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A Agência Nacional de Turismo do Reino Unido preparou um guia de etiqueta para que os ingleses possam recepcionar os turistas estrangeiros nas Olimpíadas de 2012.
 
O Guia apresenta os brasileiros com pessoas que tem uma “noção de espaço pessoal menor do que as outras culturas”, sempre chegam atrasadas, vestem-se de maneira provocante em qualquer ocasião, interrompem conversas a todo instante e costumam beijar e abraçar indiscriminadamente.
 
Além de como agir com brasileiros a publicação traz também dicas de outros países. Sobre os argentinos, o guia diz que são de pavio curto, não têm senso de humor e os assuntos proibidos estão: “Maldivas, política, religião e Brasil”.
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O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou esta semana a primeira fase da Operação Fogtrein I – 2010, que lançou um Foguete de Treinamento Básico. A segunda acontece até o dia 6 de Agosto, com o lançamento de um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI). 

Diferente das operações anteriores, na Fogtrein I – 2010 ocorrerão os lançamentos de dois foguetes: um Foguete de Treinamento Básico – FTB, tendo como finalidade o treinamento operacional do Centro de Lançamento, e um Foguete de Treinamento Intermediário – FTI Experimental, visando a avaliação do projeto de desenvolvimento do veículo, incluindo o motor e sua carga útil.

Fonte: O Estado de S. Paulo e Portal CR

:: Edvaldo Tavares (*) ::

O nióbio, símbolo químico Nb, é muito empregado na produção de ligas de aço destinadas ao fabrico de tubos para condução de líquidos. Como curiosidade, o nome nióbio deriva da deusa grega Níobe que era filha de Tântalo que foi responsável pelo nome de outro elemento químico, tântalo.

O nióbio é dotado de elasticidade e flexibilidade que permitem ser moldável. Estas características oferecem inúmeras aplicações em alguns tipos de aços inoxidáveis e ligas de metais não ferrosos destinados a fabricação de tubulações para o transporte de água e petróleo a longas distâncias por ser um poderoso agente anti-corrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos, como os naftênicos.
 
Inúmeras são as aplicações do nióbio, indo desde as envolvidas com artigos de beleza, como as destinadas à produção de jóias, até o emprego em indústrias nucleares. Na indústria aeronáutica, é empregado na produção de motores de aviões a jato, e equipamentos de foguetes, devido a sua alta resistência a combustão. São tantas as potencialidades do nióbio que a baixas temperaturas se converte em supercondutor.

O elemento nióbio recebeu inicialmente o nome de “colúmbio”, dado por seu descobridor Charles Hatchett, em 1801. Não é encontrado livre no ambiente, mas, como niobita (columbita). O Brasil com reserva de mais de 97%, em Catalão e Araxá, é o maior produtor mundial de nióbio e o consumo mundial é de aproximadamente 37.000 toneladas anuais do minério totalmente brasileiro. 

Mina de Nióbio em Araxá, Minas Gerais

Ronaldo Schlichting, administrador de empresas e membro da Liga da Defesa Nacional, em seu excelente artigo, que jamais deveria ser do desconhecimento do povo brasileiro, chama a atenção sobre a “Questão do Nióbio” e convoca todos os brasileiros para que diga não à doutrina da subjugação nacional. Menciona que a história do Brasil foi pautada pela escravidão das sucessivas gerações de cidadãos submetidos à vergonhosa doutrina de servidão.
 
Schlichting, de forma oportunista, desperta na consciência de todos que “qualquer tipo de riqueza nacional, pública ou privada, de natureza tecnológica, científica, humana, industrial, mineral, agrícola, energética, de comunicação, de transporte, biológica, assim que desponta e se torna importante, é imediatamente destruída, passa por um inexorável processo de transferência para outras mãos ou para seus ‘testas de ferro’ locais”.

Demonstração de levitação no supercondutor de nobio.

