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Passar entre as árvores através de pontes suspensas integradas ao ambiente sem comprometer a vegetação ou o visual da mata, possibilitando a ampla observação dos pássaros e animais silvestres. Assim é o arborismo ou arvorismo, em algumas grafias. O vocábulo ARVORISMO é formado a partir da palavra portuguesa árvore;  já ARBORISMO é formado a partir da raiz latina.

As primeiras práticas de Arvorismo foram registradas na Europa em meados dos anos 90. Inicialmente a atividade era feita por pesquisadores (botânicos, biólogos, ornitólogos, etc.) com a intenção de estudar espécies encontradas nas copas das árvores como pássaros, bromélias, entre outras. Para facilitar o acesso e a circulação nesse ambiente, os cientistas utilizavam cordas e montavam passarelas de observação nos troncos das árvores maiores.

Gradativamente foram desenvolvidos diversos tipos de travessias entre as árvores, utilizando-se cordas e posteriormente cabos de aço quando se objetivava montar estruturas para uso mais intenso. Dessa prática surgiu a utilização puramente recreativa desses acessos e travessias, combinando a observação privilegiada do ambiente natural do dossel com uma atividade física moderada, ambos bastante prazerosos. Com isso, praticantes de esportes verticais foram aperfeiçoando as técnicas, fazendo com que o esporte hoje se tornasse uma modalidade ecológica tão apreciada.

O Arvorismo atualmente faz sucesso no Mundo todo. Recém chegada ao Brasil, essa modalidade consiste em atravessar percursos acrobáticos feitos através de pistas montadas próximas à copa das árvores com utilização de técnicas de rapel e tirolesa. O arborismo não só dá a oportunidade de se aventurar, mas também contemplar a mata de um outro ângulo, o mesmo ângulo de um pássaro.

Através de escadas de cordas, tirolesas, pontes, rappéis, falsas baianas e uma miríade de técnicas que só tem limite na criatividade humana, pode-se subir até a copa das árvores, passar de árvore em árvore em circuitos que duram de poucos minutos até horas, ver de perto flores que só existem lá em cima, contemplar a vista geralmente reservada aos pássaros e sentir o vento penetrando nas folhas. Numa perspectiva diferente e bela este mundo pode ser explorado com toda a segurança.

O esportista precisa percorrer os diferentes circuitos suspensos que ficam a cerca de 7 metros do chão, bem no alto das árvores, na medida em que se ultrapassa o percurso, a dificuldade vai aumentando em cada trajeto o que também permite uma adaptação gradual à altura e a prática.

Além de estimular o contato do homem com a natureza e a conscientização para sua preservação, o praticante melhora suas habilidades em termos de equilíbrio, coordenação, confiança e principalmente concentração. O Arvorismo pode ser feito por crianças a partir de doze anos e adultos de qualquer idade, sendo exigido somente altura mínima de um 1536345metro e quarenta. Para a segurança os esportistas estão sempre amarrados a cabos de aço para que não haja nenhum risco.

Porém, além da experiência de conhecer a natureza própria da copa das árvores, o arborismo também agrega outras experiências fascinantes. Ao se praticar o arborismo, também tem-se um contato com o mundo das alturas. Com o auxílio de equipamentos adequados e algum auxílio especializado, pode-se desfrutar de muitas emoções, normalmente reservadas aos macacos e acrobatas, e passar de árvore em árvore, balançando, saltando, se equilibrando, voando, flutuando, ou de outras maneiras sem fim voltando em segurança para o chão.

Esta prática está se difundindo na América Latina através da Costa Rica, onde um grande circuito da floresta equatorial tem ganho notoriedade mundial.

Alguns lugares onde Praticar:

– Bonito no Mato Grosso do Sul é uma ótima opção para a prática do Arvorismo, principalmente ao redor das trilhas do Rio Formoso. Depois de praticar o esporte, aproveitarborismoe para um banho na Cachoeira do Rio Formoso.

– Muito procurado pelos praticantes, o Parque Estadual Campos do Jordão/SP é um ótimo lugar para os arvoristas, principalmente por sua localização, bem na Serra da Mantiqueira.

– O recém inaugurado Parque de Aventuras em Balneário Camboriú/SC também é muito procurado, além de praticar o esporte é possível se apreciar as características da Mata Atlântica local.

– O Costão do Santinho/SC possui uma área de 700 metros de pura Mata Atlântica preservada, por isso foi construído o maior circuito de Arvorismo do país para receber turistas e admiradores do esporte.

– Bem em Petrópolis/RJ, a Pousada Cabanas Açu montou um circuito próprio para iniciantes, com obstáculos e altura aceitáveis a quem não está acostumado a pratica-lo.

– A cidade de Brotas/SP possui um grandioso circuito específico para a prática do Arvorismo que fica no Sítio Sete Quedas onde também são oferecidas outras modalidades de esportes radicais.

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Imagem da Brotas Brasil.

O Bóia-cross  ou acqua ride é a prática esportiva, que tem como finalidade descer em grandes bóias redondas (pneus de tratores ou caminhões) pelo leito dos rios em níveis de corredeiras leves e moderados, podendo ser praticado por todas as pessoas de acordo com a dose de emoção desejada. O que antes era uma simples brincadeira de criança evoluiu e vem fazendo a cabeça dos apaixonados por aventura e pela natureza. É uma mistura de ação e tranqüilidade que se alternam. Para os amantes da aventura, basta uma bóia que a diversão é consequência. E uma das principais vantagens é que pode ser praticado o ano inteiro.

