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Tratar animais de estimação como filhos é mais frequente no meio urbano. Pelo menos é o que revelou um estudo apresentado no 118.º Encontro da Associação Sociológica Americana. Nas áreas rurais, os animais são avaliados com base na sua utilidade prática.

10 Países com a maior população de cães no mundo:

  • 1º. Estados Unidos: 61 milhões
  • 2º. Brasil: 30 milhões
  • 3º. China: 22 milhões
  • 4º. Japão/Rússia: 9,6 milhões
  • 5º. África do Sul: 9,1 milhões
  • 6º. França: 8,1 milhões
  • 7º. Itália: 7,6 milhões
  • 8º. Polônia: 7,5 milhões
  • 9º. Tailândia: 6,9 milhões
  • 10º. Reino Unido: 6 milhões

Fonte: O Estado de S. Paulo e Superinteressante

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Filhotes de Bugios.

As grandes obras, como a reforma da Marginal e a construção do Rodoanel, causam impacto e já fazem vítimas entre os animais silvestres. Até sexta-feira, dia 12, foram atendidos 221 animais vindos da região onde estão acontecendo as obras do trecho sul do Rodoanel.

Segundo os biólogos da Divisão de Medicina Veterinária e Manejo da Fauna Silvestre –uma espécie de hospital de animais ligado à Prefeitura de São Paulo, anteriormente não era comum chegarem animais silvestres dessa região, mas com as obras, os bichos feridos representam 4,7%. São bugios, preguiças-de-três-dedos, quatis e cuícas, além de aves como o juriti-piranga, cuiú-cuiú e tucano-do-bico-verde.

“Este lugar é um termômetro do que está acontecendo na cidade”, diz a bióloga Brígida Fries. O problema é que algumas daquelas espécies correm risco de extinção local, se perderem seu habitat. É o caso dos  que foram trazidas das obras do Rodoanel. 

Hospital de animais
Os animais que chegam ao Centro de Tratamento do Parque Ibirapuera, recebem medicamentos e passam por reabilitações pós-cirúrgicas. Depois, 49% são soltos na natureza e 14% vão para cativeiro, porém um terço deles não sobrevive. Atualmente, o centro comporta pouco mais de 500 animais e não recebe espécies domésticas, nem animais que não estejam feridos ou doentes. Já recebeu 9.446 ameaçados de extinção.

Fonte: Folha de S. Paulo – Cotidiano

Até 16 de agosto acontece na capital paulista a campanha de vacinação contra raiva. Cães e gatos poderão ser imunizados gratuitamente em mais de 1900 postos em todas as regiões da cidade. Podem ser vacinados animais com mais de três meses de idade, inclusive as fêmeas que estiverem amamentando, prenhas ou no cio. O proprietário recebe um comprovante de vacinação do animal, que é válido por um ano.

A raiva é uma doença transmissível de animal para animal e de animal para o ser humano, caracterizada pelo contágio direto, ou seja, pelas mordidas, arranhões ou lambedura de cães, gatos, morcegos ou outros mamíferos infectados.

A relação dos postos, com locais e datas por região, pode ser consultada no site www.prefeitura.sp.gov.br/covisa, ou na central 156, canal de informações da prefeitura. A vacinação será realizada das 9 às 17 horas.

zoonoses_artAnimais de estimação podem contribuir para melhorar a saúde física e mental de seus donos, mas a duração desses efeitos sobre a saúde psíquica das pessoas causa polêmica entre pesquisadores

:: por Scott O. lLlienfeld e Hal Arkowitz ::

Os animais fazem companhia e suprem as carências pessoais.

Em 1857, o escritor britânico George Eliot escreveu: “Os animais são amigos muito agradáveis. Não fazem perguntas nem manifestam desaprovação”. Essa natureza afável de cães, gatos, peixes e outros bichos intriga pesquisadores que buscam descobrir quais seriam os seus poderes terapêuticos ainda inexplorados. Uma das questões a serem esclarecidas é se os benefícios que eles trazem para a saúde – segundo muitos garantem -– são obtidos apenas pela diversão que proporcionam ou se a presença dos bichos pode, de fato, ser considerada terapêutica – a ponto de ser indicada por médicos e psicólogos para auxiliar no tratamento de seus pacientes.