Identificam-se, nos dizeres do membro da Liga de Defesa Nacional, as estratégias atualmente aplicadas contra o Brasil nesta guerra dissimulada com ataques transversais, característicos dos combates desfechados durante a assimetria de “4ª. Geração”.  Os brasileiros têm que ser convencidos que o Brasil está em guerra e que de nada adianta ser um país pacífico. Os inimigos são implacáveis e passivamente o povo brasileiro está assistindo a desmontagem do país. Na guerra assimétrica, de quarta geração de influências sutis, não há inicialmente uso de armas e bombardeios com grande mortandade. O processo ocorre de forma sub-reptícia, com a participação ativa de colaboracionistas, entreguistas, corruptos, lobistas e traidores. O povo na sua esmagadora maioria desconhece o que de gravíssimo está ocorrendo na sua frente e não esboça algum tipo de reação. Por trás, os países hegemônicos, mais ricos, colonizadores, injetam volumosas fortunas em suas organizações nacionais e internacionais (ONGs, religiosas, científicas, diplomáticas) para corromperem e corroerem as instituições e autoridades nacionais para conseqüentemente solaparem a moral do povo e esvaziar a vontade popular. Este tipo de acontecimento é presenciado no momento no Brasil.
 
As ações objetivas efetuadas
A sobretaxação do álcool brasileiro nos USA; as calúnias internacionais sobre o biodiesel; a não aceitação da lista de fazendas para a venda de carne bovina para a União Européia (UE); a acusação do jornal inglês “The Guardian” de que a avicultura brasileira estaria avançando sobre a Amazônia; as insistentes tentativas pra a internacionalização da Amazônia; a possível transformação da Reserva Indígena Ianomâmi (RII), 96.649Km2, e Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS), 160.000Km2, em dois países e o conseqüente desmembramento do norte do Estado de Roraima; e, incontáveis números de outras tentativas, algumas ostensivas, outras insidiosas, deixam claro que estamos no meio de uma guerra assimétrica de quarta geração, que para o desfecho poderá ser o ataque de forças armadas coligadas (OTAN) ou forças mercenárias (Black Water), lideradas pelos Estados Unidos da América do Norte. 

(Garimpeiros ilegais na reserva Yanomani in http://www.survival-international.org)

É importante a chamada de atenção dos brasileiros para a RII (área contínua de 9.419.108 hectares ou 94.191,08 Km² de floresta tropical úmida em solo montanhoso, na fronteira com a Venezuela) que é para 5.000 indígenas e que a RIRSS (1.743.089 hectares ou 17.430,89 Km² de vegetação de cerrado, “lavrado”, com o Monte Roraima cujo o cume caracteriza a fronteira tríplice entre o Brasil, Venezuela e Guiana) é para 15.000 indígenas. Somando as duas reservas indígenas dão 11.162.197 hectares para 20.000 silvícolas de etnias diferentes, que na maioria nunca viveram nas áreas, muitos aculturados e não reivindicaram nada. Enquanto as duas reservas indígenas somam 11.162.197 hectares ou 111.621,97 Km² para 20 mil almas. Como pode ser visto abaixo a soma das duas reservas indígenas é maior do que o Estado de Pernambuco e Portugal para apenas 20.000 pessoas que se declararam indígenas ou foram aleatóriamente declaradas como silvícolas e muitos aculturados e economicamente independentes. 

País/estado/reserva Dimensão (km²) População (indígenas)
RII + RIRSS                               111.621,97 20.000
Pernambuco 98.938 7.127.855
RII (Ianomâmi)                        94.191,08 5.000
Portugal 92.090 10.617.570
Áustria 83.872 8.300.000
Irlanda  81.638 5.800.000
Dinamarca 43.093 5.447.084
Suíça 41.285 7.800.000
Holanda    41.526 16.150.511
Bélgica 30.528 10.700.000
RIRSS (Raposa) 17.430,89 15.000

 

Esta subserviência do Brasil vem de longa data conforme o administrador de empresas Ronaldo pontifica, desde “o Império”, sendo adotada já no alvorecer da “República”.  Exemplifica com as “ONGs, fundações, igrejas, empresas, sociedades, partidos políticos, fóruns, centro de estudos e outras arapucas”.
 
(mais…)

Foz do Iguaçu acaba de ser eleita pelo Ministério do Turismo como o melhor destino turístico do Brasil entre localidades do interior do país. A cidade, que abriga as Cataratas do Iguaçu e a usina de Itaipu, ficou em primeiro lugar na categoria “não capital” do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional – Relatório Brasil 2009. Entre as não capitais, além de Foz do Iguaçu, foram premiadas Ouro Preto (MG), Porto Seguro (BA), Maraú (BA), Balneário Camboriú (SC), Gramado (RS) e Bento Gonçalves (RS).

