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Pilotar uma moto é uma experiência única. Mas, tanto nos grandes centros, em viagens ou dirigindo apenas por puro prazer, o motociclista deve conhecer algumas regras básicas para garantir a sua segurança, a do carona e dos demais veículos. A Honda mantém em suas concessionárias cursos de aperfeiçoamento de pilotagem gratuitos.

Com aulas práticas e teóricas, O Centro de Treinamento Honda aborda desde temas como características e comandos da motocicleta, equipamentos de proteção, a postura, procedimentos de segurança, bem como agir em curvas, frenagem entre outros. Abertos aos interessados, os cursos são realizados periodicamente para homens e mulheres, a partir de 18 anos, devidamente habilitados, e que utilizem motos tanto para sua atividade profissional e transporte quanto para lazer.

De acordo com Sergio Tadeu Rodrigues, proprietário da concessionária STR Motos HONDA atingiu o total de 2.195 usuários treinados desde julho de 2007, “o objetivo desse trabalho é preparar o usuário para conduzir a moto de maneira correta, de acordo com as normas de trânsito, e conscientizar a todos a adotar procedimentos que minimizem o risco de acidentes”.

Após o curso todos recebem o Certificado de Participação do Curso com a chancela oficial da HONDA.

Em Osasco, as inscrições para o Curso podem ser feitas por telefone, Internet ou pessoalmente na STR Motos em Osasco, na Av. dos Autonomistas, 3.532 – Centro de Osasco – SP, fone: (11) 3463-8444, o site é www.strmotos.com.br.

Saiba onde encontrar os CETC’s em sua cidade:

*Cidade (Concessionária)

Bahia
Feira de Santana (Motopel)
Ipirá (Motopel)
Jequié (Wan Motos)
Salvador (Motopema)
Salvador (Novotempo)
Vitória da Conquista (Rodaleve)

Ceará
Fortaleza (Ceará Motos)
Juazeiro do Norte (Cariri Motos)
Sobral (Sobral Motos)

Maranhão
Imperatriz (Motoca)
São Luiz (Alvorada Motos)

Paraíba
Campina Grande (Gran Moto)

Pernambuco
Petrolina (Petrolina Motos)
Recife (Motoparts)

Rio Grande do Norte
Mossoró (Motoeste)
Natal (Cirne Motos)
Natal (Potiguar Norte)
Parnamirim (BR Motos)

Piauí
Campo Maior (Jotal)
Picos (New Motos)

Mato Grosso
Cáceres (Cometa M. Cáceres)
Sorriso (Moto Ideal Sorriso)
Várzea Grande (Moto Raça)

Mato Grosso do Sul
Corumbá (Caiobá)

Goiás
Jataí (Trial Moto)

Tocantins
Paraíso do Tocantins (Paraíso Motos)

Paraná
Paranaguá (Sambaqui Motos)
Maringá (Free Way)

Santa Catarina
Rio do Sul (Regata)
Chapecó (Gambatto)

Rio Grande do Sul
Bento Gonçalves (Motolife)
Caxias do Sul / Novo Hamburgo (Comoto Caxias)

Espírito Santo
Vitória (Conces. Vitória)

Minas Gerais
Alfenas (Avel Motos)
Belo Horizonte (Noa BH)
Caratinga (Rafa)
Conselheiro Lafaiete (Easy Way)
Nanuque (Moto Nanuque)
Teófilo Otoni (Moto Cidade)
Uberlândia (Duas Rodas)

Rio de Janeiro
Três Rios (Pontal Motos)
Rio de Janeiro (Noa RJ)

São Paulo
Araras (Mundial Araras)
Atibaia (Tsuji Motos)
Bauru (Super Moto)
Campinas (Saga Trends)
Cubatão (Cubatão Motos)
Itanhaém (Itanhaém Motos)
Lorena (Kadu Lorena)
Pirassununga (Peres Moto)
Ribeirão Preto (Santa Emília Castelo)
São José do Rio Preto (Faria Motos)
São Paulo (Akira Motos)
São Paulo (Moto Remaza Tatuapé)
Rio Claro (Espot Motor)
Osasco (STR Motos)
Sorocaba (Walk Motos)
Sorocaba (Intermotos)
Presidente Prudente (Cremone)
Registro (Bicudo Motos)
Itapetininga (Itapê Motos)
Itapira (Zanetti)

Para mais informações sobre as concessionárias, acesse o site www.honda.com.br

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Quem gosta de uma aventura sobre duas rodas já reparou como os textos sobre o assunto são longos, aqui vão algumas dicas rápidas:

1 – Pilotar na reta é fácil.. qualquer um faz.. é so acelerar.. mas será que voce faz certo?
Nas retas a melhor postura para pilotar é joelhos encostados no tanque, para que eles não criem resistência no ar e o ponto de equilíbrio da moto não seja alterado, nada de deixar o joelho aberto, deixe isso para as curvas.

