Arquivo da categoria ‘Viagens & Passeios’

Os Estados Unidos chamam cada vez mais a atenção dos turistas brasileiros. De acordo com pesquisa realizada mensalmente pelo site de hospedagem Hoteis.com, Orlando, na Flórida, é o destino com maior aumento na procura dos internautas durante o mês de fevereiro deste ano. Com um crescimento de 483% em relação ao mesmo período de 2010, a cidade aparece seguida de outros dois destinos norte-americanos: Las Vegas, que registrou aumento de 388%, e São Francisco, com 380%.

“Com a boa cotação do dólar e a valorização do real, os Estados Unidos tornam-se um destino atraente para os brasileiros”, explica Javier Escobedo, presidente do Hoteis.com para a América Latina. Além das opções de hospedagem, o país ainda reúne uma variedade de atividades culturais e centros comerciais.

Após as três cidades norte-americanas, em quarto lugar está Itacaré, na Bahia, com um aumento de 373%, seguida por Lima, no Peru, com 367%. Guarujá (339%), Veneza, na Itália (307%), Gramado (295%), Kissimmee, nos Estados Unidos (289%), e Paris, na França (287%), completam o ranking dos dez lugares mais procurados no site.

De acordo com a análise do Hoteis.com, dos 20 destinos que mostraram um crescimento maior durante fevereiro, nove são nacionais, três são da Europa, cinco da América do Norte e dois da América Latina.

Fevereiro 2011 (vs 2010)
1. Orlando, EUA ► 483%; 2. Las Vegas, EUA ► 388%; 3. São Francisco, EUA ► 380%; 4. Itacaré, Brasil ► 373%; 5. Lima, Peru ► 367%; 6. Guarujá, Brasil ► 339%; 7. Veneza, Itália ► 307%; 8. Gramado, Brasil ► 295%; 9. Kissimmee, EUA ► 289%; 10. Paris, França ► 287%; 11. Miami, EUA ► 279%; 12. Costa do Sauípe, Brasil ► 275%; 13. Curitiba, Brasil ► 272%; 14. Santa Monica, EUA ► 262%; 15. João Pessoa, Brasil ► 260%; 16. Cartagena, Espanha ► 254%; 17. Porto das Galinhas, Brasil ► 254%; 18. Campinas, Brasil ► 252%; 19. Ribeirão Preto, Brasil ► 247%; 20. Colonia del Sacramento, Uruguai ► 246%.

Gastos
Os brasileiros gastaram US$ 1,741 bilhão em viagens ao exterior no mês de janeiro, período de férias, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados ontem (23). Esse é o maior valor na série histórica do BC, inciada em 1947. Em janeiro do ano passado, as despesas de brasileiros em outros países somaram US$ 1,217 bilhão.

Os gastos de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 595 milhões, contra US$ 566 milhões registrados em janeiro de 2010. Assim a conta de viagens internacionais, que registra os gastos de brasileiros no exterior e as receitas deixadas por estrangeiros em viagem ao Brasil, ficou deficitária em US$ 1,146 bilhão, em janeiro deste ano, contra US$ 651 milhões de saldo negativo de igual período de 2010.

As viagens internacionais estão na conta de serviços, que também registra gastos e receitas com transporte. Essa conta apresentou déficit de US$ 423 milhões em janeiro, contra US$ 289 milhões mo mesmo mês do ano passado. No caso de aluguel de equipamentos, o saldo negativo ficou em US$ 1,062 bilhão, contra US$ 874 milhões de igual período de 2010.

Fonte: Assessoria de Imprensa e SC5

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Um dos mais antigos meios de defesa do homem e a sua presença no mundo dos esportes.

A prática do arco e flecha, esporte e também arma de guerra, teve suas primeiras aparições no Egito Antigo por volta de 3500 a.C.. Mantida em segredo, a técnica era transmitida apenas de pai para filho durante ato cerimonial. Ainda na Antiguidade, os assírios, civilização da região mesopotâmica, também tiveram contato com a arte. Eles revolucionaram o formato dos arcos, utilizando madeiras leves e resistentes em formato curvo, o que facilitava o uso quando montado a cavalo. Os hititas, originários da região da atual Turquia, utilizaram o arco e flecha como sua principal arma de combate. Junto das carruagens, as chamadas bigas, tornaram-se quase insuperáveis.