Descer o rio de bóia é uma atividade que dá muito prazer ao participante, por estar num rio de águas cristalinas,com corredeiras que dão ação e emoção, poder apreciar a fauna e flora existente as margens do rio.  Nos trechos mais tranquilos, dá para conversar, rir e apreciar a paisagem. Nos remansos o esforço é grande, o deslocamento da bóia se da pela remada dos braços, nas corredeiras é agarrar-se nas alças e curtir o balanço das ondas. Mini cachoeiras, pedras e arbustos em águas limpas garantem o verdadeiro prazer nesse esporte radical.  A prática do bóia cross melhora a força, o equilíbrio e a flexibilidade. Hoje, a modalidade exige também que o atleta use tênis, luvas especiais com formato de nadadeira e “canejoelheira” (equipamento que protege a canela e os joelhos).

boia-cross

Foto da Meire no Picasaweb

 Ao contrário do rafting, a performance no bóia cross depende somente de cada um. A descida do rio é feita em grupo de amigos, cada um em sua bóia. Mas, não é uma “competição” e sim uma ajuda mútua para chegarem todos juntos no final. A única competição é interna, com nossas limitações e emoções pela vida.

A primeira dica é equipar-se corretamente: com bóia, que podem variar de tamanho, mas tem que ser nova e não ter remendos, pois o sol forte pode fazer com que abram e deixem o esportista na mão;  cinto de segurança, para que a bóia fique presa a pessoa; cordin – é uma corda mais fina de mais ou menos 2 metros que vai ligar a pessoa à bóia, para que numa queda a bóia não desça rio abaixo; colete – principalmente para as pessoas não nadam com frequência, pois em alguns trechos existem alguns poços de águas profundas; e capacete para proteger a cabeça de pedras e quedas inesperadas. 

Há três modos de se descer o rio de bóia-cross: sentado na bóia, deitado de costa ou de barriga. Se você é novato no esporte, opte pela segunda posição, pois ajuda a direcionar a bóia. As quedas da bóia são inevitáveis. Braçadas e mais braçadas para fazer o deslocamento até chegar à melhor parte: as corredeiras.   A bóia é amarrada de forma a perder a formato de círculo e ganhar a forma de um oito ou melhor ainda a forma de um pequeno bote de borracha. A amarração ideal é a que não deixa circulação de água no interior da bóia. Utiliza-se para amarrar a bóia, uma fita ou corda em formato de anéis que apertam as laterais da bóia com um nó único que prensado no meio da bóia depois de cheia, faz com que fique praticamente inacessível e tenha uma melhor eficiência.

Foto do Correio de Uberlândia.

Perigos
Existem alguns trechos no rio com muitas pedras, onde o praticante tem que ficar atento para não se machucar.

Geralmente após as chuvas podem ter galhos caídos em alguns trechos do rio com pontas, que além de machucar o participante poderá furar a bóia.

O participante terá que ter cuidado com poços com águas profundas, principalmente os que não sabem nadar, para evitar esses problemas use sempre o colete salva vidas.

Em alguns trechos do rio poderemos encontrar troncos de árvores caídas, onde o praticante terá que tomar cuidado para desviar, pois a bóia poderá ser danificada.

Algumas vezes o rio poderá estar muito cheio, e deve-se tomar cuidado com as fortes correntezas.

Em trechos mais extensos, podem ocorrer a presença de cercas de arame farpado das propriedades vizinhas e o praticante deve ficar atento para que a bóia não seja furada e não se machucar.

Cuidado com a hipotermia (a diminuição da temperatura central do corpo abaixo do normal) devido ao tempo muito longo dentro d’água.

Imagem Montana Brasil

Imagem Brotas Brasil

Para não ficar na mão

  •  Não encher muito a bóia.
  • Fazer duas alças de borracha para carregar a bóia na volta.
  • Levar somente máquina fotográfica aquática.
  • Levar uma pequena mochila com alimentos energéticos.
  • Escolher sempre o caminho na água que tenha mais bolhas de ar.
  • Desviar de pedras e galhos batendo a mão.
  • Nunca descer o rio sozinho, pelo menos em três pessoas.
  • Nunca descer o rio com chuva e ou raios, perigo de morte.
Foto de Jeff.
Foto de Jeff.

A História

A modalidade nasceu no Brasil, na década de 1970, nas cavernas do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), no interior de São Paulo.  De acordo com Caio Picchi, presidente da Associação Brasileira de Acqua Ride (Abar), o esporte foi criado por pesquisadores, que entravam nos rios submersos do Petar utilizando câmaras de ar amarradas para carregar os equipamentos pesados. Depois do trabalho concluído, subiam nas câmaras para descer o rio.

Aos poucos, o esporte foi criando mais adeptos e, em 1983, foi realizado o primeiro campeonato. Picchi fez parte da turma que, junto com os pesquisadores, começou a descer o Rio Betari em 1978. Desde 1984,  todos os anos no carnaval é realizado o Campeonato Brasileiro de Acqua Ride. Em 1998, o até então Clube Acqua Ride de Jundiaí, se transformou em Associação Brasileira de Acqua Ride – ABAR, que hoje assume toda a responsabilidade de levar adiante o esporte que está sendo reconhecido pela Confederação Paulista e Brasileira de Canoagem, dando ao Acqua Ride a profissionalização, reconhecimento e regulamentando as regras para o esporte.  

Alguns locais para a prática ( O Brasil tá cheio de lugares muito legais, desculpa se eu esquecer alguns):

Foto Aracatinet.