2 – Para motos esportivas vale ficar colado ao tanque, para outros tipos de moto não…… pois voce estará alterando todo o centro de gravidade da moto e o máximo que vc vai conseguir é ficar com dor nas costas e tomar mais pedrada na cabeça, para motos nacked, vale encostar no tanque, desde que tenham uma bolinha na frente para cortar um pouco do vento… o queixo também é colado no tanque para que você veja em linha reta e não ter que ficar olhando para cima para conseguir ver a pista.

3 – Freie sempre antes da curva.. nunca dentro dela, sempre próximo a curva, erga o seu corpo, fique ereto e abra o joelho do lado da curva, isso ajuda a frear e a fazer o pêndulo.

4 – Faça o pêndulo somente se tiver certeza do que está fazendo, caso contrário é chão na certa, não utilize o pêndulo em curvas de baixa velocidade pois não tera força centrifuga suficiente para manter a moto puxando para fora da curva enquanto você para dentro, isso o levará ao chão.

5 – Utilize o contra-esterço para se posicionar na curva, cuidado… se puxar muito o contra-esterço e voltar rapidamente o guidão, a moto irá chicotear… típico moto para um lado, piloto para outro.

6 – Ao frear utilize sempre os 2 freios, esqueça 70 % dianteiro 30% o traseiro, pois na hora do aperto..você nem vai lembrar disso…. o correto é utilizare sempre os 2 freios, fique atento para o freio dianteiro, se frear muito bruscamente ele poderá travar a roda e levá-lo ao chão. Uma dica é, preste atenção sempre antes de travar a roda, ela trepida um muito suavemente, nesse momento solte o freio e freie novamente, se a moto tiver ABS, esqueça tudo isso…freie a vontade, somente cuidado para a traseira não subir ao utilizar muito o freio dianteiro.

7 – Ao pilotar com outras motos na estrada, mantenha uma boa distância entre elas, sempre utilize a técnica dos 2 segundos.. ou seja.. mantenha 2 segundos de distancia…. 1 segundo para vc perceber o que esta ocorrendo, outro segundo para voce decidir o que fazer… acha pouco??? pilotos de formula 1 fazem isso em 0,42 segundos, ou seja em menos de meio segundo, eles já detectam o que acontece e têm uma reação, pessoas normais sem os reflexos apurados levam certa de 0,4 segundos para perceber o que acontece e 0,5 para responder ao estímulo.

8 – Utilize sempre acessórios adequados, não adianta gordinhos utilizarem macacão, pois somente irão se sentir mais apertados, o ideal é o conjunto jaqueta e calça, para os magrinhos, macacão… luvas sempre justas com proteções tanto na palma como no dorso, botas firme no tornozelo mas com articulação vertical. Capacetes, sempre justos, para não ficar dançando na cabeça; no início pode parecer apertado, mas a segurança e o conforto estão aí.

9 -Check list da moto, correia esticada corretamente, lubrificada, freios, manetes, cabos, faróis, lanternas, piscas funcionando perfeitamente, e principalmente para São Paulo e grandes cidades: Buzinas ok. Uma dica preciosa é estar sempre alerta com a buzina, nunca buzine prolongadamente perto da pessoa, pois ela ficará assustada e isso tirará seus reflexos, o que fara ela ficar estática no lugar ao invés de recuar ou avançar.

10 – À noite em corredores de carros esqueça a buzina o melhor mesmo é o alerta do farol alto…. ou seja… pisque sempre o farol alto, para que os motoristas o veja, buzinar nesses momentos é quase sempre sem efeito, pois o cara vai estar dentro da carro com o som ligado e só vai ouvir a sua buzina quando voce já estiver muito próximo dele cerca de 15 metros e 15 metros a 60 km/h é menos do que 1 segundo, ou seja, ao ouvir sua buzina você já estará ao lado dele e ele já bateu em você… a luz caminha mais rápido do que o som… e isso dará a você quase um segundo de vantagem, e de moto qualquer meio segundo é o limite entre um acidente ou quase acidente.

