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furiaNervos à flor da pele, raiva, irritação, depressão, nervosismo… Do nada, sem motivo aparente. Disturbio? frescura?  Quando estes sintomas aparecem, todo mundo sabe: ela (seja esposa, namorada, mãe, irmã, chefe, colega de trabalho) está “naqueles dias”, popularmente chamada de TPM (Tensão Pré-Menstrual)  ou como é chamada pelos profissionais de medicina  SDPM (Síndrome Disfórica Pré-menstrual). Já foram diagnosticados até 150 sintomas relacionados a Síndrome, que normalmente aparece num período entre 10 e 15 dias antes da menstruação.

Segundo pesquisas realizadas em consultório, o médico Sérgio dos Passos Ramos, ginecologista, avalia que 60,5% das mulheres tem alguma manifestação leve de TPM, e 32% apresentam sintomas graves. Apenas 7% delas nunca perceberam qualquer traço da síndrome. “A tensão pré-menstrual causa uma sensação de que o mundo vai acabar antes da menstruação… É isto o que a maioria das mulheres sente” diz o Dr. Sérgio, especialista em Ginecologia e Obstetrícia, formado em 1971 pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP.

Na avaliação da Associação Americana da Síndrome Pré-Menstrual, uma em cada 20 mulheres sofre da também chamada de desordem disfórica pré-menstrual, ou carinhosamente TPM, que atinge, segundo estatísticas, aproximadamente 75% das mulheres brasileiras. No entanto apenas 8% das mulheres têm sintomas muito intensos.

raiva-boa-3O que se sabe é que a média de idade de início da TPM é por volta dos 26 anos de idade. Com o passar dos anos os sintomas da TPM ficam mais intensos, principalmente entre os 45 e 50 anos, quando as mulheres estão próximas da menopausa, período em que o organismo encerra a menstruação, pois os ovários param de funcionar. Mas existem diversas teorias que tentam explicar as várias causas da TPM. Uma delas revela que é por causa das alterações nos níveis de serotonina, substância responsável por nosso humor e apetite.

Causa

A causa da TPM, em si, não é conhecida, mas pelas características está intimamente relacionada à elevação do estrogênio na fase pré-menstrual ou a queda da progesterona. Contudo, esses dois fatores não são os únicos envolvidos: esses hormônios podem afetar as neurotransmissões e aí então causar os sintomas psiquiátricos. Pode também afetar os receptores fora do Sistema Nervoso Central, provocando os diversos outros sintomas.

Um dos aspectos que mais instigam os cientistas é justamente esse: a identificação das causas desse turbilhão. Não há uma única alteração que explique as modificações, afirma a ginecologista Mara Diegoli, coordenadora do Centro de Apoio à Mulher com TPM do Hospital das Clínicas de São Paulo. O que se sabe até agora é que a síndrome é causada por vários fatores.

A oscilação hormonal do ciclo menstrual é um deles. Ao longo do mês, os níveis de estrógeno e progesterona – hormônios femininos – se alteram. Durante a menstruação, os dois estão em baixa concentração. Logo depois, o nível de estrógeno sobe até atingir níveis máximos por volta do 14º e 15º dias do ciclo.

É nesta fase que ocorre a ovulação. A partir daí, sua produção diminui até níveis muito baixos cerca de dois dias antes da menstruação. Mas é quando o estrógeno cai que se eleva a fabricação da progesterona.

Quais os tipos de TPM?

Existe mais de um tipo de TPM. No total, são quatro variações. É importante salientar que os sintomas podem manifestar-se isoladamente ou em combinação variável.

  • TPM do Tipo A: o sintoma principal é a ansiedade. Porém, podem aparecer a agressividade, irritabilidade, tensão nervosa e aquela sensação de estar no limite.
  • TPM do Tipo H: prepondera à retenção hídrica. Neste tipo, são comuns alterações físicas, como o inchaço, volume no abdômen, dores mamárias e ganho de peso.
  • TPM do Tipo C: a cefaléia (dor de cabeça) destaca-se entre os demais sintomas. Pode também, apresentar a fadiga e o aumento de apetite (principalmente os doces).
  • TPM do Tipo D: a depressão é o principal sintoma. Está associada à insônia, ao choro fácil, ao desânimo e ao esquecimento.

Sintomas da TPM

  • depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos;
  • ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;
  • fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;
  • raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;
  • diminuição do interesse pelas atividades habituais;
  • sensação de dificuldade de concentração;
  • cansaço, fadiga fácil, falta de energia;
  • acentuada alteração do apetite;
  • distúrbios do sono;
  • sensação de estar fora do próprio controle;
  • inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;
  • dor de cabeça;
  • dores musculares;
  • ganho de peso ou sensação de inchaço;

Tratamento da TPM

Por se tratar de uma síndrome, não existem tratamentos específicos já que os sintomas variam muito de intensidade para cada mulher.

Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 ( Piridoxina ), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.

Outro medicamento é o ácido gama linoleico que é um ácido graxo essencial. Pode ser encontrado no óleo de prímula. Existem advertências sérias do FDA americano a respeito de medicações alternativas naturais e de possíveis efeitos colaterais graves, portanto este, como qualquer outro medicamento, mesmo “natural”, só deve ser usado mediante prescrição médica.

Na verdade, o melhor caminho  é consultar um médico ginecologista e descrever para ele todos os sintomas que a mulher sente antes e depois da menstruação.

O melhor medicamento é o que, sozinho ou associado, reduza os sintomas. Como esta síndrome está ligada à ovulação, muitas mulheres podem se beneficiar do uso da pílula anticoncepcional que suspende a ovulação. Nos Estados Unidos, a FDA aprovou a pílula Yaz® para mulheres que tem sintomas de TPM e desejam uma anticoncepção hormonal.

Já nos casos graves de desordem disfórica pré-menstrual é necessária uma medicação mais específica sendo que a medicação usada com melhores resultados são os anti-depressivos principalmente o Prozac (Fluoxetina). Estudos recentes mostram que esta medicação usada na menor dose possível e durante a fase de tensão pré-menstrual tem melhorado muito a qualidade de vida das mulheres que experimentam esta disfunção. Nos Estados Unidos chama-se Sarafem®. Também nestes casos a pílula anticoncepcional Yaz® pode ser usada.

Como aliviar a TPM?

  • Realize atividades que proporcionem bem-estar como passear no parque;
  • Faça uma atividade física. Pode ser uma caminhada ao ar livre, andar de bicicleta, nadar, ou jogar tênis. Isso ajuda a reduzir a tensão e melhorar a auto-estima;
  • Evite agendar compromissos importantes para os dias que antecedem a sua menstruação;
  • Procure se arrumar, mesmo que você não vá sair de casa, isso também ajuda a elevar a sua auto-estima;
  • Afaste os pensamentos negativos, seja otimista e mentalize coisas boas.
  • Procure fazer uma alimentação balanceada com verduras, frutas e legumes;
  • Prefira alimentos diuréticos que ajudam na eliminação de água, como: agrião, morangos, melancia etc.
  • Diminua o sal, ele ajuda a desencadear os inchaços, pois contribui na retenção de líquidos.

Consuma

  • Melancia: possui alta quantidade de magnésio, nutriente hormonal mais perdido em conseqüência das alterações hormonais no período da TPM. Além disso, contém bastante água, que ajuda a diminuir o inchaço.
  • Nozes e castanhas: ricos em ômega 3 e 6, essas oleaginosas estão relacionadas à melhora do humor e ajudam na TPM, regularizando o desequilíbrio hormonal característico do período.
  • Leite e derivados: rico em cálcio é um nutriente muito perdido e também muito importante durante esse período.

Evite

  • Frituras e alimentos gordurosos: por serem altamente calóricos e por conterem sal, esses alimentos ajudam na retenção de líquido aumentando o inchaço.
  • Refrigerantes: possui altas quantidades de sódio, que piora a retenção de líquidos, já comum nesta fase.
  • Álcool: a ingestão de bebidas alcoólicas, mal digeridas, pode formar gases – o que não é nada confortável.
  • Café e chá preto: assim como o refrigerante, essas bebidas contêm cafeína, um potente irritante. Muita atenção com o consumo desses alimentos durante essa época.

Fontes: Rede Farma VIP, Minha Vida, Via Mulher e Dieta Já

Para nós, ocidentais, meditar significa refletir a respeito de alguma coisa. No oriente, meditar é algo bem diferente. É entrar num estado de consciência onde se torna mais fácil compreender a si mesmo.

Nisargadatta Maharaj, um mestre indiano, nos explica com simplicidade no seu livro I am That:

“Nós conhecemos o mundo exterior de sensações e ações mas, do nosso mundo interior de pensamentos e sentimentos, nós conhecemos muito pouco. O objetivo primário da meditação é que nos tornemos conscientes e que nos familiarizemos com a nossa vida interior. O objetivo final é alcançar a fonte da vida e da consciência.”

O médico norte-americano William Collinge define meditação como “uma prática simples e tranquila, que encerra um poder extraordinário para auxiliar na resistência à doença e manter a saúde em geral”. Mas a meditação é muito mais que isso. Ela proporciona ao praticante a volta para dentro de si mesmo, para um ponto só acessado pelo indivíduo, em condições de absoluta serenidade.

Muitas doenças são auxiliadas exatamente por essa sensação da volta para casa, porque a meditação faz o caminho contrário.