São Paulo
– Rio Atibaia – Atibaia
– Rio Itapanhaú – Bertioga
– Rio Jacaré-Pepira – Brotas
– Rios das Antas – Bueno Brandão
– Rio Barra do Turvo – Barra do Turvo
– Rio Bethari – Iporanga
– Rio Branco – Itanhanhem
– Rio Preto – Joanópolis
– Rio Juquiá – Juquitiba
– Rios Guaxinduva e Piraí – Jundiaí
– Rio Jaguari – Pedreira
– Rio Paraíso – Peruíbe
– Rio Piracicaba – Piracicaba
– Rio do Peixe – São Francisco Xavier
– Rio do Peixe – Socorro
– Rios Assungui, Verde, Turvo, Branco e Cachoeira do Chá – Tapiraí

Imagem da Brotas Brasil.

Rio de Janeiro
– Rio Mambucaba – Maromba
– Rio Preto – Visconde de Mauá

Outras Localidades
– Faxinal-PR
– Rio Nhundiaquara – Morretes-PR
– Rio Cachoeira – Antonina-PR
– Rio Paranhana – Três Coroas-RS
– Rio Marimbus-BA
– Rio Formoso – Bonito-MS
– Rio Aquidauana-MS
– Rio Bonito-GO
– Rio Jaguari – Monte Verde-MG

motocross11O motocross é uma modalidade desportiva, praticada sobre as motos de estilo Enduro, são várias as categorias do Motocross, como: Arenacross, Trial e Enduro. Motocross (freqüentemente encurtou (MX) ou MotoX) é uma forma de motovelocidade ou Off road, que os pilotos sujeitaram circuitos de fora-estrada inclusos em circuito fechado e são considerados amplamente, como a forma mais popular do mundo de corrida de motocicletas.

Existem diversas motos fabricadas exclusivas para as competições de MotoCross, possuem geometria e suspensões especiais para resistir às imperfeições do terreno, os pneus usados têm forma diferenciada para poderem aumentar a tração das motos nos terrenos molhados. Os motores podem variar de 2 t e 4T, os motores 2T foram muito utilizados á algumas décadas atrás devido a facilidade de manutenção e pouca tecnologia existente na época, ofereciam alto torque em baixa e media rotação, os motores 4T mais modernos e usados recentemente possuem alta tecnologia, são projetados para oferecer a máxima potencia possível que ele pode oferecer, possuem ampla faixa de torque em média e alta rotação.

As Competições de MotoCross são geralmente realizadas em pistas fechadas com distancias que podem chegar a 1,5 Km, essas pistas incorporam características naturais do terreno com quantidades variadas de saltos, costelas e curvas. No Supercross a distancia dos saltos é maior que as de pista de MotoCross.

As corridas de MotoCross ocorrem tradicionalmente em terreno molhado. As provas são divididas em varias categorias, onde grosseiramente podemos dizer que são amadores e profissionais, nas provas realizadas pelos profissionais as baterias podem durar ate 20 minutos, nas baterias amadoras 10 minutos. A sinalização em uma prova de MotoCross ocorre geralmente por placas ou bandeiras, cada cor de bandeira tem um significado, quadriculada significa fim de prova, amarela diminuir velocidade e proibido ultrapassar, pois ocorreu um acidente á frente, azul dar ultrapassagem, vermelha desclassificado.

Demandas físicas
11713motocrossSalto dos Pilotos de MotocrossUm dos aspectos menos compreendidos do motocross que os não participantes não conhecem consiste no nível extremo da aptidão física requerido dos concorrentes. Aqueles alheios ao desporto supõem frequentemente que o piloto não está a fazer nada mais árduo do que conduzir um veículo motorizado em torno de um campo, exigindo do que dirigindo o carro da família em torno do bloco. Motocross exige muito fisicamente nos braços, no ombro, e nos glutes. O extremo entre controle, força, resistência, reflexo, raramente é observado em um piloto que, aparentemente é camuflado sobre uma proteção corporal quase que igualada a dos antigos cavaleiros medievais, capacete, coletes, luvas, botas, joelheiras, calça com proteção, camisa, protetor de coluna e pescoço, óculos, protetor de nariz, ou seja, alem do grande esforço o mesmo não tem a liberdade para transpirar, reação natural do corpo humano para resfriar a pele e conseqüentemente a corrente sanguínea. Sem esta liberdade de transpirar a temperatura do corpo sobe e exige ainda mais do piloto. Aos olhos do leigo, o salto é o ápice de uma corrida, porém para o piloto, o salto é o momento de descanço e relaxamento. As curvas e ultrapassagens são os pontos determinantes para um boa corrida.

Observando em detalhe ações de um piloto quando na velocidade em pista revela o por que. Ou devem manter o controle ultra-preciso de uma máquina que atravessa o terreno que a maioria de povos teriam a dificuldade e andam transversalmente ao manter tão a elevação de uma relação de velocidade possível. O piloto é montado em uma máquina que pesa pelo quase cem quilos e, em a maioria de nível profissional do elite, tem um motor que produza pelo menos cinqüenta cavalos-força. Os braços e os pés de um piloto estão no movimento constante durante uma prova, lutando pelo controle da motocicleta e absorvendo a energia produzida por aterrizagens de alta velocidade das alturas que excedem frequentemente vinte pés ou das colisões elevadas das pedaleiras, esse trabalho constante entre a motocicleta e o piloto. A força G produzida até os limites absolutos da força e da resistência de um piloto. Finalmente, uma prova de motocross típica dura pelo menos trinta minutos, mais duas voltas. Isso representa a metade de uma hora em que mais rapidamente o piloto o mais violentamente e freqüentemente é posto em teste. E não há nenhum pausa. Pelo menos não se um piloto espera ganhar. [Manuais dos fabricantes de motocicleta, AMA, CBM]