Ah.. e a dica mais importante de todas.. fique sempre dentro da velocidade permitida para a via…. isso evita multas, mas se quiser dar uma esticadinha faça isso de forma consciente.. não invente de fazer isso domingo à tarde ou sábado logo pelo manhã, quando as rodovias estão cheias, e geralmente ou o motorista está com sono ou cansado ou até mesmo alcoolizado, pois as blitzes com bafômetro sumiram, pelo menos eu nunca mais as vi.

Fonte: www.roncoforte.com.br

motocross11O motocross é uma modalidade desportiva, praticada sobre as motos de estilo Enduro, são várias as categorias do Motocross, como: Arenacross, Trial e Enduro. Motocross (freqüentemente encurtou (MX) ou MotoX) é uma forma de motovelocidade ou Off road, que os pilotos sujeitaram circuitos de fora-estrada inclusos em circuito fechado e são considerados amplamente, como a forma mais popular do mundo de corrida de motocicletas.

Existem diversas motos fabricadas exclusivas para as competições de MotoCross, possuem geometria e suspensões especiais para resistir às imperfeições do terreno, os pneus usados têm forma diferenciada para poderem aumentar a tração das motos nos terrenos molhados. Os motores podem variar de 2 t e 4T, os motores 2T foram muito utilizados á algumas décadas atrás devido a facilidade de manutenção e pouca tecnologia existente na época, ofereciam alto torque em baixa e media rotação, os motores 4T mais modernos e usados recentemente possuem alta tecnologia, são projetados para oferecer a máxima potencia possível que ele pode oferecer, possuem ampla faixa de torque em média e alta rotação.

As Competições de MotoCross são geralmente realizadas em pistas fechadas com distancias que podem chegar a 1,5 Km, essas pistas incorporam características naturais do terreno com quantidades variadas de saltos, costelas e curvas. No Supercross a distancia dos saltos é maior que as de pista de MotoCross.

As corridas de MotoCross ocorrem tradicionalmente em terreno molhado. As provas são divididas em varias categorias, onde grosseiramente podemos dizer que são amadores e profissionais, nas provas realizadas pelos profissionais as baterias podem durar ate 20 minutos, nas baterias amadoras 10 minutos. A sinalização em uma prova de MotoCross ocorre geralmente por placas ou bandeiras, cada cor de bandeira tem um significado, quadriculada significa fim de prova, amarela diminuir velocidade e proibido ultrapassar, pois ocorreu um acidente á frente, azul dar ultrapassagem, vermelha desclassificado.

Demandas físicas
11713motocrossSalto dos Pilotos de MotocrossUm dos aspectos menos compreendidos do motocross que os não participantes não conhecem consiste no nível extremo da aptidão física requerido dos concorrentes. Aqueles alheios ao desporto supõem frequentemente que o piloto não está a fazer nada mais árduo do que conduzir um veículo motorizado em torno de um campo, exigindo do que dirigindo o carro da família em torno do bloco. Motocross exige muito fisicamente nos braços, no ombro, e nos glutes. O extremo entre controle, força, resistência, reflexo, raramente é observado em um piloto que, aparentemente é camuflado sobre uma proteção corporal quase que igualada a dos antigos cavaleiros medievais, capacete, coletes, luvas, botas, joelheiras, calça com proteção, camisa, protetor de coluna e pescoço, óculos, protetor de nariz, ou seja, alem do grande esforço o mesmo não tem a liberdade para transpirar, reação natural do corpo humano para resfriar a pele e conseqüentemente a corrente sanguínea. Sem esta liberdade de transpirar a temperatura do corpo sobe e exige ainda mais do piloto. Aos olhos do leigo, o salto é o ápice de uma corrida, porém para o piloto, o salto é o momento de descanço e relaxamento. As curvas e ultrapassagens são os pontos determinantes para um boa corrida.

