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desafioHelicóptero, carro, moto, ônibus, bicicleta ou simplesmente andar. Quem leva a melhor no trânsito de São Paulo? Avaliar a praticidade e velocidade dos diferentes meios de transporte esse foi o objetivo do Desafio Intermodal em São Paulo, que aconteceu no último dia 17 a partir das 18 horas.

O ciclista Ricardo Bruns foi o primeiro a completar o trajeto da Praça Marechal Gentil Falcão (Brooklin) a Prefeitura, no centro da cidade, em apenas 22 minutos e 33 segundos. Pelo segundo ano consecutivo a bicicleta vence a competição, que marca o início das atividades do “Dia Mundial Sem Carro” (22 de setembro).

Em segundo lugar chegou um motociclista, e, posteriormente, um bike courrier (ciclista de entregas rápidas), um helicóptero (o que afetou o seu desempenho foi o deslocamento até o heliponto e a espera de liberação do tráfego), um ciclista experiente, um “ciclista iniciante por vias alternativas” e um motoboy. Um homem correndo chegou quase quinze minutos antes do carro, que demorou 1h22m.

A competição visa mostrar que há infinitas alternativas ao transporte motorizado particular e também avaliar o desempenho do transporte público ano a ano. Além de verificar os custos e a poluição emitida por cada um.

As regras
O tempo computado é o do deslocamento completo da pessoa, incluindo o período de deslocamento até o modal até o de estacionar o veículo. Como o ciclista desmontado se equipara a um pedestre, o único veículo que não será necessário estacionar é a bicicleta.

No deslocamento foram respeitadas todas as regras de trânsito. Os pedestres tem que atravessar na faixa, a não ser que ela esteja a mais de 50 metros. Nesse caso, ele pode atravessar no local que considerar mais seguro.

tabela 

Fonte CicloBR

dsc03915Pela primeira vez, o Rally Dakar acontece na América do Sul. A competição mais famosa prova de rally do mundo será realizada pela primeira vez fora das paisagens africanas, é o 30º ano da prova e os realizadores afirmam que a mudança foi causada por motivos de segurança, após suspensão da edição de 2008 por conta das ameaças terroristas.

A maior competição do off road mundial começou oficialmente dia 2 de janeiro numa largada simbólica do Obelisco no centro de Buenos Aires. O término está previsto para o próximo dia 18. São, ao todo, 580 participantes, 82 caminhões, 188 automóveis, 30 quadriciclos e 230 motos que vão percorrer aproximadamente 9.500 quilômetros numa rota traçada entre as cidades e regiões inóspitas da Argentina e Chile. Os competidores enfrentarão calor e frio, centros urbanos e trechos  completamente despovoados nas 14 etapas do rally, que está sendo considerado por alguns dos competidores mais dura que a versão africana. 

dsc043231Deverão provar que além da habilidade na direção, devem ter também ótimo preparo físico para atravessar o Deserto do Atacama, onde as temperaturas atingem 47 graus esta epóca do ano. Com dunas altas, mais difíceis de ultrapassar devido ao seu formato, com subidas e descidas fortes, os pilotos devem mostrar toda a sua habilidade de pilotar, pois se forem muito rápido, pulam e capotam. E, se optarem por vir muito devagar, podem acabar atolados no topo. Outro local considerado também de dificuldade é a Cordilheira dos Andes, com 4 mil metros de altitude, ar rarefeito, baixas temperaturas e neve. “A palavra fácil foi extinta do dicionário do Dakar”, disse Klever Kolberg, 48, 20 de rali, que neste ano estreia fora das pistas, como manager da equipe Mitsubishi Brasil.

Em cada dia irão ser transportadas cerca de 500 pessoas de um local a outro, estando previsto a mobilização de 1500 polícias. Inumeras entidades, desde a Associação Argentina de Arqueólogos Professionais, até deputados-legisladores da Patagónia, passando por grupos ecologistas e profissionais, já alertaram para o fortíssimo impacto que o rali vai provocar sobre a região.

(Correspondente – Especial para a Revista Decifra-Me)