O instituto nacional da saúde do esporte em Englewood, Califórnia testou diversos pilotos profissionais de motocross nos anos 80 adiantados como parte de um estudo comparativo da aptidão cardio-vascular dos atletas das várias disciplinas. Os atletas da trilha, do futebol americano e do futebol foram testados, entre outros. Os resultados de teste cardiaco do stress e da força compilaram revelado lá que os assuntos dos motocross tiveram tão a elevação de um nível da aptidão quanto do que toda a outra disciplina testada. (o artigo original se publicou no compartimento de DirtBike em 1980. A entrevista com Lackey do Brad, campeão de Motocross do mundo e um dos participantes do teste pareceu no Racer X ilustrado em 2004 e recounted aqui)

Freestyle
motocrossO Freestyle Motocross (FMX), um desporto relativamente novo, não é corrida e está concentrado apenas em executar manobras acrobáticas enquanto salta de moto de motocross. O vencedor é escolhido por um grupo dos juizes. Os pilotos são pontuados pelo estilo, nível de dificuldade da manobra, melhor uso do percurso e reação dos espectadores também.

Uma manobra executada é o backflip (looping), que foi completamente executada em uma moto 250cc por Carey Cervo usando uma rampa especialmente projetada. Logo após, Mike Metzger executou esta manobra usando uma rampa padrão de freestyle e recepção de areia. [2] Mais recentemente, Mike Metzger fez realmente um Backflip sobre o Caesar’s Palace Fountains [3] . Alguns consideram o BodyVarial 360° a manobra mais difícil que está sendo executada neste tempo. Esta manobra, chamado também de Carolla, foi executada primeiramente por Chuck Carothers no XGAMES 2004. Antes disso, o Backflip 360°, ou Off-axis Backflip, foi considerada a manobra mais desafiadora. Um outro piloto que está levando o Freestyle a um novo nível é Travis Pastrana. Em 2005, ele executou o primeiro Duplo Backflip (Double backflip) do mundo. Nos XGAMES 2006, Travis executou o primeiro Duplo Backflip do Mundo (em público) – Com isso, ele ganhou medalha de ouro de melhor manobra.

Minibikes
O Pitster Pro, um minibike projetou especificamente para competir da Poço-Bicicleta. A mania a mais atrasada é adulto que compete nas motocicletas (50cc) diminutas chamadas minibikes ou Poço-Bicicletas. O conceito da Poço-Bicicleta era originalmente de modo que os pilotos sem redução dos motocross pudessem fàcilmente navigate os poços, a área designada para o estacionamento, e o ajuste – acima antes de um evento. A mania cresceu de lá. Os povos começaram “a hopping acima” das bicicletas e a competi-las uns contra os outros. Estes minibikes baratos projetaram para crianças pequenas são transformados frequentemente para o uso do adulto adicionando umas barras mais altas do punho, melhorando a suspensão, exaustão, plásticos. O outro “hop levanta” inclui os motores 75cc-147cc maiores, furados e frames reforçados. Nenhuma definição padrão de o que constitui uma poço-bicicleta por todas as saídas principais do corpo governando, mas a exigência normal é uns 12” de roda dianteira, e” a parte traseira uns 10. Nenhum dos 5 grandes manufatura (Honda, Yamaha, Suzuki, Kawasaki, e KTM) atualmente a oferta da “poço-bicicletas prontas raça”, porém algumas outras companhias estão começando a vender as bicicletas projetadas unicamente para esta finalidade. Estes incluem Pitster Pro, o SDG, e o MX de Sikk. A mania do minibike é predominatley em Califórnia do sul, mas está começando levantar-se na popularidade em outras áreas dos E.U. e do mundo. competir da Poço-bicicleta fêz exame de uma volta para mini-moto (Supermoto) também, geralmente competindo sobre vai-kart e trilhas apertadas, pequenas do veículo. Os cavaleiros desgastam geralmente uma combinação dos motocross e da engrenagem/couros streetriding.

Supermoto
Supermoto é uma invenção recente de motocicletas de Motocross em um circuito parte de cimento, parte de trilha Off road, com os pneus da “estrada” em vez dos pneus Off road. Algumas trilhas para estes eventos da raça têm saltos, berms, e gritam-dee-doos justo como trilhas verdadeiras dos motocross. Para eventos especiais, a trilha de Supermoto pode incorporar rampas do metal para os saltos que podem ser desmontados e feito exame a outras posições. As raças de Supermoto podem ocorrer no modificado vão-kart trilhas, estrada que competem trilhas, ou mesmo rua que compete trilhas. Há também umas classes para crianças tais como a classe 85cc.

Controladores Mundiais
7692motocrossO esporte é governado mundialmente pela Federação Internacional de Motociclismo, com federações em muitas nações.