Observando em detalhe ações de um piloto quando na velocidade em pista revela o por que. Ou devem manter o controle ultra-preciso de uma máquina que atravessa o terreno que a maioria de povos teriam a dificuldade e andam transversalmente ao manter tão a elevação de uma relação de velocidade possível. O piloto é montado em uma máquina que pesa pelo quase cem quilos e, em a maioria de nível profissional do elite, tem um motor que produza pelo menos cinqüenta cavalos-força. Os braços e os pés de um piloto estão no movimento constante durante uma prova, lutando pelo controle da motocicleta e absorvendo a energia produzida por aterrizagens de alta velocidade das alturas que excedem frequentemente vinte pés ou das colisões elevadas das pedaleiras, esse trabalho constante entre a motocicleta e o piloto. A força G produzida até os limites absolutos da força e da resistência de um piloto. Finalmente, uma prova de motocross típica dura pelo menos trinta minutos, mais duas voltas. Isso representa a metade de uma hora em que mais rapidamente o piloto o mais violentamente e freqüentemente é posto em teste. E não há nenhum pausa. Pelo menos não se um piloto espera ganhar. [Manuais dos fabricantes de motocicleta, AMA, CBM]

O instituto nacional da saúde do esporte em Englewood, Califórnia testou diversos pilotos profissionais de motocross nos anos 80 adiantados como parte de um estudo comparativo da aptidão cardio-vascular dos atletas das várias disciplinas. Os atletas da trilha, do futebol americano e do futebol foram testados, entre outros. Os resultados de teste cardiaco do stress e da força compilaram revelado lá que os assuntos dos motocross tiveram tão a elevação de um nível da aptidão quanto do que toda a outra disciplina testada. (o artigo original se publicou no compartimento de DirtBike em 1980. A entrevista com Lackey do Brad, campeão de Motocross do mundo e um dos participantes do teste pareceu no Racer X ilustrado em 2004 e recounted aqui)

Freestyle
motocrossO Freestyle Motocross (FMX), um desporto relativamente novo, não é corrida e está concentrado apenas em executar manobras acrobáticas enquanto salta de moto de motocross. O vencedor é escolhido por um grupo dos juizes. Os pilotos são pontuados pelo estilo, nível de dificuldade da manobra, melhor uso do percurso e reação dos espectadores também.

Uma manobra executada é o backflip (looping), que foi completamente executada em uma moto 250cc por Carey Cervo usando uma rampa especialmente projetada. Logo após, Mike Metzger executou esta manobra usando uma rampa padrão de freestyle e recepção de areia. [2] Mais recentemente, Mike Metzger fez realmente um Backflip sobre o Caesar’s Palace Fountains [3] . Alguns consideram o BodyVarial 360° a manobra mais difícil que está sendo executada neste tempo. Esta manobra, chamado também de Carolla, foi executada primeiramente por Chuck Carothers no XGAMES 2004. Antes disso, o Backflip 360°, ou Off-axis Backflip, foi considerada a manobra mais desafiadora. Um outro piloto que está levando o Freestyle a um novo nível é Travis Pastrana. Em 2005, ele executou o primeiro Duplo Backflip (Double backflip) do mundo. Nos XGAMES 2006, Travis executou o primeiro Duplo Backflip do Mundo (em público) – Com isso, ele ganhou medalha de ouro de melhor manobra.

Minibikes
O Pitster Pro, um minibike projetou especificamente para competir da Poço-Bicicleta. A mania a mais atrasada é adulto que compete nas motocicletas (50cc) diminutas chamadas minibikes ou Poço-Bicicletas. O conceito da Poço-Bicicleta era originalmente de modo que os pilotos sem redução dos motocross pudessem fàcilmente navigate os poços, a área designada para o estacionamento, e o ajuste – acima antes de um evento. A mania cresceu de lá. Os povos começaram “a hopping acima” das bicicletas e a competi-las uns contra os outros. Estes minibikes baratos projetaram para crianças pequenas são transformados frequentemente para o uso do adulto adicionando umas barras mais altas do punho, melhorando a suspensão, exaustão, plásticos. O outro “hop levanta” inclui os motores 75cc-147cc maiores, furados e frames reforçados. Nenhuma definição padrão de o que constitui uma poço-bicicleta por todas as saídas principais do corpo governando, mas a exigência normal é uns 12” de roda dianteira, e” a parte traseira uns 10. Nenhum dos 5 grandes manufatura (Honda, Yamaha, Suzuki, Kawasaki, e KTM) atualmente a oferta da “poço-bicicletas prontas raça”, porém algumas outras companhias estão começando a vender as bicicletas projetadas unicamente para esta finalidade. Estes incluem Pitster Pro, o SDG, e o MX de Sikk. A mania do minibike é predominatley em Califórnia do sul, mas está começando levantar-se na popularidade em outras áreas dos E.U. e do mundo. competir da Poço-bicicleta fêz exame de uma volta para mini-moto (Supermoto) também, geralmente competindo sobre vai-kart e trilhas apertadas, pequenas do veículo. Os cavaleiros desgastam geralmente uma combinação dos motocross e da engrenagem/couros streetriding.

