quase extinguir-se.

Fonte: Brasil Escola

A origem da sexta-feira 13

Publicado: 13/02/2009 por Kakao Braga em Atualidades, História
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A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.

Mas mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

O número 13
A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta – até em países cristãos – é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, “E pluribus unum” (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Fonte: Universia

Poucos sabem que o nosso idioma está repleto de palavras originadas a mitologia grego-romana. Vocábulos comuns, muitas vezes, escondem histórias fascinantes.

Janus olhava para o tempo que começava e para o que terminava ao mesmo tempo.

O mês de Janeiro, por exemplo, tem esse nome por ser consagrado a Janus, deus com duas faces que podia olhar ao mesmo tempo o ano que terminava e o que estava começando.

A palavra cereal é uma homenagem a deusa Ceres, que presidia as plantações e colheitas.

Museu é um prédio dedicado às musas, divindades que dirigiam as artes e o conhecimento.

Hypnos era o deus grego do sono.

O vocábulo pânico vem de Pan, deus com pequenos chifres e da cintura para baixo com corpo de bode. Os gregos atribuíam a ele o intenso medo que sentiam os que passavam por lugares desertos, em que o menor ruído era o sinal da presença do deus.

Hypnose tem sua raiz no nome do deus grego do sono, Hypnos, e designa o estado de sonolência associado à hipnose.

Eco era uma ninfa dos bosques e muito falante. Segundo Ovídio, Zeus havia usado do dom da fala de Eco para distrair a esposa, a fim de continuar seu adultério. Hera logo descobriu o ardil e condenou-a a para sempre repetir apenas as últimas palavras das frases que os outros diziam (ecolalia).

A ninfa perdia assim seu mais precioso dom, aquilo que mais amava. Certo dia, vagando Eco pelos bosques, encontrou o belo Narciso por quem caiu de amores. Como não podia falar-lhe, limitou-se a segui-lo, sem ser vista. O jovem, porém, estando perdido no caminho, perguntou: “Tem alguém aqui?” Ao que obteve apenas a resposta: “Aqui, aqui, aqui…”.

Eco se apaixonou por Narciso que não correspondeu seu sentimento.

Narciso intimou a quem respondia para sair do esconderijo. Eco apareceu-lhe e, como não podia falar, usou as mãos para em gestos dizer do grande amor que lhe devotava. Narciso, chateado com a quantidade de pessoas a amarem-no, rejeitou também à bela ninfa.

Acometida pela tristeza de não ter o seu amor correspondido por Narciso, definhou e virou uma pedra. Dela só restou a voz que até hoje responde quando se grita em vales de cavernas.

Segundo outras fontes, Eco era uma ninfa que tinha maravilhosos dons de canto e dança, que desprezava os amores de qualquer homem. O deus Pan dela se enamora, mas obtém-lhe apenas o desdém. Tolhido em sua lascívia, Pan se enfurece, ordenando aos seus seguidores que a matem. Eco foi então estripada, e seus pedaços espalhados por toda a Terra. A deusa da Terra, Gaia, incorporou os pedaços da ninfa, com os restos de sua voz, que repetem as últimas palavras que os outros dizem.

Símbolos

Publicado: 20/01/2009 por Kakao Braga em Atualidades, Filosofia, História
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simbolos

Cruz, Selo de Salomão, Om, Lua-Estrela, Cruz de Malta, Tao, Khanda, Flor de Lotus, Triluna

O termo símbolo, com origem no grego σύμβολον (sýmbolon), designa um elemento representativo que está (realidade visível) em lugar de algo (realidade invisível) que tanto pode ser um objeto como um conceito ou ideia, determinada quantidade ou qualidade. O “símbolo” é um elemento essencial no processo de comunicação, encontrando-se difundido pelo quotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano. Embora existam símbolos que são reconhecidos internacionalmente, outros só são compreendidos dentro de um determinado grupo ou contexto (religioso, cultural, etc.).

ouroboros

Símbolo: Ouroboros

A representação específica para cada símbolo pode surgir como resultado de um processo natural ou pode ser convencionada de modo a que o receptor (uma pessoa ou grupo específico de pessoas) consiga fazer a interpretação do seu significado implícito e atribuir-lhe determinada conotação. Pode também estar mais ou menos relacionada fisicamente com o objecto ou ideia que representa, podendo não só ter uma representação gráfica ou tridimensional como também sonora ou mesmo gestual.

A semiótica é a disciplina que se ocupa do estudo dos símbolos, do seu processo e sistema em geral. Outras disciplinas especificam metodologias de estudo consoante a área, como a semântica, que se ocupa do simbolismo na linguagem, ou seja, das palavras, ou a psicanálise, que, entre outros, se debruça sobre a interpretação do simbolismo nos sonhos.

Na Semiótica todo sígno que a convencionalidade predomina possui uma relação símbolo. Exemplo disso é a paz mundial e a pomba da paz, a convenção fez da imagem semelhante a uma pomba branca, um símbolo de paz.

De acordo com a semiótica podemos resumir simbolo como (Alguma coisa que representa algo para alguém).

Fonte: Wikipédia

Veja também o significado de alguns símbolos: Lua-EstrelaTrilunaTriângulo Celta, Ouroboros, Cruz de Malta,  KhandaFlor de Lotus, TaoOM, Infinito e Labirinto.

Origem da árvore de Natal

Publicado: 20/12/2008 por Kakao Braga em Atualidades, História
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Enfeitar árvores é um ritual muito antigo, presentes em todas as culturas e religiões pagãs para celebrar a fertilidade da natureza. Os primeiros registros da adoção pelo cristianismo só aconteceram no começo do século XVI no Norte da Europa (terra de pinheiros).

No antigo calendário cristão, o dia 24 de dezembro era dedicado a Adão e Eva. Sua história era reencenada nas igrejas e o paraíso representado por uma árvore carregada de frutos. As pessoas começaram a montar essa alegoria em suas casas, com árvores cada vez mais decoradas, com: velas (simbolizando a luz de Cristo), estrelas (alusão à estrela de Belém) e rosas (homenagem a virgem Maria) até hóstias (pedindo perdão pelos pecados).

Nos séculos XVII e XVIII, o hábito tornou-se popular entre os povos germânicos, mas só foi difundida pelo planeta a partir de 1841, quando o príncipe Albert, marido da rainha Vitória montou uma dela no palácio britânico. Como o império vitoriano dominava o mundo, o costume logo se tornou universal.