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chule

Não é agradável para ninguém ter que ficar com os braços sempre abaixados ou não poder tirar os calçados por causa de mau cheiro. Alguns ‘odores’ exalados por homens e mulheres, adultos e até em crianças nem sempre são agradáveis, como os das axilas e dos pés. São os famosos chulé e asa ou cecê. O problema é tão sério que dificulta a convivência, causando constrangimento pessoal e profissional também, trazendo mal estar  pois as pessoas com o problema muita vezes são taxadas por falta de higiene, mas nem sempre o problema é esse.

A bromidrose, nome cientifico da doença, está associada a hiperidrose (excesso de transpiração). O aumento da umidade local com acúmulo de bactérias e fungos causam o odor desagradável. As bactérias se proliferam com maior intensidade em ambientes úmidos e quentes, por isso, pessoas que transpiram mais, podem ter maiores problemas com o mau cheiro nas axilas ou em outras regiões do corpo, como os pés. Essa situação pode ser revertida com cuidados específicos e a ajuda de um dermatologista.

As causas da Bromidrose axilar (mau cheiro nas axilas), além da possível falta de higiene, são associadas as idade, normalmente o problema aparece na puberdade, devido a alterações hormonais. Os orientais são menos propensos a ter bromidrose, ao contrário dos negros, que produzem mais suor — em relação aos brancos — podem apresentar odor com cheiro característico. Fatores emocionais como nervosismo e ansiedade pode aumentar a sudorese e consequentemente o odor.

O mau cheiro nos pés é causado pela ação de bactérias e pela descamação dos pés. É mais aos homens, que transpiram mais nesta parte do corpo. Piora com o uso de calçados fechados, principalmente sem meias.

Prevenção

Em alguns casos mais simples existem tratamentos que podem resolver ou pelo menos amenizar o problema. Mas, em casos mais complexos, alguns médicos indicam a cirurgia para para a retirada de glândulas das axilas que produzem suor e, conseqüentemente, o odor desagradável. Eles alegam que a sudorese faz parte do equilíbrio homeostático (de líquidos) do organismo. Alguns especialistas indicam também a aplicação de botox nos pés. A toxina botulínica, quando injetada no músculo, diminui a transpiração e o odor. Outra opção é o tratamento à base de iontoforese, um aparelho que utiliza correntes elétricas.

Para evitar o problema de mau cheiro nas axilas:
– Faça a higiene adequada do corpo, se possível tome dois banhos ao dia, pela manhã e a noite.
1234874312235_101– Ao banhar-se tenha especial atenção com as axilas, esfregue-as com uma bucha vegetal, com bastante sabonete liquido, preferencialmente sabonete liquido anti-bacteriano.
– Não use talcos nas axilas, eles não resolvem o problema da transpiração e nem do mau odor, para alem de manchar suas roupas.
– Use desodorante ou antitranspirante de qualidade, as vezes os desodorantes ‘sem perfume’ fazem mais efeito, do que os perfumados.
– No caso das mulheres, mantenha a depilação em dia, não só na axila
– Prefira roupas de tecidos como algodão. Evite usar roupas de tecido sintético, além de reter calor no corpo e favorecer o suor, produzem mau cheiro
– Usar roupas limpas, sem resíduo de sabão, e bem secas
– Em caso de transpiração excessiva nas axilas, procure um dermatologista que lhe orientará melhor.
– Não use o perfume por cima da transpiração para disfarçar, o resultado disso será catastrófico, em caso de emergência( jantar, encontro de ultima hora), dirija-se ao WC e tente higienizar a região da axila com agua, para diminuir o cheiro. Tenha sempre em mãos o desodorante sem perfume, que poderá ser reaplicado durante o dia.