Supermoto
Supermoto é uma invenção recente de motocicletas de Motocross em um circuito parte de cimento, parte de trilha Off road, com os pneus da “estrada” em vez dos pneus Off road. Algumas trilhas para estes eventos da raça têm saltos, berms, e gritam-dee-doos justo como trilhas verdadeiras dos motocross. Para eventos especiais, a trilha de Supermoto pode incorporar rampas do metal para os saltos que podem ser desmontados e feito exame a outras posições. As raças de Supermoto podem ocorrer no modificado vão-kart trilhas, estrada que competem trilhas, ou mesmo rua que compete trilhas. Há também umas classes para crianças tais como a classe 85cc.

Controladores Mundiais
7692motocrossO esporte é governado mundialmente pela Federação Internacional de Motociclismo, com federações em muitas nações.

Canadá – CMRC/motocicleta canadense Association/LDRMC
França – FFM
Irlanda – MCUI (que cobrem o console inteiro)
África do Sul – MSA
Suécia – SVEMO
Reino Unido – A união do ciclomotor, com outros corpos (unconnected) separados gosta do AMCA, do ORPA, do BSMA, e do YSMA.
Estados Unidos – Associação Americana de Motociclismo

A história
O alemão Gottlieb Daimler foi pai do motociclismo meio sem querer. Seu gênio incontestável contribuiu decisivamente para que se produzisse o motor a explosão Gottlied Daimler, alemão, é oficialmente o inventor da motocicleta, embora ingleses, franceses e italianos também reivindiquem para si esse título. Nascido em 1834, Daimler trabalhou na firma Otto & Langen, e depois foi diretor da fábrica Deutz. A partir de 1882, dedicou -se a seus próprios projetos, e em 1884 homologou a patente de um motor de combustão interna com ciclo de quatro tempos e cilindro horizontal – um grande avanço para época. Em 1885, construiu um motor mais aperfeiçoado – sempre monocilíndrico – que montou numa armação de madeira com duas rodas principais, ás quais acrescentou duas rodinhas laterais para manter o equilíbrio. Daimler não estava propriamente interessado em produzir um veículo de duas rodas, pois já estava projetando algo que viria a ser um automóvel. Isso fica claro quando se observa o contraste entre a perfeição do motor e a rusticidade da armação em que estava instalado – destinada apenas a sustentar o motor durante os ensaios. Essa máquina de Daimler, tão feinha, tinha características técnicas que revelavam a genialidade de seu construtor. Por exemplo, a transmissão do motor para a roda traseira era feita com a ajuda de uma correia comandada a partir do guidão. Esse guidão podia girar sobre si próprio. Girado num sentido, colocava a correia sob tensão. Girado no sentido oposto, o guidão afrouxava a correia e a acionava um freio sobre a roda. Era um mecanismo precursor do punho de aceleração. Como o guidão não estava fixo á coluna de direção, que ficava deslocada para trás, era preciso uma transmissão por correia que fazia a roda virar para a esquerda ou para a direita. Daimler construiu logo um segundo veículo no qual a transmissão final era feita por uma correia que ia desde o motor até um pinhão, que se engrenava sobre a coroa da roda. Nesse motor Daimler eliminou o guidão giratório: agora, o guidão se fixava diretamente na coluna de direção. Também o motor, que tinha uma cilindrada de 264cc, potência de 0,5 cv e um regime de giros de 700 rpm (bem elevado para a época), melhorara bastante. Uma caixa fixada ao lado do cabeçote continha os dispositivos de ignição e de distribuição. A alimentação fora aperfeiçoada: por uma alavanca o condutor regulava a entrada da mistura vinda do carburador. A lubrificação era feita gota a gota: uma engraxadeira deixava cair regularmente uma gota de óleo sobre o cilindro. A cada modelo, Daimler aprimorava as condições técnicas. E, mesmo motocross1que sua intenção não fosse a de construir uma motocicleta, ele acabou provando que um motor de combustão interna, pequeno e de pouco peso, podia muito bem ser utilizado como meio de transporte individual de duas rodas, com boa dirigibilidade e preços bem em conta.

