Posts com Tag ‘Meio Ambiente’

untitledUm pesquisador israelense criou um “termômetro” para diagnosticar os efeitos do aquecimento global sobre a agricultura e os recursos naturais. O professor Eyal Ben-Dor, da Universidade de Tel Aviv, desenvolveu uma vareta de solo ótica (Optical Soil Dipstick, OSD) que, inserida no solo, analisa as propriedades químicaslooking_down_on_earth e físicas e envia os dados para um computador. “É um instrumento para diagnosticar a saúde da terra”, diz Ben-Dor. “Com ele, poderemos finalmente ter um quadro acurado das condições da crosta terrestre”, conclui.

De acordo com especialistas, os cientistas sabem muita coisa sobre os efeitos do aquecimento global sobre as geleiras, por exemplo, mas desconhecem as conseqüências desse fenômeno sobre a agricultura e os mananciais. O equipamento já começou a ser usado na Califórnia (EUA), onde funciona como comprovação de que determinados cultivos estão livres de agrotóxicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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A preocupação com o meio ambiente está cada vez mais presente em todos os aspectos. A consciência ecológica diz que o certo seria preferir o transporte público, mas os meios de transporte em número reduzido, quase sempre lotados; os horários “apertados”, os inúmeros compromissos nem sempre permitem deixar o carro em casa. Mas, como minimizar os efeitos do uso de automóveis?

São várias as maneiras:

  • Fazer periodicamente a manutenção do veículo e manter a emissão de poluentes dentro dos padrões recomendados pelo CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente.  
  • Abastecer com gás natural ou álcool, combustíveis considerados menos poluentes.
  • Entregar pneus velhos nos centros de reciclagem. Um pneu pode levar até 600 anos para se decompor nos aterros sanitários.
  • Manter sempre no carro uma sacola para a coleta de lixo. Tudo o que é jogado pela janela nas ruas é levado pelas chuvas para as redes de esgoto que os levam aos rios.

Fonte: Expansão São Paulo

A preservação do meio ambiente é a prática sustentável mais valorizada pelo consumidor nacional, na opinião de 97% das empresas nacionais ouvidas em pesquisa, seguida pela reciclagem (94%) e pelo uso de energias renováveis (83%).

Os dados fazem parte da pesquisa “A Cadeia da Sustentabilidade”, realizada com 115 empresas atuantes no País, entre os dias 20 de março e 02 de abril deste ano, pela Deloitte, organização empresarial que presta serviços de consultoria e auditoria.

Segundo o levantamento, ao opinar sobre as principais medidas ou políticas que um consumidor responsável considera importante para a preservação da qualidade de vida no planeta, as instituições mostram, indiretamente, terem plena ciência de que suas ações contribuem para a cadeia da sustentabilidade.

Dessa forma, outros itens citados por elas como importantes para o cliente foram: respeito aos direitos humanos (75%), programas de eficiência energética (75%), proteção à saúde humana (74%), gerenciamento de resíduos (73%), tratamento de água e saneamento básico (73%), informação e educação (64%), respeito aos direitos dos consumidores (63%) e mudanças nos padrões de consumo (57%).

O cliente manda
Ainda de acordo com o estudo, as empresas já perceberam que as práticas de sustentabilidade são percebidas como fatores imprescindíveis de diferenciação em um mercado competitivo. Por isso, cerca de 40% das pesquisadas disseram já terem alterado seus produtos e processos de produção, por exigências dos consumidores.

Entretanto, apesar de citarem a preservação do meio ambiente como item mais relevante para o cliente, apenas 13% das empresas investem em fundos de preservação ambiental, sendo que 55% assumem não investir e nem pretender fazer algo neste sentido.

Entre as medidas mais adotadas pelas empresas, estão a racionalização do uso de recursos naturais (76%), programas de responsabilidade social para funcionários (72%), programas de gerenciamento de resíduos (69%), programas de responsabilidade social para a comunidade (64%), diagnósticos de riscos sociais e ambientais (59%), programa de eficiência energética (56%) e investimento em tecnologias limpas (53%).

Fonte: UOL

Ir até o mercado fazer compras talvez não seja tão bom para a natureza quanto usar o serviço de entrega, de acordo com pesquisa da Universidade de Exter, no Reino Unido.

O estudo comparou a emissão de gás carbônico das viagens feitas até o mercado com a produzida pelos carros que entregam os produtos e concluiu que o serviço de “delivery” emite menor quantidade per capita da substância.

