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Dirigir em cidades grandes, movimentadas e com tráfego intenso faz com que os motoristas utilizem alguns artifícios para relaxar. Um deles é ouvir música. Mas, alguns motoristas extrapolam e transformam os seus carros em verdadeiros carros de som. O volume acima do tolerado, além de não reduzir a ansiedade, resulta em dor de cabeça e prejudica a acuidade do sistema auditivo, o ouvido humano tolera até 85 decibéis.

O Código Nacional de Trânsito define como falta grave, o uso de som acima do estabelecido nas normas. O limite máximo permitido é 104 decibéis. O motorista que ultrapassar esse limite é multado em R$ 127,69 e recebe cinco pontos na carteira de habilitação e o veículo pode ser retido para a regularização do ruído.

Fonte: Expansão São Paulo

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18439Na capital paulista, em 2008, falar ao celular na direção foi o quarto tipo de infração mais comum e o segundo que mais cresceu. Foram 373.455 infrações e um aumento de 47,48%. A primeira foi ultrapassar no sinal vermelho. Atualmente tal infração representa 4 pontos na CNH e uma multa de R$ 85,13. Mas, se depender do governo federal, o motorista pego falando ao celular perderá 7 pontos (falta gravíssima) e terá que desembolsar RS 315. A proposta está sendo avaliada pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara.

Especialistas da área estão divididos. O presidente do Centro de Psicologia Aplicada no Trânsito, Salomão Rabinovich acredita que a penalidade mais dura é necessária. “Qualquer dispositivo no volante tira a atenção, isso é comprovado desde os tempos do walkman”.

O consultor e ex-secretário municipal de Transportes de  São Paulo, Getúlio Hanashiro, acha a medida exagerada. “Eu colocaria como gravíssimo infrações que podem causar sérios danos a terceiros, como excesso de velocidade”, diz.

Pesquisa mostra os riscos

5574_1221845177Uma pesquisa realizada no Reino Unido, patrocinada pela seguradora britânica Direct Line, reuniu 20 voluntários que fizeram testes em carros simuladores. Os resultados demonstraram que aqueles que usam telefone ao volante estão mais sujeitos a acidentes do que os que bebem antes de dirigir, dependendo o nível alcoólico. A reação de quem usa celular é 50% mais lenta do que um motorista atendo e 30% mais lenta do que quem bebeu.

Um estudo elaborado em Utah, Estados Unidos confirmou esses dados. Os motoristas ao celular têm 5,36 vezes mais chance de se envolver em um acidente do que um atento. Falar ao celular, mesmo em equipamentos que dispensem o uso das mãos também é perigoso, pois a atenção fica dividida. “Falar ao telefone com um kit handsfree’ na direção multiplica por quatro o risco de acidentes”, resumiu David Strayer, professor de psicologia da universidade, que realizou um estudo medindo a atividade cerebral.

Segundo o cientista, o cérebro trata das informações sobre o trânsito e a direção só com 50% de sua capacidade quando a pessoa está falando ao telefone. Dezesseis casais foram convidados a pegar o volante de um simulador automotivo em uma estrada, enquanto conversavam pelo telefone. Eletrodos mediram a atividade cerebral e os movimentos dos olhos, explicou o cientista

Outras mudanças

Outras alterações previstas são o majoração dos valores das multas; os motoristas de ônibus e caminhões não poderão dirigir mais que quatro horas seguidas;  os motociclistas não poderão ultrapassar entre veículos adjacentes, ou entre a calçada e os veículos, exceto se o trânsito estiver parado; em caso de suspensão do direito de dirigir, a CNH deverá ser devolvida ao motorista após cumprida a penalidade;  se a velocidade for acima de 50 km/h do permitido por duas vezes em um ano, o motorista deverá prestar serviços comunitários entre 6 meses a dois anos; a multa penal por condenação no trânsitos será calculada com base no valor do veículo envolvido.

Fonte: Expansão São Paulo e O Estado de S. Paulo

A preocupação com o meio ambiente está cada vez mais presente em todos os aspectos. A consciência ecológica diz que o certo seria preferir o transporte público, mas os meios de transporte em número reduzido, quase sempre lotados; os horários “apertados”, os inúmeros compromissos nem sempre permitem deixar o carro em casa. Mas, como minimizar os efeitos do uso de automóveis?

São várias as maneiras:

  • Fazer periodicamente a manutenção do veículo e manter a emissão de poluentes dentro dos padrões recomendados pelo CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente.  
  • Abastecer com gás natural ou álcool, combustíveis considerados menos poluentes.
  • Entregar pneus velhos nos centros de reciclagem. Um pneu pode levar até 600 anos para se decompor nos aterros sanitários.
  • Manter sempre no carro uma sacola para a coleta de lixo. Tudo o que é jogado pela janela nas ruas é levado pelas chuvas para as redes de esgoto que os levam aos rios.

Fonte: Expansão São Paulo

Você sabe quanto o seu carro contribuiu para o efeito estufa? Dificilmente, pois no Brasil a informação não está disponível para os consumidores – e não há previsão para que isso mude. Contudo, a partir de abril, com a etiquetagem veicular de eficiência energética, quem comprar um veículo poderá saber, pelo menos indiretamente, quanto contribui para o aquecimento do planeta.

Os veículos zero quilômetro (nacionais ou importados) vão contar com um selo de etiquetagem obrigatório  que indica o consumo de combustível. Assim como eletrodomésticos vêm com o Selo Procel de Economia de Energia, os carros virão com uma etiqueta que mostrará quanto combustível é consumido pelo modelo. A relação com a emissão de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, é direta: quanto maior o consumo, maior a emissão.

A certificação será emitida pelo INMETRO após testes de consumo, realizados em laboratório simulando condições reais de uso.  Os veículos serão divididos em categorias, conforme o porte: subcompacto, compacto, médio e grande; e quanto ao uso: esportivo, fora-de-estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio. Nestes grupos, os carros serão classificados de acordo com os níveis de consumo de cada modelo, sendo a nota “A” atribuída para o menor consumo e “E” para o maior consumo na categoria.

“Consumo é o que mais pesa para o comprador. Se a gente coloca quanto (o carro) emite, a etiqueta fica poluída e mais confunde do que esclarece”, afirma Suzana Kahn Ribeiro, secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente. “A tendência é que, com o tempo, as pessoas procurem veículos mais eficientes.”