História do Enduro
Enquanto o dia amanhece sobre uma bonita paisagem, ouve-se o barulho distante, entrecortado e irregular de um motor que “sofre”. Na medida em que o barulho vai ficando mais próximo, percebe-se num canto do cenário um estranho conjunto, percorrendo um caminho acidentado e enlameado que parece não levar a lugar nenhum. Com um pouco mais de atenção, pode-se identificar uma motocicleta. Sobre ela, uma figura humana coberta de barro, com o rosto congestionado e marcado pelo cansaço: um piloto de enduro. Enduro é uma palavra que vem de “endurance” que em francês quer dizer “resistência”. É uma modalidade esportiva muito particular.

Em poucas palavras, é um rally em todo-terreno. Os trajetos são desconhecidos e muito variados (trilhas, lamaçais, aclives e declives incríveis, travessia de riachos etc.). E as distâncias oscilam, em média, entre 100 e 300 quilômetros. Os participantes devem respeitar uma média horária a ser fornecida, e largam de um em um, ou então, em duplas, com intervalos entre si que variam de 30 segundos a 1 minuto. Só na hora da largada é que eles recebem uma planilha com o roteiro a ser seguido, contendo os trechos neutralizados (pontos em que é dado uma tempo que possibilita paradas), de deslocamento (que geralmente são trechos de cidade, com tempos bem razoáveis para serem percorridos), trechos de regularidade (com médias de tempo a serem seguidas) e, se for o caso, a indicação de testes especiais: velocidade, non stop (em que é proibido parar ou colocar o pé no chão), subida de montanhas, travessia de riachos, entre outros . Ao longo do caminho, estão distribuídos vários postos fiscais, para controlar o horário de passagem de cada um naquele ponto.motocross

Como o piloto nunca conhece previamente o percurso, ele não tem a mínima noção das dificuldades que irá encontrar. Além de “procurar” o caminho descrito no roteiro ele deverá se esforçar para andar sempre dentro da média horária estipulada pelos organizadores para aquele determinado trecho, pois nele poderá ter um posto de controle (PC), que tem o horário ideal da passagem de cada motociclista. Cada segundo de adiantamento ou de atraso em relação a esse horário significa um ponto perdido. Durante a prova, o piloto não pode receber ajuda externa, a não ser ferramentas, combustível e óleo lubrificante, sempre em locais predeterminados. Em alguns países, chega-se a “lacrar” diversas partes das motocicletas, para que se tenha absoluta certeza de que nenhuma delas foi substituída durante a prova. Se furar um pneu, o piloto terá de repará-lo sem nenhuma ajuda. Normalmente, nos enduros, há algumas provas de dificuldade (non stop) ou mesmo de velocidade, e para cada uma se aplicam critérios de penalização diferentes. Na verdade, os regulamentos apresentam uma variação pequena de um país para outro quanto a regras, penalização ou regulamentação. Portanto, para conhecer essas normas com todos os detalhes, é preciso procurar a federação de motociclismo local. Os enduros e as motos fora-de-estrada foram criados na Inglaterra.

9153MotocrossMas antes, na época da Primeira Guerra Mundial, já eram comuns as provas de trial (uma outra modalidade de prova fora-de-estrada, feita só de obstáculos): entre elas se podem destacar duas que eram clássicas por terem a duração de seis dias cada uma. Dá para imaginar seis dias inteiros de dificuldades com aquelas motocicletas imensas… Uma dessas provas, o Scottish Six Days Trial, criado em 1911, é disputada até hoje na Escócia e se conserva como trial, uma prova de obstáculos. E a outra, o English Six Days Trial – que daria origem ao enduro -, foi realizada pela primeira vez em 1913. Nessa época, para o deslocamento entre áreas de non stop se impunham médias cada vez mais altas e arriscadas. Então, o English enveredou pelo caminho da velocidade, até que finalmente os trechos de dificuldade foram totalmente suprimidos. Tinha nascido o enduro.

Esse enduro se popularizou, começou a ser disputado também em outros países e então abandonou o nome “English”, passando a se chamar International Six Days Trial (ISDT). Assim o nome “trial” permaneceu, embora a prova não seja dessa modalidade. Atualmente, existem o Campeonato da Europa do Enduro e o ISDT – que não vale para esse campeonato e se realiza em setembro, cada ano num país diferente. São admitidas motocicletas desde 50 cm3 até as de cilindrada superior a 750 cm3, dividas em várias classes.

Veja também:

 

Fonte: Wikipedia e Enciclopédia do Enduro