Canadá – CMRC/motocicleta canadense Association/LDRMC
França – FFM
Irlanda – MCUI (que cobrem o console inteiro)
África do Sul – MSA
Suécia – SVEMO
Reino Unido – A união do ciclomotor, com outros corpos (unconnected) separados gosta do AMCA, do ORPA, do BSMA, e do YSMA.
Estados Unidos – Associação Americana de Motociclismo

A história
O alemão Gottlieb Daimler foi pai do motociclismo meio sem querer. Seu gênio incontestável contribuiu decisivamente para que se produzisse o motor a explosão Gottlied Daimler, alemão, é oficialmente o inventor da motocicleta, embora ingleses, franceses e italianos também reivindiquem para si esse título. Nascido em 1834, Daimler trabalhou na firma Otto & Langen, e depois foi diretor da fábrica Deutz. A partir de 1882, dedicou -se a seus próprios projetos, e em 1884 homologou a patente de um motor de combustão interna com ciclo de quatro tempos e cilindro horizontal – um grande avanço para época. Em 1885, construiu um motor mais aperfeiçoado – sempre monocilíndrico – que montou numa armação de madeira com duas rodas principais, ás quais acrescentou duas rodinhas laterais para manter o equilíbrio. Daimler não estava propriamente interessado em produzir um veículo de duas rodas, pois já estava projetando algo que viria a ser um automóvel. Isso fica claro quando se observa o contraste entre a perfeição do motor e a rusticidade da armação em que estava instalado – destinada apenas a sustentar o motor durante os ensaios. Essa máquina de Daimler, tão feinha, tinha características técnicas que revelavam a genialidade de seu construtor. Por exemplo, a transmissão do motor para a roda traseira era feita com a ajuda de uma correia comandada a partir do guidão. Esse guidão podia girar sobre si próprio. Girado num sentido, colocava a correia sob tensão. Girado no sentido oposto, o guidão afrouxava a correia e a acionava um freio sobre a roda. Era um mecanismo precursor do punho de aceleração. Como o guidão não estava fixo á coluna de direção, que ficava deslocada para trás, era preciso uma transmissão por correia que fazia a roda virar para a esquerda ou para a direita. Daimler construiu logo um segundo veículo no qual a transmissão final era feita por uma correia que ia desde o motor até um pinhão, que se engrenava sobre a coroa da roda. Nesse motor Daimler eliminou o guidão giratório: agora, o guidão se fixava diretamente na coluna de direção. Também o motor, que tinha uma cilindrada de 264cc, potência de 0,5 cv e um regime de giros de 700 rpm (bem elevado para a época), melhorara bastante. Uma caixa fixada ao lado do cabeçote continha os dispositivos de ignição e de distribuição. A alimentação fora aperfeiçoada: por uma alavanca o condutor regulava a entrada da mistura vinda do carburador. A lubrificação era feita gota a gota: uma engraxadeira deixava cair regularmente uma gota de óleo sobre o cilindro. A cada modelo, Daimler aprimorava as condições técnicas. E, mesmo motocross1que sua intenção não fosse a de construir uma motocicleta, ele acabou provando que um motor de combustão interna, pequeno e de pouco peso, podia muito bem ser utilizado como meio de transporte individual de duas rodas, com boa dirigibilidade e preços bem em conta.

História do Enduro
Enquanto o dia amanhece sobre uma bonita paisagem, ouve-se o barulho distante, entrecortado e irregular de um motor que “sofre”. Na medida em que o barulho vai ficando mais próximo, percebe-se num canto do cenário um estranho conjunto, percorrendo um caminho acidentado e enlameado que parece não levar a lugar nenhum. Com um pouco mais de atenção, pode-se identificar uma motocicleta. Sobre ela, uma figura humana coberta de barro, com o rosto congestionado e marcado pelo cansaço: um piloto de enduro. Enduro é uma palavra que vem de “endurance” que em francês quer dizer “resistência”. É uma modalidade esportiva muito particular.

Em poucas palavras, é um rally em todo-terreno. Os trajetos são desconhecidos e muito variados (trilhas, lamaçais, aclives e declives incríveis, travessia de riachos etc.). E as distâncias oscilam, em média, entre 100 e 300 quilômetros. Os participantes devem respeitar uma média horária a ser fornecida, e largam de um em um, ou então, em duplas, com intervalos entre si que variam de 30 segundos a 1 minuto. Só na hora da largada é que eles recebem uma planilha com o roteiro a ser seguido, contendo os trechos neutralizados (pontos em que é dado uma tempo que possibilita paradas), de deslocamento (que geralmente são trechos de cidade, com tempos bem razoáveis para serem percorridos), trechos de regularidade (com médias de tempo a serem seguidas) e, se for o caso, a indicação de testes especiais: velocidade, non stop (em que é proibido parar ou colocar o pé no chão), subida de montanhas, travessia de riachos, entre outros . Ao longo do caminho, estão distribuídos vários postos fiscais, para controlar o horário de passagem de cada um naquele ponto.motocross

Como o piloto nunca conhece previamente o percurso, ele não tem a mínima noção das dificuldades que irá encontrar. Além de “procurar” o caminho descrito no roteiro ele deverá se esforçar para andar sempre dentro da média horária estipulada pelos organizadores para aquele determinado trecho, pois nele poderá ter um posto de controle (PC), que tem o horário ideal da passagem de cada motociclista. Cada segundo de adiantamento ou de atraso em relação a esse horário significa um ponto perdido. Durante a prova, o piloto não pode receber ajuda externa, a não ser ferramentas, combustível e óleo lubrificante, sempre em locais predeterminados. Em alguns países, chega-se a “lacrar” diversas partes das motocicletas, para que se tenha absoluta certeza de que nenhuma delas foi substituída durante a prova. Se furar um pneu, o piloto terá de repará-lo sem nenhuma ajuda. Normalmente, nos enduros, há algumas provas de dificuldade (non stop) ou mesmo de velocidade, e para cada uma se aplicam critérios de penalização diferentes. Na verdade, os regulamentos apresentam uma variação pequena de um país para outro quanto a regras, penalização ou regulamentação. Portanto, para conhecer essas normas com todos os detalhes, é preciso procurar a federação de motociclismo local. Os enduros e as motos fora-de-estrada foram criados na Inglaterra.