A cidade de São Paulo aparece como a capital brasileira mais bem estruturada para receber turistas no país. Participaram da avaliação do Ministério do Turismo 65 destinos, que foram avaliados em 13 dimensões. Entre as “não capitais”, Foz do Iguaçu obteve a melhor pontuação em cinco dimensões: acesso; serviços e equipamentos turísticos; marketing e promoção do destino; capacidade empresarial; e aspectos ambientais.

Fonte: Assessoria de Imprensa Itaipu

O Brasil pode alcançar o topo da lista dos países com as maiores reservas de urânio do mundo. A informação foi dada pelo Contra-almirante da Marinha do Brasil, Carlos Passos Bezerril. Segundo Bezerril, apenas 30% do território nacional foi prospectado até então, fazendo com que o Brasil fosse classificado como a sexta nação mais rica em urânio no mundo. “Atualmente contamos com 309 mil toneladas, mas há a estimativa de que tenhamos mais 800 mil toneladas, o que fará do Brasil a primeira ou a segunda reserva do mundo”, explicou o representante da Marinha.

Para o Brasil, tomar conhecimento da capacidade de sua reserva de urânio significa ter acesso à matéria-prima necessária para a produção de energia nuclear. “Poderemos aumentar a participação da matriz nuclear na matriz energética do Brasil”, enfatizou Bezerril. Cerca de 16% de toda a energia elétrica do mundo vem da fonte nuclear. No Brasil, 85% vem de fonte hidrelétrica.

Bezerril informou que o Brasil já tem o domínio completo do ciclo do combustível nuclear e agora avança em direção à tecnologia necessária para a construção dos reatores destinados à geração da energia. Reforçou também que os trabalhos de pesquisa relacionados à energia nuclear podem ser realizados com a parceria da iniciativa privada. Informou ainda que a parceria que está sendo negociada entre a Marinha do Brasil e a França prevê a construção de quatro submarinos convencionais e um submarino nuclear.

Energia Nuclear
É basicamente a divisão, quebra do átomo, que tem por matéria prima minerais extremamente radioativos. A energia nuclear é proveniente da fissão nuclear do plutônio, do urânio ou do tório ou da fusão nuclear do hidrogênio. A fissão e a fusão nuclear são fontes primárias que levam diretamente às energias térmica, das radiações, e mecânica, constituindo a única fonte primária de energia que tem essa diversidade na Terra.

Algumas vantagens

  •  Utilização das radiações em múltiplas aplicações da medicina, agropecuária, indústria e meio ambiente.
  • A nucleoeletricidade
  • Não emite gás poluente para a atmosfera
  • Utiliza em sua construção um número reduzido de materiais (por kWh) se comparada com a energia solar e eólica
  • Produz pequena quantidade de rejeitos
  • Não contribui para o efeito estufa, pois não emite dióxido de carbono (CO2), ao contrário do carvão, petróleo e gás
  • Não necessita dos grandes reservatórios (com seus decorrentes problemas ambientais) das hidroelétricas

Segundo informações do Portal da Marinha do Brasil  é a única alternativa viável, para a maior parte dos países, para suprir a crescente demanda por energia ante a futura escassez dos combustíveis fósseis, não é sem razão que a maior concentração de usinas nucleares encontra-se nas principais regiões consumidoras de energia do mundo. Completa que o Brasil tem capacidade de fabricar o próprio combustível nuclear, sem nenhuma dependência externa, e o conhecimento para projetar e construir plantas nucleares de potência, que custam no mercado internacional acima de três bilhões de dólares cada

Desvantagens

  • O efeito devastador das bombas atômicas
  • Acidentes nucleares
  • Destino indevido do lixo atômico

Fonte: Assessoria de Imprensa ADVB e Ambiente Brasil

A origem do Carnaval

Publicado: 16/02/2009 por Elisa em Atualidades, História
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Embora não se saiba com certeza, acredita-se que o  carnaval é  uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Nessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era condenado pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.

A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada em cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo já que fugia das reais origens da festa como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular.

Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência européia.  Em alguns países, como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias e saíam pelas ruas comemorando. Certos personagens têm origem européia, mas mesmo assim foram incorporados ao carnaval brasileiro como, por exemplo, rei momo, pierrô, colombina. As pessoas decoravam seus carros, se fantasiavam e em grupos desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim aos carros alegóricos. A partir desse período, aos primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) foram criados, mas só se popularizaram no começo do século XX e teve um crescimento considerável que ocorreu devido às marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval ficar mais animado).

A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e se chamava “Deixa Falar”, anos depois seu nome foi modificado para Estácio de Sá. Com isso, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, foram surgindo novas escolas de samba. Organizaram-se em Ligas de Escolas de Samba e iniciaram os primeiros campeonatos para escolher qual escola era a mais bonita e a mais animada. A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua, como Recife e Olinda. Já na Bahia, o carnaval fugiu da tradição, conta com trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial o axé. Veja a seguir os Estados que mais celebram o carnaval:

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. A esta favorável recepção, acrescentou-se as famosas marchinhas carnavalescas que incrementou a festa e a fez crescer em quantidade de participantes e em qualidade.

Rio de Janeiro
A folia carnavalesca carioca começa antes dos dias oficiais do carnaval. Já no mês de setembro começam os ensaios nas quadras das diversas escolas de samba da cidade.
No mês de dezembro a cidade já se agita com os denominados “ensaios de rua” e a mais nova criação “ensaios técnicos”, que levam milhares de pessoas ao Sambódromo todo final de semana. Os desfiles oficiais são realizados durante a data oficial do carnaval.

Pernambuco

Milhares de pessoas saem pelas ruas de Olinda e Recife, a maioria fantasiada e ao som do frevo (ritmo marcante do estado).

O carnaval de Pernambuco conta com dezenas de bonecos gigantes, os foliões são extremamente animados. Uma das grandes atrações é o bloco carnavalesco “Galo da Madrugada”.

Bahia

O carnaval baiano é, sem dúvida, um dos mais calorosos e animados do Brasil e do mundo. Em especial na cidade de Salvador, onde se localiza os três principais circuitos carnavalescos: Dodô, Osmar e Batatinha.

Por esses circuitos passam mais de 150 blocos organizados, cerca de 2 milhões de pessoas durante os dias de festa. Normalmente esses blocos se apresentam com os trios elétricos e com cantores famosos.

São Paulo

O carnaval paulista é similar ao carnaval carioca. Acontece um grande desfile das escolas de samba da cidade. O desfile ocorre em uma passarela projetada por Oscar Niemeyer.

Há o desfile do Grupo Especial e do Grupo de Acesso, que acontecem na sexta-feira e no sábado, para não haver concorrência com o desfile do Rio de Janeiro.

Em outros países

O carnaval é comemorado em boa parte do planeta, além do Brasil veja a seguir as principais comemorações do carnaval pelo mundo.

Reino Unido
No período do carnaval brasileiro, no Reino Unido acontece o Shroveitide (Shrive que significa confessar ‘pecados’) é a comemoração do carnaval britânico.

Estados Unidos
Nos Estados Unidos o carnaval se resume basicamente na celebração do Mardi Grass (Terça-Feira Gorda), vários estados celebram o carnaval.

Mas o estado mais tradicional de tal comemoração é New Orleans. Neste estados, durante o Mardi Grass, desfilam pelas ruas da cidade mais de 50 agremiações. A agremiação mais conhecida é a do Bacchus (que possui gigantescos e originais carros alegóricos).

Alemanha
Na Alemanha a celebração do carnaval acontece tanto nos grandes centros urbanos, quanto na Floresta negra e nos Alpes.

A festa mais tradicional é a da cidade de Bonn lá organizam desfiles com pessoas fantasiadas com época, o diabo fica solto, por esse motivo as pessoas usam máscaras para esconder seus rostos.

Veneza
Por muito tempo, o carnaval veneziano foi um dos mais fortes e alegres do mundo. Durante o período do carnaval eram desenvolvidos bailes e festas nas praças e ruas da cidade. Com o passar do tempo o carnaval de Veneza foi enfraquecendo chegando a quase extinguir-se.

Fonte: Brasil Escola