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A Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (ABETA), em conjunto com o Programa de Promoção e Comercialização Nacional, divulgou os dados de uma pesquisa realizada para saber qual é o perfil do turista de aventura no Brasil.  O levantamento foi feito com pessoas entre 18 e 59 anos de idade, que viajaram no Brasil nos últimos 12 meses, que pagam ou pagariam por uma viagem de turismo de aventura ou ecoturismo, residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, entre outras amostras.

A pesquisa revelou que muitos brasileiros procuram as viagens voltadas para o contato com a natureza, seja para diversão ou prática de atividades. No último ano, a média nacional de viagem dentro do Brasil foi de 5,3 vezes; e de acordo com a classe social, o número de passeios aumenta. Dentre os pesquisados, os mineiros são os mais viajantes, com 5,47 vezes ao longo de doze meses, seguidos dos paulistas com 5,14.

Das 904 pessoas que responderam às perguntas, 32% preferem a região Nordeste do Brasil para viagens de natureza e aventura, seguido de perto, com 25%, pelos que optaram pela região Sudeste. A região Centro-Oeste ficou com 13% e Norte e Sul do país com 9% cada. A busca em cada região, ou pelo menos o que os pesquisados mais valorizam na busca pelo seu destino são cachoeiras, rios e mares, com a preferência de 46%.

As atividades
Das 24 atividades apresentadas, o bugue e a cavalgada lideram a pesquisa das atrações já praticadas, com 36% cada. Em seguida, aparece a caminhada (31%), tirolesa (27%), observação da vida selvagem (22%), mergulho (21%) e canoagem (20%).  E a avaliação feita pelos turistas foi positiva: nenhuma das atrações teve nota média abaixo de 7,5. Entre as mais pontuadas, ficaram o mergulho e o rafting, com 9,07 e 9,06 respectivamente; e o bungee jump, com 8,98 da média.

Ainda em busca de opções, 70% desejam praticas mergulho e andar de bugue, 61% realizar a observação da vida selvagem, andar de quadriciclo e veículos 4×4 e voar de balão.

Dentre os analisados na pesquisa, os clientes atuais, que estão abertos a qualquer aventura, são a maioria, ocupando 68% da análise. Os clientes convictos, que já estão no mercado e que já praticaram mais de 10 atividades de aventura são a menor faixa, com 4%. Os que nunca praticaram, mas tem intenções de realizar algum esporte totalizam 28%.

Fonte: Webventure

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Petar tem mais de 300 cavernas.

Petar tem mais de 300 cavernas.

Turismo – Localizado no sul do Estado de SP, nas cidades de Apiaí e Iporanga, está o PETAR. Parque com mais de 300 cavernas, dezenas de cachoeiras, trilhas, comunidades tradicionais e quilombolas, sítios arqueológicos, paleontológicos… é realmente um verdadeiro paraíso escondido entre vales e montanhas.

Criado por um decreto, em 1958 (Governo do Estado de SP), com cerca de 35 mil hectares de Mata Atlântica preservada, tornou-se depois da década de 90 um dos locais perfeitos para a prática de alguns esportes radicais, com espeleo, rapel, bóia cross, cascading, bike e, de algumas atividades, como educação ambiental e fotografias.

No Petar você irá encontrar milhares de espécies de aves, mamíferos de grande porte, como pacas, antas, bugios, e muitas espécies de bromélias, orquídeas, palmito juçara, alem de uma imensa quantidade de córregos e rios com águas transparentes.

As cavernas existentes oferecem vários níveis de desafios. Há desde cavernas com enormes rios, escaladas, mergulhos e rapeis à cavernas com estruturas turísticas, escadas, passarelas e pontes.

Existem 4 Núcleos de Visitação no PETAR, todos prá facilitar o controle de turistas e proteger de forma mais organizada esse rico patrimônio. Eles estão localizados estratégicamente, como o Núcleo do Ouro Grosso, que fica no Bairro da Serra (Iporanga) e serve de base de apoio para cursos de monitoria ambiental, seminários, reuniões e de alojamento para escolas públicas.

Somente 12 cavernas do PETAR estão abertas.

Petar atrai cientistas e eco turistas do Brasil inteiro. Sua principal atração são as cavernas cheias de estalactities e formações rochosas surpreendentes.

Petar atrai cientistas e eco turistas do Brasil inteiro. Sua principal atração são as cavernas cheias de estalactities e formações rochosas surpreendentes.

Conheça um pouco mais dos Núcleos:

Núcleo de Santana: é o mais visitado do PETAR e onde estão algumas das principais cavernas, como Caverna de Santana, Caverna do Morro Preto e Caverna da Água Suja, além de cachoeiras magnificas: Cachoeira das Andorinhas e Couto. Está localizado próximo ao Bairro da Serra (Iporanga) e do Núcleo Ouro Grosso, onde ficam a maioria das pousadas e campings. Clique aqui para acessar a página do Núcleo de Santana

Núcleo Caboclos: é um núcleo isolado do restante do PETAR. Nele estão as Cavernas da Teminina e Desmoronada. Magníficas. O acesso à essas cavernas não são tão fáceis. Único núcleo a possuir área para camping (dentro do parque). Somente a Caverna da Teminina e do Complexo Aranhas / Chapéu estão abertas a visitação. Clique aqui para acessar a página do Núcleo Caboclos.

Núcleo Casa de Pedra: nesse núcleo está a Caverna Casa de Pedra, caverna com o maior pórtico do mundo, cerca de 215 metros de altura. É permitido somente visitar o pórtico dela. Sendo a entrada proibida.

Desbravando a Caverna do Lambari.

Desbravando a Caverna do Lambari.

Núcleo Ouro Grosso: está localizado junto ao Bairro da Serra. Tem como principal atrativo a Caverna do Ouro Grosso, considerada por muitos a caverna mais díficil de se fazer do PETAR e a Caverna do Alambari de Baixo.

O uso de lanternas, calça (até o tornozelo) e camiseta são necessários em todas as cavermas. Além de uma boa dose de energia e animação.

Não venha ao PETAR antes de contratar seu monitor local e se possível, agendar seu passeio, pois as cavernas possuem capacidade de carga.

Esportes Radicais
Petar é o local perfeito para a prática de esportes radicais. Opções não faltam.

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