9153MotocrossMas antes, na época da Primeira Guerra Mundial, já eram comuns as provas de trial (uma outra modalidade de prova fora-de-estrada, feita só de obstáculos): entre elas se podem destacar duas que eram clássicas por terem a duração de seis dias cada uma. Dá para imaginar seis dias inteiros de dificuldades com aquelas motocicletas imensas… Uma dessas provas, o Scottish Six Days Trial, criado em 1911, é disputada até hoje na Escócia e se conserva como trial, uma prova de obstáculos. E a outra, o English Six Days Trial – que daria origem ao enduro -, foi realizada pela primeira vez em 1913. Nessa época, para o deslocamento entre áreas de non stop se impunham médias cada vez mais altas e arriscadas. Então, o English enveredou pelo caminho da velocidade, até que finalmente os trechos de dificuldade foram totalmente suprimidos. Tinha nascido o enduro.

Esse enduro se popularizou, começou a ser disputado também em outros países e então abandonou o nome “English”, passando a se chamar International Six Days Trial (ISDT). Assim o nome “trial” permaneceu, embora a prova não seja dessa modalidade. Atualmente, existem o Campeonato da Europa do Enduro e o ISDT – que não vale para esse campeonato e se realiza em setembro, cada ano num país diferente. São admitidas motocicletas desde 50 cm3 até as de cilindrada superior a 750 cm3, dividas em várias classes.

Veja também:

 

Fonte: Wikipedia e Enciclopédia do Enduro

Turismo – São Luiz do Paraitinga é uma pequena cidade situada no reverso da Serra do Mar, entre os municípios de Taubaté no Vale do Paraíba e Ubatuba no Litoral Norte do Estado de São Paulo à 169 km da Capital, a uma altitude de 741m.

O início de São Luiz do Paraitinga está ligado a passagem dos tropeiros que faziam o transporte do ouro vindo de Minas Gerais para o embarque nos portos de Parati e Ubatuba em direção a Portugal, na época em que o ciclo do café movimentava a economia paulista e fazia barões. Hoje exibe uma bela arquitetura colonial e preserva um dos maiores conjuntos arquitetônicos do Estado, com igrejas e casarões dos séculos XVIII e XIX. É uma cidade colorida, com suas festas religiosas e folclóricas, rodeada por belas  paisagens.

Fundada em 1769, numa época em que o Vale do Paraíba tornou-se uma importante zona de penetração dos Bandeirantes que se dirigiam ao sertão, a cidade era um entreposto de tropeiros. Em 1973 foi elevada à condição de Vila. O ciclo de café iniciado por volta de 1830 alterou a economia da então “Vila de São Luiz do Paraytinga”, proporcionando um surto de desenvolvimento e o acúmulo de riquezas pelos proprietários mais abastados.

As fazendas coloniais foram inspiradas na arquitetura neoclássica das fazendas fluminenses, trazidas por construtores portugueses, que vieram para o Brasil junto com a corte de Dom João XI.

O centro urbano constitui o maior patrimônio arquitetônico histórico de São Luiz, somando mais de 90 casas, casarões e igrejas, além do Mercado Municipal.

montanarafting_4_1179877982RIQUEZA NATURAL

A exuberância da paisagem é marcante em São Luiz. As montanhas são entrecortadas por rios, riachos e córregos, com a presença de várias cachoeiras. No Núcleo Santa Virgínia, Parque Estadual da Serra do Mar, podemos apreciar toda a grandeza da Mata Atlântica, em seu estado Natural, com sua sua grande diversidade de plantas, animais e microorganismos. As escarpas cobertas de mata da Serra do Mar são o último refúgio natural para muitos animais e vegetais ameaçados de extinção.

Além das saudáveis caminhadas, pela Mata Atlântica, os mais aventureiros podem ousar descer as corredeiras do Rio Paraibuna, praticando o Rafting, atividade que consiste em desafiar as corredeiras em botes de borracha, desenvolvidos especialmentem para esta atividade.

Fonte: Cia do Rafting

lightmatter_skateboardingO skate (pronuncia-se skêit) foi inventado na Califórnia. Consiste em deslizar sobre o solo e obstáculos equilibrando-se numa prancha, chamada shape (ingl. deck), dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados de “trucks”. Com o skate executam-se manobras, com baixos a altos graus de dificuldade. No Brasil o praticante de skate recebe o nome de skatista, enquanto que em Portugal chama-se skater. É considerado um esporte radical por seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo grau de dificuldade dos movimentos executados.

O skate é um excelente exercício aeróbico e ajuda bastante a tonificar alguns músculos, principalmente a panturrilha. Quem pratica o skate o faz simplesmente pelo prazer. Essa é uma grande vantagem, pois a pessoa vai praticar um esporte e cuidar da saúde, sem esperar um resultado em troca. Diferente de atividades como musculação e ginástica, em que a pessoa sempre espera um resultado e uma mudança no corpo.

Para ter um melhor desempenho nas suas sessões de skate, procure suprir as necessidades que seu corpo tem de nutrientes fundamentais. Assim, você poderá aumentar o sistema imunológico, os níveis de energia, a massa muscular, a concentração e reduzir gorduras e maneira saudável.

Benefícios:

  • O benefício estético é o fortalecimento das articulações e a estabilidade dos ligamentos em torno dos joelhos e tornozelos.
  • Aumenta os batimentos cardíacos e pode ser considerado um excelente exercício aeróbico, por causa dos impulsos com um dos pés, para dar velocidade ao skate.
  • Desenvolve uma melhor consciência corporal, flexibilidade, tônus muscular, concentração, segurança e equilíbrio.