Para evitar o problema dos pés:rexona
– Após o banho, secar bem os pés e entre os dedos.
– Evitar calçados fechados no verão, pois aumentam a temperatura e a transpiração.
– Usar sapato com meias limpas.
– Usar meias de algodão que absorvem melhor o suor.
– Não ande descalço em pisos úmidos.
– Use seu próprio material para cortar as unhas, alicate, tesouras, lixas.
– Não use os mesmos sapatos todos os dias.
– Use talcos ou produtos específicos para os pés que ajudarão no controle do mau cheiro.
– Ao banhar-se tenha especial atenção com os pés, esfregue-os com uma bucha vegetal, com bastante sabonete liquido, preferencialmente sabonete liquido anti-bacteriano.
– Colocar os calçados freqüentemente sob o sol e lavá-los de vez em quando, se o material permitir
– Evitar o uso de calçados fabricados com material sintético
– Usar pó secante nos pés, após o banho, e dentro dos calçados
– Existem ainda produtos como: xampus e desodorantes para tênis, gel esfoliante e palmilhas antichulé, que podem ajudar a acabar com o cheiro desagradável

Fontes: Blog da Mulher, Portais da Moda Dr Samir Haje, Correio de Uberlândia e dermatologista José Joaquim Rodrigues

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A vida com os animais de estimação fica mais alegre, mas implica em muitas responsabilidades.

Um filhote geralmente chora muito quando chega na nova casa, faz as necessidades em lugares inadequados, precisa de cuidados extras com saúde, alimentação higiene e educação. Neste período precisa ser supervisionado mais especialmente e durante toda a vida vai precisar de um tempo de atenção, e gastos para garantia da saúde de todos.

Animais já adultos embora nem sempre preferidos podem oferecer a vantagem de já estarem educados, algumas vezes já são até vacinados e pode-se pular algumas etapas de socialização que nem todos os futuros proprietários apreciam. E assim você pode evitar com isso que um animal abandonado seja sacrificado.

No geral animais adultos oferecidos para adoção com boa índole atestada, são muito agradecidos e companheiros.
Cães e gatos quando envelhecem, tais como as pessoas, tendem a dormir mais, a ter mais lentidão, a perder a acuidade visual e auditiva, ficam sujeitos a várias doenças da velhice, como cardiopatias, tumores, obesidade, diabetes, que assim como no homem, também vão se instalando. É muito importante que sejam cuidados e sejam acompanhados pelos donos até o final. É uma fase difícil que precisa de supervisão especial.

Veja abaixo os 9 itens obrigatórios para quem tem ou quer adotar um cão ou gato:

  1. Mantê-lo SEMPRE nos limites domicílio, solto no quintal. NUNCA solto nas ruas ou preso em correntes.
  2. Vaciná-lo anualmente, quando adulto, contra a raiva e as demais doenças. Os filhotes devem ser vacinados com 2, 3 e 4 meses de idade e, os adultos, anualmente, com vacina contra a raiva e doenças próprias da espécie.
  3. Vermifugá-lo, quando filhote, a partir dos 20-30 dias de idade. Quando adulto, semestralmente ou anualmente.
  4. Esterilizá-lo / castrá-lo para impedir que tenha crias indesejadas. – É uma cirurgia que impede o surgimento de crias indesejadas, diminuindo o abandono e os maus tratos dos animais pelas ruas. Deve ser feita tanto nas fêmeas como nos machos. Poderá ser feita a cirurgia a partir de 30 dias de idade
  5. Socializá-lo com outros animais e com toda a família.
  6. Passear diariamente, levando-o com coleira e guia Durante o passeio, utilize sempre coleira e guia. É segurança para o animal e para as pessoas. Se o animal for bravo, utilize também a focinheira e evite agressões.
  7. Manter a limpeza do local (lavar o quintal, recolher dejetos) e a higiene do animal (banhos sempre que necessário)
  8. Levá-lo ao veterinário sempre que necessário.
  9. Dar afeto e carinho.

Outras ações importantes:

  • Registro Geral do Animal (RGA) – O RGA identifica o animal e seu proprietário. Procure o Centro de Controle de Zoonoses ou os estabelecimentos veterinários credenciados para fazer o registro do seu animal.
  • Recolhimento de fezes – Todo proprietário deve recolher as fezes de seu animal nas ruas, calçadas e parques. É uma atitude de cidadania e obrigatório por lei.
  • Abrigo – O cão deve ter abrigo confortável, protegido do sol, da chuva e do vento. Já os gatos preferem dormir em locais altos e aconchegantes.
  • Alimentação – Fornecer rações apropriadas de acordo com a espécie e a idade do animal. Os adultos devem ser alimentados duas vezes ao dia e os filhotes de 4 a 6 vezes ao dia. Mantenha sempre a água limpa e fresca à disposição. IMPORTANTE: Recolher os restos de ração do comedouro de seu animal, evitando assim a proliferação de ratos, baratas e formigas.