Hoje em dia,  a sociedade moderna exige que o homem se afaste de seu eu interior, usando uma ou várias máscaras, a ‘persona’, a forma como nos comportamos em sociedade. Sentimentos como medo, insegurança, desejos, tristezas, não podem ser manifestados, por exemplo, em uma sala de reuniões. Para sobreviver no trabalho, o homem tende a agir de maneira que não é, porque alguns sentimentos não são politicamente corretos de serem expostos. A sociedade considera ‘de mau gosto’ falar de assuntos pessoais ou considerados ‘delicados’. E, geralmente, temas delicados são os temas verdadeiros, que o indivíduo vai adiando até encontrar o estresse. Isso colabora para que o homem se sinta sozinho com seus problemas, fragmentado, distanciado de sua verdadeira natureza.

A meditação é uma técnica que faz com que o indivíduo recupere e mantenha seu eixo, um centro, para onde pode retornar quando quiser. É como a ponta do compasso, que se bem fincada consegue traçar círculos perfeitos, sem que ela (o eixo) saia do lugar. Depois de anos de prática, a pessoa consegue se manter em seu eixo, mesmo estando no convívio social. Isso diminui a tensão e, conseqüentemente, fortalece as defesas imunológicas. É uma reação em cadeia que proporciona, muitas vezes, a cura de uma doença. É assim que a meditação provoca o equilíbrio e a harmonia psíquicos e esta técnica é fundamental no controle da dor, que é a manifestação física de um desconforto antes sentido pela mente, em muitos casos.

Técnicas de meditar

Concentração meditação – Esta centra a atenção na respiração, uma imagem ou um som para trazer a mente para descansar e para permitir uma maior consciência e clareza a surgir. A forma mais simples é sentar-se calmamente e centrar a atenção na respiração. Acredita-se que existe uma relação entre um estado de espírito da pessoa e sua respiração. Se uma pessoa está agitada, assustado ou ansioso, a respiração é rápida e irregular. Quando a mente está calma e composta, a respiração é lenta, profunda e regular.

Yoga Nidra concentração é uma forma de meditação. É um tipo de sono e psíquica que induz completa físico, mental e emocional relaxamento, mas ao mesmo tempo que mantém a consciência no nível mais profundo. Uma das práticas Yoga Nidra deitada e segue as instruções do professor. Um progressivamente relaxa os músculos, correndo atenção, através de diferentes partes do corpo. Isto é seguido pelo despertar de sensações ao pólo oposto, como peso e leveza. Cada parte do corpo é conhecido por ter diferentes controlo centro no cérebro. O movimento de sensibilização, através de diferentes partes do corpo relaxa-los e também apura vias nervosas do cérebro.

Baseadas meditação Zen – O indivíduo se senta quietamente e testemunhas que atravessa a mente sem se envolver com os pensamentos, imagens ou preocupações. Isso ajuda a ganhar uma tranqüilidade e um não-reativo estado de espírito.

Healing meditação sobre corações duplos – Esta é uma técnica avançada meditação. Algumas das principais chakras são as pontes para determinados níveis de consciência. O centro emocional do coração e do centro do coração divino, devem ser ativados para tornar canais de energias espirituais. Por concentração prolongada, pode receber uma iluminação.

Fonte: Boa Saúde, Orion Evolution e Scum Doctor

(do grego: pistia e do latim: Fides) é a firme convicção de que algo seja verdade, sem nenhuma prova de que este algo seja verdade, pela absoluta confiança que depositamos neste algo ou alguém.

A fé se relaciona de maneira unilateral com os verbos acreditar, confiar ou apostar, isto é, se alguem tem fé em algo, então acredita ,confia e aposta nisso, mas se uma pessoa acredita ,confia e aposta em algo, não significa, necessariamente, que tenha fé. A diferença entre eles, é que ter fé é nutrir um sentimento de afeição, ou até mesmo amor, pelo que acredita,confia e aposta.

É possível nutrir um sentimento de fé em relação a um pessoa, um objeto inanimado,uma ideologia, um pensamento filosófico, um sistema qualquer, um conjunto de regras, uma crença popular, uma base de propostas ou dogmas de uma determinada religião. A fé não é baseada em evidências físicas reconhecidas pela comunidade científica. É, geralmente,associada a experiências pessoais e pode ser compartilhada com outros através de relatos. Nesse sentido, é geralmente associada ao contexto religioso.

A fé se manifesta de várias maneiras e pode estar vinculada a questões emocionais e a motivos nobres ou estritamente pessoais[carece de fontes?]. Pode estar direccionada a alguma razão específica ou mesmo existir sem razão definida. Também não carece absolutamente de qualquer tipo de evidência física racional.