Riscos/cuidados:

  • As proteções para quem anda de skate são fundamentais. Protetor para os joelhos, cotovelos e capacetes são os mais importantes.
  • As fraturas, cortes e feridas são muito comuns. Principalmente nas pernas, braços, joelhos e cotovelos. Torções no punho também são muito comuns.
  • É bom fazer um trabalho de musculação para não colocar em risco a estabilidade articular (joelhos e tornozelos).

Dicas para um melhor rendimento físico:

  • Respire bastante antes de dar impulsão no skate com um dos pés. É importante que não falte fôlego nesse momento, pois requer bastante esforço.
  • É importante ter uma boa coordenação, trabalhar para ter bastante velocidade, equilíbrio e noção de colocação do corpo no espaço.

Equipamentos/Vestimenta:

  • Joelheiras: protegem os joelhos, em uma eventual queda.
  • Cotoveleiras: importante para proteger os cotovelos, que são muito sensíveis e também ficam bastante expostos no caso de uma queda.
  • Capacete: protege a cabeça de uma eventual queda.
  • Tênis: tem de ser apropriado para andar de skate, com solado anti-deslizante.

atleta1_50350História

Anos 60 – No início da década de 1960, os surfistas da Califórnia, na época de  marés baixas e seca na região, queriam fazer das pranchas um divertimento também nas ruas. Inicialmente, a nova “maneira de surfar” foi chamada de sidewalk surf. Em 1965, surgiram os primeiros campeonatos, mas o skate só se tornou reconhecido uma década depois.

Anos 70 – Em 1973, o norte-americano Frank Naswortly inventou as rodinhas de uretano, que revolucionaram o esporte. Um skate passou a pesar por volta de 2,5 kg. O primeiro skatista nipo-brasileiro a chegar ao Brasil foi Jun Hashimoto em 1975, o mesmo abriu as portas para três gerações de descendetes japoneses no skate. Por volta de 1975, um grupo de garotos realizaram manobras do surf sobre skate, o que revolucionou ainda mais o esporte. Esses garotos eram os lendários Z-boys da tambêm lendária equipe Zephyr. Essa equipe era de Venice,Califórnia, lugar o qual chamavam de Dogtown.

Em 1979, Alan Gelfand inventou o Ollie-Air, manobra com a qual os skatistas ultrapassam obstáculos elevados, e desde então o skate nunca mais foi o mesmo. Essa manobra possibilitou uma abordagem inacreditavelmente infinita
por parte dos skatistas. Não se pratica Street Style sem o domínio do Ollie-Air.

Anos 80 – Na década de 80, um dos revolucionários do esporte, principalmente na modalidade freestyle foi Rodney Mullen. Mullen desenvolveu várias manobras como flip, heelflip, hardflip, kickflip, casper, darkslide, rockslide, 50-50, body varial, nollieflip underflip, primo, reemo, varialflip, inward heelflip, 360 flip, fs flip, bs flip, varial heelflip, fs heelflip, bs heelflip, etc. Grande parte das atualmente são derivadas destas manobras.

Rodney Mullen foi diversas vezes campeão mundial, chegando a ser considerado o melhor skater do mundo na sua modalidade. Outro revolucionário, na modalidade Vertical, foi Tony Hawk. Hawk inovou a maneira como os skatistas devem abordar o Half-Pipe, sempre procurando ultrapassar o limites de criatividade e dificuldade de execução das manobras. É tido como o maior skatista de todos os tempos na modalidade.

Anos 90 – Nos anos 90, o português Miguel tornou se o melhor do mundo nesta modalidade.

Anos 2000 – É fundada em São Paulo a Associação Brasileira de Skate Feminino, por mulheres skatistas, seu primeiro circuito ocorreu em 2005. Em 2001, Og de Souza, um skatista que na sua infância sofria de poliomielite,
foi citado nas revistas Tribo Skate, CemporcentoSKATE entre outras em 2001 ganha o campeonato profissional no Best Trick como melhor manobra.

Modalidades

Street Style – No skate de rua (street skate), os praticantes utilizam a arquitetura da cidade, como: bancos, escadas e corrimãos (elementos do mobiliário urbano) para executar suas manobras e se expressar. É a modalidade mais difundida e popular do skate.

Vert ou Vertical / Half-Pipe – A modalidade vertical é praticada em uma pista com curvas (transições), com
3,40m ou mais de altura, três metros de raio e quarenta centímetros de verticalização, geralmente possuem extensões. A pista, que apresenta a forma de U, é chamada de half-pipe e pode ser feito de madeira ou concreto.

Pool Riding – É tido como uma das modalidades mais loucas de skate, pois é praticado em piscinas vazias de fundo de quintal, que com suas paredes arredondadas são verdadeiras pistas de skate. Na realidade as pistas de skate em forma de Bowl (bacia) são inspiradas nas piscinas, que tinham a transição redonda: azulejos e coping. O fundo redondo das piscinas americanas é para o caso de a água congelar as paredes não arrebentarem, pois nesse caso o gelo se deslocaria para cima, não fazendo pressão nas paredes. Na década de 70, alguns skatistas da Califórnia, mais precisamente de Santa Mônica, se aventuraram a andar em piscinas vazias, e assim foi criada o Pool Riding que
atualmente é uma modalidade underground praticada por alguns skatistas que gostam de transições rápidas. ::Recentemente, em 1999, a Vans (uma marca de tênis para skatistas) inaugurou uma das maiores pistas da América, onde a atração principal é uma réplica da famosa piscina Combi Pool que ficava na extinta pista de Pipeline em Upland. E já promete outra pista para breve, sempre com a inclusão de piscinas no seu desenho.