Fonte: CCZ e Animal e Natureza

Meu coração, hoje, está de luto.luto1

Meu coração, hoje, está de luto.

Por Margaret Muns MV

O luto é uma resposta normal a qualquer perda importante na vida. Acontece quando a morte veio após uma longa doença, ou quando foi um acidente súbito. Pessoas enlutadas experimentam traumas tanto físicos quanto emocionais enquanto tentam adaptar suas vidas aos abalos trazidos pela perda.

Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa. A morte de um animal de estimação significa a perda da fonte de um amor incondicional. Não há mais para o proprietário o objeto de carinho e proteção. Assim, o proprietário perde o contato com “o mundo natural.” Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, solitários, ou casais sem filhos (para quem o animal é também um substituto da criança).

AS FASES DO LUTO
Na verdade o processo do luto não é um objeto concreto que pode ser dividido. O luto é um processo contínuo, com cada pessoa vivenciando-o de uma forma diferente. Dividir o luto em to “fases” ajuda a pessoa enlutada a entender que os seus sentimentos são normais. Algumas pessoas passam rápido por todas as fases, enquanto outras parecem ficar “presas” numa fase específica.

Rapidamente, as fases do luto são as seguintes:

  1. CHOQUE E NEGAÇÃO – A realidade da morte ainda não foi aceita. Ele ou ela se sente atordoado e atônito – como se tudo aquilo fosse “irreal.”
  2. RAIVA– A pessoa enlutada freqüentemente se volta contra a família, amigos, elas mesmas, Deus, o veterinário ou o mundo em geral. Vão aparecer também sentimentos de culpa ou medo nesse estágio.
  3. BARGANHA – Nessa fase a pessoa pede por um trato ou uma recompensa de Deus, do veterinário ou do padre. Comentários do tipo “Eu vou à Igreja todo dia se o meu animal voltar para mim” é comum.
  4. DEPRESSÃO – A depressão ocorre como uma reação à mudança do modo de vida ocasionada pela perda. A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada. Ele ou ela sente falta do animal e pensa nele constantemente.
  5. ACEITAÇÃO – A aceitação acontece quando as mudanças que a perda trouxe para a pessoa se estabilizam em um novo estilo de vida.

A intensidade e a duração do processo de luto dependem de vários fatores. A idade do proprietário, circunstâncias referentes à morte, relacionamento do animal com o proprietário e com os outros membros da família são todos fatores importantes. Uma morte recente de uma pessoa importante na vida do proprietário também pode afetar como se lida com a morte do animal. Geralmente crianças se recuperam mais rápido , enquanto os idosos são os que mais demoram a se recuperar. Às vezes a morte de um animal de estimação vai permitir que o proprietário finalmente lamente a perda de uma pessoa cuja morte ainda não tivesse sido aceita.

A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS
Muitas pessoas não percebem como a morte pode ser traumática e confusa para uma criança. As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa. Crianças também tendem a voltar ao assunto com mais freqüência , então muita paciência é necessária quando se lida com uma criança enlutada.

Algumas dicas importantes para ajudar uma criança nessa situação incluem:
1. Dar à criança permissão de lidar com a sua dor.
– contar ao professor sobre a morte do animal.
– encorajar a criança a falar livremente sobre o animal.
–  dar à criança muito carinho e conforto.
– discutir a morte, o morrer e a dor honestamente.
2. NUNCA dizer coisas como “Deus levou o seu bichinho,” ou o animal está “dormindo para sempre.”
– A criança pode temer que Deus vá levá-la, seus pais ou seus irmãos.
– A criança pode ficar com medo de ir dormir.
3. Inclua a criança em tudo o que se passa.
4. Explique que a morte é permanente.