Ter fé faz bem a saúde

Diversos estudos comprovam a eficácia da fé na recuperação da saúde. Uma das funções das crenças religiosas pode ser a de alterar a atividade do sistema imunológico

:: Por Dr. Joel Rennó Jr. ::

Muitos autores estudam as possíveis relações entre religião e saúde. Embora haja opiniões e conclusões díspares, o que serve para polemizar ainda mais o tema, observamos uma certa tendência na aceitação de que a fé e a religião melhoram a saúde.

Um estudo realizado por Byrd em 1988, concluiu que pacientes religiosos sob cuidados de uma unidade coronariana tinham uma evolução melhor durante o período de internação. Sicher e colaboradores em 1998, publicaram um estudo com pacientes portadores de AIDS avançada. Eles constataram que no grupo de pacientes religiosos, havia um menor número de doenças oportunísticas, menor severidade da doença, menos hospitalizações e dias de internações. Apesar de ter sido um estudo com apenas 40 pacientes, e portanto, não definitivo, é um importante fator de adição à eficácia da religião.

Pesquisa recente elaborada pela Universidade de Duke (EUA) comprova que pessoas que adotam práticas religiosas apresentam uma chance 40% menor de terem hipertensão arterial, são menos hospitalizadas, tendem a sofrer menos de depressão nas diversas fases do tratamento e recuperação, além de terem um sistema imunológico mais fortalecido.

Em uma grande revisão sistemática, com cerca de 11mil estudos, baseados na relação religião- saúde (300 estudos na saúde física e 800 estudos na saúde mental) , comprovou-se uma correlação positiva entre maior envolvimento religioso, melhor saúde mental e física, e menor utilização de serviços de saúde. Em uma amostra americana de cerca de 20 mil adultos, atribuiu-se ao envolvimento religioso um prolongamento no tempo de vida em torno de sete anos.

A mentalidade dos médicos e algumas condutas profissionais, envolvendo fé, espiritualidade e saúde precisarão ser revistas. Um estudo recente (2004) realizado pela Universidade de Ohio (EUA), com 798 pessoas, constatou que cerca de 85% gostariam de discutir sua fé com o médico e 65% deles esperavam compreensão desse desejo por parte dos doutores.

Os religiosos geralmente estão mais interessados na imortalidade de suas almas, do que na mortalidade de seus corpos. Alguns acreditam ser a morte um verdadeiro marco, levado ao extremismo em determinados cultos. Isso pode ser um fator de confusão também nos estudos envolvendo mortalidade e religião. Muito mais do que a melhora da saúde física em si, os médicos deveriam estar mais preocupados com a melhora da qualidade de vida. Um estudo realizado por Reyes-Ortiz comprova a melhora da qualidade de vida em idosos religiosos.

A verdade é que algumas pessoas espiritualistas quando ficam doentes, aumentam suas participações em comportamentos que possam melhorar sua saúde, inclusive através de cultos religiosos que ensinam hábitos de vida mais saudáveis, como largar o tabagismo e o álcool, evitando-se, dessa forma, o desenvolvimento de cânceres de pulmão, estômago, cavidade oral, faringe, esôfago, laringe e bexiga. A sensação de pertencer a um grupo social, mantém os pacientes amparados com melhoria significativa da qualidade de vida.

Por que a fé ajuda na recuperação da saúde?Uma das funções das crenças religiosas pode ser a de alterar a atividade do sistema imunológico, prevenindo dessa forma o estresse. A alteração imunológica do indivíduo poderá levá-lo a maior propensão de apresentar doenças mediadas por fatores de imunidade. Um estudo concluiu que um aumento de interleucina-6 (fator imunológico) está aumentado no sangue de pessoas que não frequentam regularmente cultos religiosos, quando comparadas com pessoas praticantes. A interleucina-6, geralmente se encontra elevada no plasma de indivíduos submetidos ao estresse constante. Dessa forma, pessoas religiosas teriam mais “resistência” ao fatores estressores do dia-a-dia, ou seja, melhor adaptação psicológica.

As crenças ou atividades religiosas também podem produzir um estado de relaxamento do Sistema Nervoso Central (SNC), associado a uma diminuição da atividade do Sistema Nervoso Simpático, aumentando assim a resposta imunológica, e evitando-se dessa forma várias doenças picossomáticas. Por outro lado, estudos de neuroimagem recentes demonstram modificações significativas na produção de neurotransmissores com atuação em locais como o sistema límbico, que rege as emoções.