O fato é que cada vez mais os bichinhos têm ocupado lugar de destaque na vida das pessoas – e, não raro, recebem a “responsabilidade” de suprir carências afetivas profundas de seus donos. Basta dizer que, no ano passado, o chamado “pet business” – negócios envolvendo animais de estimação e produtos destinados a eles – movimentou uma cifra recorde no Brasil: cerca de US$ 3,3 bilhões, com um crescimento de 17% em relação ao faturamento de 2006. Nos Estados Unidos, aproximadamente 63% dos lares abrigam mascotes, segundo dados da Associação Americana de Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação. Embora controversos, diversos estudos sugerem que os moradores desses lares tendem a ser mais felizes do que as demais pessoas. Além disso, uma pesquisa coordenada por Erika Friedmann, da Escola de Enfermagem da Universidade de Maryland, em Baltimore, mostra que ter um bicho de estimação eleva as taxas de sobrevida em um ano entre vítimas de enfarte. Embora investigações como essa sejam de difícil interpretação (porque os donos de animais podem ter, eventualmente, menos fatores de risco cardíacos, se alimentem com dietas mais saudáveis e experimentem níveis mais baixos de hostilidade).

Esses trabalhos podem ser mais eficazes se os pesquisadores fizerem experiências em que selecionem ao acaso algumas pessoas para conviver com um animal – em laboratório ou em casa. Estudos feitos pelos psicólogos Karen Allen, da Universidade de Buffalo, e James Blascovich, da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, demonstram que a proximidade de um bichinho querido durante uma tarefa estressante – como resolver exercícios difíceis de aritmética, por exemplo – evita que aqueles que executam a atividade tenham picos de pressão arterial. O mesmo, porém, não ocorre na presença de um amigo.

O levantamento feito por Allen mostra também que corretores estressados e hipertensos da bolsa de valores, escolhidos ao acaso para adotar um cachorro ou um gato, registraram índices de pressão arterial mais baixos do que os de voluntários do grupo de controle que não tinham animais. Os resultados sugerem que a presença de bichos pode reduzir os níveis de stress, embora não apontem quais as razões para esse efeito. As conclusões também não informam se seria possível obter resultados similares com outros estímulos, como a presença de amuletos da sorte ou de outro objeto no qual fosse investido afeto, como uma planta ou um boneco de pelúcia, por exemplo.

Poucas pessoas contestariam a afirmação de que os animais de estimação são capazes de nos dar conforto, em especial em épocas de dificuldade ou solidão. Uma questão muito mais controversa diz respeito à eficácia das terapias assistidas por animais (AATs, na sigla em inglês), usadas no tratamento em si ou como complemento para uma psicoterapia. A escolha inclui desde cavalos, cachorros, gatos, coelhos, pássaros, peixes e porquinhos-da-índia até os golfinhos. Os problemas psicológicos para os quais se usa a AAT incluem esquizofrenia, depressão, transtornos de ansiedade, transtornos de alimentação, transtorno de hiperatividade/déficit de atenção e autismo, além de uma série de deficiências do desenvolvimento.

Scott O. lLlienfeld e Hal Arkowitz Scott é professor de psicologia da Universidade Emory; Hal é professor de psicologia da Universidade do Arizona. Ambos participam do conselho consultivo da Scientific American Mind, nos Estados Unidos.

(veja matéria completa Mente e Cérebro – Edição 190 – Novembro 2008)

:: Por Eduardo Kato ::

A cada momento, podemos constatar fatos incríveis e fantásticos que falam da capacidade de adaptação de animais e plantas ao ambiente com o objetivo de, simplesmente, continuar a viver. Estas adaptações têm lógica e bom senso e são o resultado da aplicação de princípios matemáticos, de física e de química.

Vejamos algumas:

urso-polarObservando ao animais que vivem nas regiões polares (regiões onde as temperaturas ambiente são constantemente situadas baixo de 0 oC (zero), notamos neles uma série de adaptações que tem o objetivo de promover a manutenção da temperatura corpórea constante e em níveis apropriados para a vida normal. Notamos, por exemplo, a presença de uma espessa camada de tecido adiposo (gorduroso) freqüentemente associada à presença de uma pelagem densa e espessa, a presença de pescoço e apêndices (patas) curtos (redução da área exposta aos ventos frios e á água gelada) e um metabolismo adaptado para gerar maior quantidade de energia para manter a temperatura. Como exemplos temos os ursos polares, as focas, as morças e os pinguins.

girafaNo caso inverso, quando observamos animais que vivem em climas muito quentes (África) percebemos outras formas de adaptação, desta feita adequadas para dissipar mais facilmente o calor do corpo. As girafas tem as pernas e o pescoço enormes que facilitam a dissipação de calor (apresentam maior área para a troca de calor). Os formidáveis elefantes africanos tem suas enormes orelhas percorridas por um sistema de vasos sangüíneos intensamente subdividido fato que ajuda especialmente na tarefa de promover o resfriamento do sangue a cada abanada das orelhas.