OS ANIMAIS SOFREM COM A MORTE?
Muitas pessoas acham difícil acreditar que animais criem laços muito fortes um com o outro. Mesmo animais que parecem mal se suportar podem exibir fortes sinais de stress quando separados. Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo proprietário enlutado. O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido. Ele pode suspirar com freqüência, e ter a respeito de comer e dormir. É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos.

Como o proprietário pode ajudar um animal que sofre?

Atenção para as seguintes recomendações:
 1. Mantenha a rotina do animal sobrevivente o mais normal possível.
 2. Tente não reforçar (mesmo que não intencionalmente) as mudanças de comportamento.
se o animal fica “escolhendo” comida, não fique trocando o “cardápio”. Isso só leva a um animal ainda mais difícil.
não exagere na atenção dada ao animal sobrevivente, já que isso pode levar à ansiedade de separação.
 3. Permita que os animais sobreviventes trabalhem a nova hierarquia por eles mesmos.
podem haver brigas enquanto isso não fica resolvido (principalmente com cachorros).
 4. Não adote um novo animal para fazer companhia para o animal sobrevivente a não ser que o proprietário esteja pronto. Não funciona a não ser que o proprietário esteja emocionalmente pronto para um novo animal.
pessoas que ainda estejam enlutadas não terão a energia necessária.

O proprietário deve permitir que os outros animais vejam e cheirem o companheiro morto?
Não há evidências que afirmem que esse gesto vá ajudar os animais sobreviventes, mas algumas pessoas afirmam que sim. Geralmente tudo o que acontece é que o proprietário se sente melhor. Assim, se o proprietário deseja que os outros animais “digam adeus,” então isso deve ser permitido.

FICANDO CURADO
Passado algum tempo, o processo de luto chega ao fim.
Ainda assim há diversas coisas que o proprietário entristecido pode fazer para apressar esse processo:
1. Dê a si mesmo permissão para sofrer. – só VOCÊ sabe o que o animal representava para você.
2. Organize um tributo ao seu animal. – faz que a perda pareça real e ajuda a concretizar. – permite que a pessoa expresse seus sentimentos e reflita. – reforça o apoio social.
3. Descanse bastante, coma bem e faça exercícios.
4. Fique rodeado de pessoas que entendam o que você está passando. – deixe que outros cuidem de você. – se beneficie de grupos de apoio para pessoas que perderam seus animais.
5. Aprenda tudo o que puder sobre o processo do luto. – ajuda os proprietários a perceber que o que eles sentem é normal.
6. Aceite os sentimentos que vêm com a dor. – fale, escreva, cante ou desenhe.
7. Permita a você mesmo pequenos prazeres.
8. Seja paciente com você. – NÃO deixe que ninguém diga o quanto o processo de luto deve durar.
9. Dê a si mesmo a permissão da recaída. – Isso VAI acabar e sua vida VAI ser normal de novo.
– a dor é como as ondas do oceano: no começo as ondas vêm rápidas e fortes, mas conforme o tempo passa, elas ficam menos intensas e mais esporádicas. – não se surpreenda se feriados, cheiros, palavras ou sons provoquem uma recaída.
10. Não tenha medo de pedir ajuda. – grupos de apoio para a perda de animais – conselheiros emocionais.
11. Tenha certeza de consultar sua “Força Maior.” – religiosa ou espiritual.

CONCLUSÃO
O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e emocional que uma pessoa pode sentir. É ainda mais para proprietários de animais. A sociedade em geral não dá a essas pessoas “permissão” para demonstrar a sua dor abertamente. Dessa forma, os proprietários freqüentemente se sentem isolados e sozinhos. Felizmente mais e mais recursos ficam disponíveis para ajudas essas pessoas a perceber que elas NÃO estão sozinhas e que o que elas sentem é completamente normal.

 Margaret Muns MV é a veterinária do site da Best Friends . (Fonte: http://www.petloss.com/munspg.htm)

Minha linda Maya, meu coração chora por você.

Minha Maya, meu coração chora por você. Com o tempo só ficarão as lembranças boas de sua presença em minha vida. Mas, agora, meu coração chora. Obrigada por ter existido.