Benefícios da religião em relação à saúde
A religião pode melhorar a saúde promovendo práticas saúdáveis de vida, melhorando o suporte social, oferecendo conforto em situações de estresse e sofrimento e até alterando substâncias químicas cerebrais que regulam o humor e a ansiedade, levando-nos ao relaxamento psíquico. Portanto, a religião parece ser um fator psicossocial e até biológico benéfico na recuperação das doenças físicas e mentais.

luz2Independente dos possíveis mecanismos, se indivíduos recebem benefícios à saúde através de práticas religiosas, essas devem ser incentivadas, respeitando-se a individualidade de crença, contribuindo dessa forma, preventivamente, contra uma série de doenças e amenizando o sofrimento de vários pacientes.

Não cabe ao médico prescrever uma religião em particular ao paciente, e sim, encorajá-lo em trabalhos espirituais de sua escolha. As nossas crenças religiosas não devem ser prescritas aos pacientes que atendemos. Porém, nunca devemos ignorar o aspecto importante e positivo que a religiosidade apresenta nas saúdes física e mental do ser humano. Quando os profissionais não souberem como lidar com essas questões religiosas, deve haver um encaminhamento para padres, pastores ou rabinos de acordo com a escolha religiosa do paciente.

Concluindo, em função do grande interesse na espiritualidade da população geral, deve-se incentivar pesquisas científicas de qualidade na área, despindo-se sempre de valores individuais e voltando-se sempre ao apoio da escolha religiosa do paciente. Posturas extremistas, por parte de alguns pacientes, devem ser desaconselhadas pelos médicos, porque não adianta em nada substituir um tratamento médico por apenas práticas espirituais. O correto é sempre a perfeita integração e união com a medicina tradicional.

Dr. Joel Rennó Jr – Doutor em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da USP. Coordenador do Projeto de Atenção à Saúde Mental da Mulher-Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP

Após um dia do terremoto que atingiu a Itália. O Governo contabiliza 207 mortes, 1.500 feridos e 50 mil pessoas estejam desabrigadas. Prosseguem as buscas nos escombros por vítimas soterradas. Equipes de resgate usam escavadeiras e as próprias mãos em na busca por sobreviventes. A imprensa estima entre 10 mil e 15 mil o número de edifícios atingidos pelo terremoto, entre eles prédios novos e contruções do século 15. A cidade de Áquila é considerada um dos maiores tesouros arquitetônicos da Itália. Grande parte do centro de Áquila foi reconstruída após um terremoto em 1703.

O epicentro do tremor, que ocorreu às 3h32 desta segunda (horário local), 22h32 de domingo (horário de Brasília), foi localizado a 10 quilômetro de L’Aquila, 68 quilômetros a oeste da cidade de Pescara e 95 km ao nordeste de Roma. O Instituto de Geofísica dos EUA afirma que a magnitude do tremor foi de 6,3 graus, no entanto, o Instituto Nacional de Geofísica da Itália diz que foi de 5,8 graus. Os moradores de L’Aquila contam que os tremores começaram por volta das 22h30 locais de ontem (17h30 pelo horário de Brasília), embora a maioria tenha permanecido em suas casas até o abalo mais forte, registrado em torno das 3h30 de hoje (22h30 de ontem de Brasília).

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, declarou que “a situação organizativa é satisfatória” e que as autoridades estão “fazendo todo o possível para resgatar as pessoas sob os escombros”.  Além disso, o primeiro-ministro assegurou que 30 milhões de euros serão destinados de forma imediata aos desabrigados e que, por enquanto, não se faz necessária a ajuda de pessoal qualificado do exterior, lembrando que 35 países ofereceram “solidariedade e apoio” à Itália.

Apesar do mau tempo, os serviços de emergência prosseguem com seus trabalhos. Segundo afirmou à Agência Efe um dos funcionários da Defesa Civil na região, Arturo Vernillo, quanto mais tempo passar, mais difícil será encontrar desaparecidos com vida.

Como acontecem os terremotos?
Um terremoto é um tremor de terra que pode durar segundos ou minutos. Ele é provocado por movimentos na crosta terrestre, composta por enormes placas de rocha (as placas tectônicas). O tremor de terra ocasionado por esses movimentos é também chamado de “abalo sísmico”.

Essas placas se movimentam lenta e continuamente sobre uma camada de rocha parcialmente derretida, ocasionando um contínuo processo de pressão e deformação nas grandes massas de rocha. Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).

Como medir?
Os sismógrafos são instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações dentro da Terra e do solo. São formados por um corpo pesado pendente a uma mola, que é presa a um braço de um suporte preso num leito de rocha. Se a crosta terrestre é abalada por um terremoto, o cilindro se move e o pêndulo, pela inércia, se mantém imóvel e registra em um papel fotográfico as vibrações do solo.

Os terremotos são classificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas. A escala de Richter não tem limite máximo. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros.