Fonte: Folha Online

Após três anos seguidos de queda, a taxa anual de desmatamento na Amazônia voltou a aumentar. Entre agosto de 2007 e julho de 2008 foram desmatados 11.968 quilômetros quadrados – 3,8% a mais que os 11.532 km2 do período anterior. A notícia foi divulgada pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara, na sede da instituição em São José dos Campos (SP).

Especialistas Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e por 29 instituições de pesquisa em todo o mundo alertam para os possíveis prejuízos gerados pelo desmatamento da floresta amazônica. “O Brasil precisa pensar a preservação da Amazônia como uma questão econômica e que terá impacto direto em suas exportações e produção agrícola nos próximos 50 anos”, afirmou Pavan Sukhdev, chefe da divisão econômica do Pnuma e ex-banqueiro do Deutche Bank. “Os cálculos apontam para prejuízos a médio e longo prazo de US$ 1 trilhão para a região, o que acarretaria uma queda drástica nas exportações, na produção, a necessidade de importar alimentos, perda de postos de trabalho e queda em geral nas economias das regiões mais afetadas”, disse.

A Amazônia abriga 33% das florestas tropicais do planeta e cerca de 30% das espécies conhecidas de flora e fauna. Hoje, a área total vítima do desmatamento da floresta corresponde a mais de 350 mil Km2, a um ritmo de 20 hectares por minuto, 30 mil por dia e 8 milhões por ano. Com esse processo, diversas espécies, muitas delas nem sequer identificadas pelo homem, desapareceram da Amazônia. Sobretudo a partir de 1988, desencadeou-se uma discussão internacional a respeito do papel da Amazônia no equilíbrio da biosfera e das conseqüências da devastação que, segundo os especialistas, pode inclusive alterar o clima da Terra.

“A Amazônia não é uma questão ambiental. É uma questão econômica”, disse Sukhdev. “O governo brasileiro precisa entender que preservar a floresta não é um luxo, mas logo será uma necessidade econômica”, afirmou. Entre 2000 e 2005, 48% da perda de cobertura florestal no mundo ocorreu no Brasil. 13% da perda ocorreu na Indonésia.

Os estudos apontam que substituir a Amazônia custaria pelo menos US$ 100 bilhões apenas em projetos para o fornecimento de água no restante do país. Para os especialistas, apenas o valor da Amazônia gerando as chuvas no sul e centro do continente já seria um motivo suficiente para proteger a floresta. A avaliação dos cientistas é de que a Amazônia seria a melhor “bomba de água” e o mais eficiente projeto de irrigação do planeta.

Os estudos foram feitos por uma rede de institutos de pesquisa de 19 países conhecida como Global Canopy Programme e pela ONU. O levantamento, usando dados do cientista brasileiro Antônio Nobre, aponta que 20 bilhões de toneladas de água evaporam todos os dias da região amazônica. Parte dessa água acaba chegando ao Cone Sul do continente, área mais fértil da América do Sul e considerada como celeiro do mundo nas próximas décadas. A água também abastece uma quantidade importante de rios que vão garantir a qualidade de terras na Argentina e Paraguai.

Para compensar a perda da floresta, os especialistas alertam que o Cone Sul teria de contar com 50 mil das maiores usinas de energia trabalhando 24 horas por dia para garantir o abastecimento de água a todo o território cultivável. “A floresta faz isso de graça”, alertou Sukhdev.

A Amazônia é um dos poucos redutos do planeta onde ainda vivem povos humanos primitivos, dezenas de tribos que espalham-se em territórios dentro da mata, mantendo seus próprios costumes, linguagens e culturas, inalterados por milhares de anos. Antropólogos acreditam que ainda existam povos primitivos desconhecidos, vivendo nas regiões mais inóspitas e inacessíveis. As características do clima e do solo da região amazônica, pouco propícias à conservação de materiais, não deixaram muitos vestígios sobre a vida dos povos pré-colombianos. Mas o patrimônio arqueológico é precioso, com registros que chegam a 10.000 a.C. A riqueza da cerâmica, com suas pinturas elaboradas, demonstra que muitos desses povos atingiram um estágio avançado de organização social, sempre guiados por uma forte relação com a natureza.

(Fontes: Ambiente em Foco, Greenpeace, Socioambiental)