Muitas aves de rapina (gaviões, águias) que se alimentam de cobras venenosas, são pernaltas de tal forma que a picada dos répteis, mesmo que atinjam as longas pernas cobertas de escamas (parte situada abaixo das coxas). Estas aves mergulham quase que verticalmente sobre suas vítimas, surpreendendo-as e depois de cravarem suas garras no corpo da presa, rapidamente atingem a cabeça da vítima com bicadas fatais, quase sem correr o risco de serem picadas pelas cobras, tendo o corpo afastado do perigo de picadas venenosas graças as longas pernas “blindadas”.

A maioria das aves que nadam (patos, cisnes) contam com um sistema de impermeabilização natural da superfície das penas que cobrem o corpo. Próximo a região da cauda, na parte superior, existe uma glândula que secreta uma substância gordurosa impermeabilizante que é retirada pelo animal com a ajuda do bico e distribuída homogeneamente sobre a superfície das penas (principalmente da parte inferior do corpo). A impermeabilização da camada superficial externa faz reter uma camada de ar entre as penas, reduzindo a densidade total destas aves, fazendo a ave flutuar. Se um pato tiver lavada a parte inferior do corpo com um forte detergente não conseguirá flutuar sobre a água até que ele mesmo reconstitua a camada natural de impermeabilização.

As plantas naturais dos desertos contam com interessantes adaptações para resistir ao perigo da desidratação pela ação do calor. Normalmente, as folhas das plantas são responsáveis pela perda de água por evaporação – assim, quanto mais folhas, maior a perda d’água.

A perda d’água deve ser minimizada à qualquer custo no deserto, e para isto, os cactos transformaram suas folhas em grandes espinhos que também protegem a planta do ataque de certos animais herbívoros. E vejam só, mais uma adaptação – a fotossíntese nos cactos é realizada pela clorofila presente no caule (caule verde) dos cactos.
Bons observadores notaram que sob as árvores que produzem a manga (mangueiras), pouquíssimas plantas conseguem se estabelecer. Uma substância (hormônio vegetal) eliminada através das folhas da mangueira e lavada pelas chuvas fica acumulada no solo sob a mangueira e inibe a germinação e o desenvolvimento da maioria das outras plantas. Esta situação garante a mangueira a que os nutrientes presentes no solo não sejam consumidos por concorrentes.

::  Eduardo Kato é biólogo e professor de Gestão Ambiental do INPG

Fonte: Curiosidade Animal

Os cinco sentidos dos bichos nem sempre são iguais aos dos seres humanos. Quer ver como? Leia cinco exemplos sobre o curioso mundo dos animais.

Visão de super-herói
A águia enxerga tão bem, que encontra a presa a uma grande distância, como se usasse um binóculo. Mesmo com a visão incrível, há espécies da ave que estão ameaçadas de extinção por problemas como destruição de habitats, caça e poluição. Na foto uma Águia Real.

Orelhudos
As orelhas do elefante não são só para enfeitar a cabeça: ele escuta muito bem. Além disso, o elefante africano as usa para mostrar que está com raiva.

Sem orelhas
Os peixes não têm orelhas, mas sentem as vibrações do som dentro da água. Ao contrário do peixinho Nemo, do filme de animação, eles são bem silenciosos.

owlAtentas
A coruja usa seus misteriosos olhos para enxergar no escuro. Por isso elas dormem de dia e batem suas asas à noite, para caçar.

Antenadas
As antenas das formigas tem múltiplas funções: ajudam a tocar, cheirar, sentir o gosto e até ouvir. Ao tocar a antena de outra companheira elas conseguem até sentir o cheiro do próprio formigueiro.

Informações da “Mini Larousse dos Cinco Sentidos”, do “Meu 1º Larousse de Curiosidades” e “Meu 1º Larousse Enciclopédia”