No Brasil
O Brasil fica em cima de uma grande e única placa tectônica, ao contrário de outros países como os Estados Unidos e Japão. Nesses locais, existe o encontro de duas ou mais placas. As falhas entre elas são, normalmente, os locais onde acontecem os terremotos maiores. No Brasil, as falhas são apenas pequenas rachaduras causadas pelo desgaste na placa tectônica, que levam a pequenos tremores, como os que aconteceram em Brasília (DF), em 2000, em Porto dos Gaúchos (MT), o mais recente, em 1998, e em João Câmara (RN), em 1986 e em 1989. Além disso, em alguns Estados brasileiros são registrados tremores de terra. Os abalos são reflexos de terremotos com epicentro em outros países da América Latina.

Embora esteja localizado sobre o centro de uma placa tectônica, o Brasil não é imune a terremotos de grande magnitude, de acordo com o Observatório de Simologia da Universidade de Brasília (Obsis).

Os maiores terremotos ocorridos em solo brasileiro (na escala Richter):

São Paulo – ——————> 1922 ———> 5.1 pontos
Espírito Santo ————-> 1955———–> 6.3 pontos
Mato Grosso —————> 1955 ———-> 6.6 pontos
Ceará ————————> 1980 ———-> 5.2 pontos
Amazonas ——————> 1983 ———–>5.5 pontos
Rio Grande do Norte —–> 1986 ———–> 5.1 pontos
Minas Gerais —————> 2007 ———-> 4.9 pontos

Fonte: Folha Ciência e Saúde e Leoune

Imagem da Brotas Brasil.

O Bóia-cross  ou acqua ride é a prática esportiva, que tem como finalidade descer em grandes bóias redondas (pneus de tratores ou caminhões) pelo leito dos rios em níveis de corredeiras leves e moderados, podendo ser praticado por todas as pessoas de acordo com a dose de emoção desejada. O que antes era uma simples brincadeira de criança evoluiu e vem fazendo a cabeça dos apaixonados por aventura e pela natureza. É uma mistura de ação e tranqüilidade que se alternam. Para os amantes da aventura, basta uma bóia que a diversão é consequência. E uma das principais vantagens é que pode ser praticado o ano inteiro.

Descer o rio de bóia é uma atividade que dá muito prazer ao participante, por estar num rio de águas cristalinas,com corredeiras que dão ação e emoção, poder apreciar a fauna e flora existente as margens do rio.  Nos trechos mais tranquilos, dá para conversar, rir e apreciar a paisagem. Nos remansos o esforço é grande, o deslocamento da bóia se da pela remada dos braços, nas corredeiras é agarrar-se nas alças e curtir o balanço das ondas. Mini cachoeiras, pedras e arbustos em águas limpas garantem o verdadeiro prazer nesse esporte radical.  A prática do bóia cross melhora a força, o equilíbrio e a flexibilidade. Hoje, a modalidade exige também que o atleta use tênis, luvas especiais com formato de nadadeira e “canejoelheira” (equipamento que protege a canela e os joelhos).

boia-cross

Foto da Meire no Picasaweb

 Ao contrário do rafting, a performance no bóia cross depende somente de cada um. A descida do rio é feita em grupo de amigos, cada um em sua bóia. Mas, não é uma “competição” e sim uma ajuda mútua para chegarem todos juntos no final. A única competição é interna, com nossas limitações e emoções pela vida.

A primeira dica é equipar-se corretamente: com bóia, que podem variar de tamanho, mas tem que ser nova e não ter remendos, pois o sol forte pode fazer com que abram e deixem o esportista na mão;  cinto de segurança, para que a bóia fique presa a pessoa; cordin – é uma corda mais fina de mais ou menos 2 metros que vai ligar a pessoa à bóia, para que numa queda a bóia não desça rio abaixo; colete – principalmente para as pessoas não nadam com frequência, pois em alguns trechos existem alguns poços de águas profundas; e capacete para proteger a cabeça de pedras e quedas inesperadas. 

Há três modos de se descer o rio de bóia-cross: sentado na bóia, deitado de costa ou de barriga. Se você é novato no esporte, opte pela segunda posição, pois ajuda a direcionar a bóia. As quedas da bóia são inevitáveis. Braçadas e mais braçadas para fazer o deslocamento até chegar à melhor parte: as corredeiras.   A bóia é amarrada de forma a perder a formato de círculo e ganhar a forma de um oito ou melhor ainda a forma de um pequeno bote de borracha. A amarração ideal é a que não deixa circulação de água no interior da bóia. Utiliza-se para amarrar a bóia, uma fita ou corda em formato de anéis que apertam as laterais da bóia com um nó único que prensado no meio da bóia depois de cheia, faz com que fique praticamente inacessível e tenha uma melhor eficiência.

Foto do Correio de Uberlândia.

Perigos
Existem alguns trechos no rio com muitas pedras, onde o praticante tem que ficar atento para não se machucar.