Big Air – Modalidade criada por Danny Way que foi adaptada e actualmente é a principal competição do X-Games. Colocando modalidades que também refletem parte do que os skatistas querem mostrar para o mundo, como o fim da disputas do “skate park” e mostrar disputas de “street skate”, em obstáculos que verdadeiramente reproduzem o que os skatistas de street fazem.

pista_de_skate_em_poc3a1_2_-_sc3a3o_paulo_-_brasilDownhill Slide – Modalidade onde o atleta desce uma ladeira fazendo manobras em alta velocidade. Como muitos devem saber, um dos inventores do downhill-slide foi Clifford Coleman, um californiano de Berkeley que hoje tem 54 anos e continua praticando e muito o downhill-slide. Ele e seus amigos de sessão começaram a criar a arte de deslizar (Slide) por volta de 1965, mas somente em 1975 é que se encontraram num evento e puderam compartilhar suas
experiências vividas nestes 10 anos e exibiram os primeiros slides em pé (Stand-up) de que se tem notícia. Com o passar dos anos, Cliff começou a desenvolver outro tipo de Slide, o Slide de mão, agachado, o qual poderia ser executado em velocidades maiores proporcionando uma maior segurança no Downhill, visto que este slide poderia ser utilizado como uma espécie de freio na descida de ladeiras maiores e/ou mais íngremes. Desenvolvendo a
habilidade dos skaters de descer ladeiras cada vez maiores e mais rápidas (naquela época).t Na atualidade, os melhores skatistas nesta modalidade estão no Brasil. Com destaque ao tri campeão mundial Sérgio Yuppie.

Freestyle – Modalidade onde o skatista apresenta várias manobras em seqüência, geralmente no chão. O freestyle é considerado uma das primeiras modalidades do Skate.Cada skatista efetua suas combinações de manobras em um tempo pré-estipulado.Hoje,esta modalidade esta voltando com força no mundo inteiro e o seu principal skatista ainda é o americano chamado Rodney Mullen. Muitas manobras do street de hoje em dia,vém do freestyle.

Longboard downhill – Consiste em descer ladeira executando manobras de slide, com um skate maior, chamado Longboard. Com características, bem próximas á modalidade Downhill Slide, no long, o estilo clássico do “surf” é mais explorado, no aproveitamento das laterais das pistas e da própria madeira(Shape). Hoje, com o desenvolvimento técnico não apenas dos equipamentos mais leves, mas da execução das manobras, o longboard downhill consegue equilibrar, agressividade, velocidade e o clássico ao mesmo tempo. Essa modalidade é a que mais comporta mulheres entre as demais encontradas na ladeira. No Brasil, a skatista Christie Aleixo tem destaque e é considerada uma das melhores no mundo nesta modalidade, além de praticar o speed e o slalom.

DownHill Stand-up (SPEED) – Tem como finalidade descer a montanha(ladeira) imprimindo velocidade, os
equipamentos necessários para a pratica do Downhill speed são(Macacão de couro, ténis, luva com casquilho, capacete fechado, e um skate próprio para velocidade), o recordista mundial de velocidade é o brasileiro
Douglas(dalua), dalua chegou a 113km/h na ladeira mais rápida do mundo no RS-teutônia em outubro de 2007. Ano que também deu um enorme destaque aos “speedeiros” brasileros junto ao ranking mundial da IGSA(Associação
internacional de esportes de gravidade). Com destaque no 5º lugar para luiz Lins(T2) e o 10º lugar ao Juliano Cassemiro(Lilica), em um total de aproximadamente 450 pessoas de várias partes do mundo.

Mini-rampas – As mini-rampas são populares em todo o mundo, pois devido a pouca altura que elas possuem, as manobras são executadas com uma maior facilidades. Nesta modalidade, a uma mistura de street com vertical. Na realidade as mini ramps são um mini half pipe, aonde as paredes não chegam ao vertical. Elas variam de 1 a 2 metros e 10 cm de altura. São excelentes para se aprender manobras, principalmente as que utilizam bordas, onde o eixo ou as rodas permanece em contato com o coping (detalhe de acabamento feito por um cano, inspirado nas
piscinas americanas de fundo de quintal). Essas pistas são facilmente construídas. O risco de se machucar em uma manobra é bem pequeno e é uma prática necessária para a evolução de qualquer skatista.

Curiosidades

  • A prática do skate foi proibida na Noruega no período entre 1978 e 1989. Era proibido a posse ou venda de skate eram proibidos, A proibição era devido quantidade elevada de ferimentos causados pelo skate. A proibição levou os skatistas construir rampas nas florestas e em outras áreas isolados para evitar a polícia.
  • Militares do Estados Unidos revelaram publicamente que o Corpo de Marines do Estados Unidos testou skate no anos 90 em combate urbano. Mais perto do possível: “Pra manobras dentro de construções/prédios para detectar fios
    (detectadores de movimento e detonadores de minas) e fogo de atiradores”.
  • Não se sabe ao certo de onde surgiu skate, mas muitos falam que veio do surf, outros dos patins quebrados com suas partes se montavam skate em uma  madeira.
  • Jason Lee, foi um dos primeiros skatistas a ter seu “pro model shoe”, feito pela Airwalk.
  • Peggy Oki, 1975 Primeira skatista mulher que se sabe, era do grupo Z-Boys.
  • A primeira mulher a se tornar skatista profissional foi Patti McGee, no ano de 1965, no mesmo ano foi capa da revista Life Magazine.

(Fontes: Wikipedia e Corpo Perfeito)