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Mais do que um brinquedo de criança, as bicicletas conquistaram seu espaço na prática de exercícios. Além de manter a forma, ela é responsável pela liberação da serotonina, substância que melhora o humor e espanta o cansaço. Uma pesquisa feita pelo metro registrou de 345 mil passageiros vão com suas bicicletas para todos os lugares.

A bicicleta (também chamada de bike, no Brasil) é um veículo com duas rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio usuário (ciclista) através de pedais. Foi inventada no século XIX na Europa. Com cerca de um bilhão de unidades em todo o mundo, a bicicleta é usada tanto como meio de transporte no ciclismo utilitário, como objeto de lazer no cicloturismo e para competições desportivas de ciclismo.

A bicicleta afetou consideravelmente a história tanto no campo industrial como no cultural. No início, a bicicleta inspirou-se em tecnologias pré-existentes. Hoje, no entanto, tem contribuído para outras áreas. Além de lazer e transporte, as bicicletas estão sendo adaptadas para outras utilizações, na área militar e em esportes.

A bicicleta também é bastante utilizada como meio de transporte no dia-a-dia, por ser um transporte barato, ecológico e saudável.

Atualmente, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), o Brasil é o 3º maior fabricante de bicicletas do mundo, com 5,5 milhões de unidades produzidas em 2007, atrás a penas da China e da Índia, países que concentram 76% da produção mundial. Além disso, o Brasil foi em 2007 o 5º maior mercado consumidor de bicicletas do mundo, e possuía nesse mesmo ano uma frota de 65 milhões de bicicletas nas ruas.

Especialistas orientam que antes de comprar uma bike é necessário:

  • fazer o teste drive;
  • verificar se a altura é ideal, que permite que as pontas dos dedos toquem o chão.
  • optar por um modelo apropriado ao seu estilo de vida e as suas necessidades

O Brasil não possui uma grande tradição ciclística, principalmente no que se refere ao uso da bicicleta como meio de transporte. Vista como um instrumento de esporte ou lazer, o modelo de bicicleta que acabou se popularizando por aqui foi a Mountain Bike, que até hoje reina absoluta, ideal para andar na terra e em terrenos irregulares (como as nossas ruas esburacadas). Porém, como qualquer pessoa que pedala todo dia pode comprovar, Mountain Bikes definitivamente não são a melhor opção para se locomover nas grandes cidades: guidão baixo, pneu inadequado, falta de pára-lamas e suspensão, etc.

Inúmeras pessoas se encontram para pedalar à noite. Esses treinos em grupo são bons porque as ruas estão mais vazias, tranqüilas e seguras.

Algumas dicas para quem quer pedalar com segurança:

  • Ande sempre a direita da via, a um metro da calçada e com roupas que permitam que fique visível para os motoristas de carros e motos, e também para pedestres.
  • Para ultrapassar, faça sempre em sua faixa e com muita cautela.
  • Mude de faixa só em situações de congestionamentos, mantendo-se à direita da próxima faixa e volte às bordas da pista assim que possível.
  • Evite ruas e estradas com grande fluxo de veículos pesados (caminhões e ônibus).
  • Seja gentil. Agradeça após pedir passagem e sinalize conversões.
  • Ande sempre na mão. O Código Nacional de Trânsito reconhece a bicicleta como veículo, devendo então andar sempre no fluxo do trânsito.
  • Se for entrar à esquerda, busque sempre a melhor forma. Se necessário vá até a calçada e atravesse como pedestre, empurrando a bike.
  • Nas ruas, respeite sempre a velocidade dos carros, no máximo 40 km/h. Nas avenidas, procure pedalar o mais rápido possível. Ao transitar pelas calçadas, aja como pedestre: com cuidado e empurrando a bicicleta.

Fonte: Cleber Ricci, autor do guia Bike na rua e Wikipédia

desafioHelicóptero, carro, moto, ônibus, bicicleta ou simplesmente andar. Quem leva a melhor no trânsito de São Paulo? Avaliar a praticidade e velocidade dos diferentes meios de transporte esse foi o objetivo do Desafio Intermodal em São Paulo, que aconteceu no último dia 17 a partir das 18 horas.

O ciclista Ricardo Bruns foi o primeiro a completar o trajeto da Praça Marechal Gentil Falcão (Brooklin) a Prefeitura, no centro da cidade, em apenas 22 minutos e 33 segundos. Pelo segundo ano consecutivo a bicicleta vence a competição, que marca o início das atividades do “Dia Mundial Sem Carro” (22 de setembro).

Em segundo lugar chegou um motociclista, e, posteriormente, um bike courrier (ciclista de entregas rápidas), um helicóptero (o que afetou o seu desempenho foi o deslocamento até o heliponto e a espera de liberação do tráfego), um ciclista experiente, um “ciclista iniciante por vias alternativas” e um motoboy. Um homem correndo chegou quase quinze minutos antes do carro, que demorou 1h22m.

A competição visa mostrar que há infinitas alternativas ao transporte motorizado particular e também avaliar o desempenho do transporte público ano a ano. Além de verificar os custos e a poluição emitida por cada um.

As regras
O tempo computado é o do deslocamento completo da pessoa, incluindo o período de deslocamento até o modal até o de estacionar o veículo. Como o ciclista desmontado se equipara a um pedestre, o único veículo que não será necessário estacionar é a bicicleta.

No deslocamento foram respeitadas todas as regras de trânsito. Os pedestres tem que atravessar na faixa, a não ser que ela esteja a mais de 50 metros. Nesse caso, ele pode atravessar no local que considerar mais seguro.

tabela 

Fonte CicloBR