Geralmente após as chuvas podem ter galhos caídos em alguns trechos do rio com pontas, que além de machucar o participante poderá furar a bóia.

O participante terá que ter cuidado com poços com águas profundas, principalmente os que não sabem nadar, para evitar esses problemas use sempre o colete salva vidas.

Em alguns trechos do rio poderemos encontrar troncos de árvores caídas, onde o praticante terá que tomar cuidado para desviar, pois a bóia poderá ser danificada.

Algumas vezes o rio poderá estar muito cheio, e deve-se tomar cuidado com as fortes correntezas.

Em trechos mais extensos, podem ocorrer a presença de cercas de arame farpado das propriedades vizinhas e o praticante deve ficar atento para que a bóia não seja furada e não se machucar.

Cuidado com a hipotermia (a diminuição da temperatura central do corpo abaixo do normal) devido ao tempo muito longo dentro d’água.

Imagem Montana Brasil

Imagem Brotas Brasil

Para não ficar na mão

  •  Não encher muito a bóia.
  • Fazer duas alças de borracha para carregar a bóia na volta.
  • Levar somente máquina fotográfica aquática.
  • Levar uma pequena mochila com alimentos energéticos.
  • Escolher sempre o caminho na água que tenha mais bolhas de ar.
  • Desviar de pedras e galhos batendo a mão.
  • Nunca descer o rio sozinho, pelo menos em três pessoas.
  • Nunca descer o rio com chuva e ou raios, perigo de morte.
Foto de Jeff.
Foto de Jeff.

A História

A modalidade nasceu no Brasil, na década de 1970, nas cavernas do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), no interior de São Paulo.  De acordo com Caio Picchi, presidente da Associação Brasileira de Acqua Ride (Abar), o esporte foi criado por pesquisadores, que entravam nos rios submersos do Petar utilizando câmaras de ar amarradas para carregar os equipamentos pesados. Depois do trabalho concluído, subiam nas câmaras para descer o rio.

Aos poucos, o esporte foi criando mais adeptos e, em 1983, foi realizado o primeiro campeonato. Picchi fez parte da turma que, junto com os pesquisadores, começou a descer o Rio Betari em 1978. Desde 1984,  todos os anos no carnaval é realizado o Campeonato Brasileiro de Acqua Ride. Em 1998, o até então Clube Acqua Ride de Jundiaí, se transformou em Associação Brasileira de Acqua Ride – ABAR, que hoje assume toda a responsabilidade de levar adiante o esporte que está sendo reconhecido pela Confederação Paulista e Brasileira de Canoagem, dando ao Acqua Ride a profissionalização, reconhecimento e regulamentando as regras para o esporte.  

Alguns locais para a prática ( O Brasil tá cheio de lugares muito legais, desculpa se eu esquecer alguns):

Foto Aracatinet.

São Paulo
– Rio Atibaia – Atibaia
– Rio Itapanhaú – Bertioga
– Rio Jacaré-Pepira – Brotas
– Rios das Antas – Bueno Brandão
– Rio Barra do Turvo – Barra do Turvo
– Rio Bethari – Iporanga
– Rio Branco – Itanhanhem
– Rio Preto – Joanópolis
– Rio Juquiá – Juquitiba
– Rios Guaxinduva e Piraí – Jundiaí
– Rio Jaguari – Pedreira
– Rio Paraíso – Peruíbe
– Rio Piracicaba – Piracicaba
– Rio do Peixe – São Francisco Xavier
– Rio do Peixe – Socorro
– Rios Assungui, Verde, Turvo, Branco e Cachoeira do Chá – Tapiraí

Imagem da Brotas Brasil.

Rio de Janeiro
– Rio Mambucaba – Maromba
– Rio Preto – Visconde de Mauá

Outras Localidades
– Faxinal-PR
– Rio Nhundiaquara – Morretes-PR
– Rio Cachoeira – Antonina-PR
– Rio Paranhana – Três Coroas-RS
– Rio Marimbus-BA
– Rio Formoso – Bonito-MS
– Rio Aquidauana-MS
– Rio Bonito-GO
– Rio Jaguari – Monte Verde-MG

Kaballah / Cabala

Publicado: 03/03/2009 por Kakao Braga em Atualidades, Psicologia & Comportamento
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Em hebraico significa recebimento. É considerado um conhecimento profundo e místico anterior a todas as religiões e do qual todos os caminhos se originam. Reúne as explicações místicas para os principais mistérios da existência, da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, da nossa condição no mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina.

Segundo a Cabala, estamos no mundo para receber em nosso coração o amor divino para voluntariamente transmiti-la ao semelhante, ultrapassando a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si meso. A cabala ensina que estamos no mundo para aprender a amar, doar-se e liberta-se do egoísmo. 

Para os estudiosos, a cabala se divide em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base nos livros Sefer Ietzirá, Bahir e Zohar); meditativo (utilizando palavras, textos e símbolos para aumentar a luz espiritual interna e a capacidade de ter uma maior consciência); prático (uso de forças, sons e formas cabalísticas) e cotidiano (desenvolvimento de uma atitude cotidiana que contrarie a natureza egoísta do homem e que afirme o desejo de amar os outros, revelando outra dimensão da compreensão e propiciando a evolução da consciência).

A maioria das pessoas, cerca de 85% da população, em algum momento da vida, independente da idade ou sexo, terá dor nas costas. Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde – OMS. 

A dor nas costas nãoé uma doença, mas sim um sintoma. Quando aparece, significa que algo de errado está acontecendo, mesmo que não se saiba ao certo o quê. A coluna é constituída por várias estruturas: ossos, discos, ligamentos, tendões, nervos, vasos sanguíneso e outros tecidos.

A dor pode ser causada por uma série de motivos que vai desde  postura inadequada (80% dos casos), carregar muito peso e passar boa parte do tempo sentado sem fazer alongamento, exercitar-se de forma incorreta, stress excessivo ou  problemas de desgaste (artrose) . A dor nas costas é diferente de pessoa para pessoa, depende do estilo de vida e ocupação de cada um. Caso seja passageira, a dor passa em poucos dias, mas se perdurar por mais de três meses é considerada crônica.

Numa recente estudo divulgado pela Pfizer, a dor nas costas ou lombalgia é apontada como uma das campeãs (40%), só perdendo para as dores de cabeça com 81% das respostas. A dor nas costas é considerada a mais prejudicial à atividade profissional (42%) e tira o sono de 43% dos entrevistados, perdendo apenas para a cólica renal (44%). Em relação à freqüência, a dor na coluna é presença constante na vida de 80% das pessoas – empatando com os processos inflamatórios nas articulações e anexos (80%), perdendo apenas para a cólica menstrual (94%). Para 69% dos brasileiros, a dor na coluna pode ser considerada crônica, ou seja, ocorre há mais de um ano. Quando ela é desconhecida, 66% das pessoas procuram algum tipo de ajuda – destes, 40% agendam uma consulta médica. Quando a dor não é novidade, somente 35% recorrem a alguém (42% consultam um médico).

Existem vários tipos de tratamentos possíveis que vão desde os remédios, terapias, programas de exercícios, injeções, procedimentos cirúrgicos, medicina alternativa, entre outras. Por esse motivo os profissionais da saúde recomendam que todo o tratamento deve ser feito após avaliação de um médico, por meio do histórico clínico ou exames físicos, para estabelecer as causas da dor. A automedicação pode retardar o diagnóstico adequado das etiologias da dor e, às vezes, até comprometer os resultados do tratamento.

Alguns fatores aumentam as chances de dores nas costas, como:

  • Envelhecimento e perfil genético: Com a idade, há um desgaste natural das estruturas que compõe a coluna, e quem tem um histórico familiar de problemas na região deve ficar ainda mais atento.
  • Fumo: O cigarro aumenta o risco de tumores, que podem atingir a coluna, e de osteoporose, com o agravante de os discos da coluna já serem mais porosos que os outros ossos.
  • Obesidade: O excesso de peso sobrecarrega as estruturas da coluna. A cada 10 Kg de sobrepeso, há um aumento de 25% no risco de ter dor nas costas.
  • Sedentarismo: A atividade física, especialmente os exercícios relacionados ao alongamento, é fundamental para manter a saúde da região.
  • Má postura: Manter uma postura adequada em atividades diárias, como sentar ou carregar objetos pesados, diminui a sobrecarga que essas atividades podem gerar nas costas.
  • Estresse: Problemas que afetam o estado emocional, como o estresse e a depressão, atingem a postura e geram uma contratura na musculatura das costas.

Para quem tem dores nas costas, ou se enquadra num dos perfis acima, o melhor remédio pode ser fazer exercícios físicos (alongamentos, caminhadas, natação, esportes em geral) regularmente, com o acompanhamento de instrutores, além de exames médicos, quando necessários. Dessa forma, evita-se dores nas costas no futuro, ou amenizará as já existentes.

Mais sobre o assunto, na internet:
Dores nas Costas
http://www.doresnascostas.com.br
HowStuffWorks – Como Tudo Funciona Saúde > Boa Forma > Como aliviar a dor nas costas – http://saude.hsw.uol.com.br/como-aliviar-a-dor-nas-costas.htm
Site Médico – Boa Forma  – Atividade Física > Dores nas costas: sintoma ou doença? – http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=1669
Alongamentos.com > Importância do Alongamento – http://www.alongamentos.com/importancia-do-alongamento.htm