Por meio da expansão territorial, vários outros povos se familiarizaram com a técnica, como os romanos, que só dominaram o uso no fim do auge de suas conquistas; os mongóis, que se tornaram exímios arqueiros; e, por último, os ingleses com seus longbows, ou arcos longos, que conseguiam atingir longas distâncias, sendo sua principal arma em batalha na Idade Média.

Depois de muito tempo, o arco e flecha foi integrado ao esporte, e em 1879 ocorreu o primeiro Torneio da NAA (National Achery Association) na cidade americana de Chicago (um costume da época era a obrigação do uso da vestimenta tradicional). Porém, não foi o primeiro torneio de que se tem notícia. Anos antes (1844), a Inglaterra já fundava o 1° Campeonato Inglês de Arco e Flecha, pois possuía maior tradição no esporte. Já no século 20, mais precisamente em 1908, o arco e flecha tornou-se uma modalidade olímpica. Entretanto, devido a várias discrepâncias nas regras, somente voltou aos Jogos Olímpicos em 1972, na Olimpíada de Monique, formalizando o esporte e suas várias modalidades e competições.

Atualmente, o esporte possui três modalidades básicas: Outdoor, Indoor e Field. A modalidade Outdoor, a mais tradicional, é realizada com disparos a longas distâncias, que variam entre 30, 50, 70 e 90 metros, tanto para a categoria feminina como a masculina. Na Indoor, a competição acontece em ambientes fechados à distância de 18 metros, originada em países de inverno rígido que impedem a prática do esporte ao ar livre. Já a modalidade Field é realizada em campos abertos e condições adversas, levando em conta os mais diferentes relevos, terrenos e vegetações, com distâncias que variam de 5 a 65 metros, conhecidas ou não.

No Brasil, o esporte é divulgado por diversas federações nacionais que formam novos atletas a cada ano, como é o caso da FPAF (Federação Paulista de Arco e Flecha). Fundada em 1973, a Federação desmistifica o esporte, que pode ser praticado por qualquer pessoa, indiferente de sexo ou idade, desde que acompanhado por um responsável, já que se trata de uma arma branca e, por isso, perigosa sem a devida segurança. A Instituição ainda conta com palestras e workshops, nos quais são convidados arqueiros de renome internacional.

A Federação vem lutando para popularizar o esporte no Brasil, porém a manutenção dos equipamentos faz com que a sua prática ainda seja para poucos. Exemplo disso são os custos dos arcos profissionais, que variam de 800 a dois mil reais, fora outros equipamentos, como flechas, etc.

Além do trabalho da FPAF, outras instituições promovem e organizam o esporte: a CBTARCO (Confederação Brasileira de Tiro com Arco) coordena os atletas em suas várias competições, como os Jogos Pan-Americanos e as Olimpíadas em suas quatro edições, desde 1980 em Moscou e 1992 em Barcelona.

22º Pedal Verde

Publicado: 23/02/2011 por Andrew em Atualidades, Meio Ambiente, Viagens & Passeios

Lei do Turismo é regulamentada

Publicado: 07/12/2010 por Andrew em Atualidades, Viagens & Passeios

Relações de consumo, fiscalização, cadastramento, cruzeiros marítimos e sustentabilidade estão contemplados na legislação

O Diário Oficial da União publicou na última sexta-feira (3/12) o Decreto 7.381 que regulamenta a Lei do Turismo. Dividida em dez capítulos, a legislação define as atribuições das instâncias responsáveis pelo planejamento, desenvolvimento e estímulo ao setor e as regras para cadastramento, classificação e fiscalização dos prestadores de serviços turísticos. Disciplina ainda as atividades das empresas do setor.

“O decreto consolida os avanços alcançados pelo turismo nos últimos oito anos, dando segurança jurídica aos contratos e, por consequência, aperfeiçoando os mecanismos de proteção do consumidor de produtos e serviços turísticos”, disse o ministro do Turismo, Luiz Barretto.

O decreto traz dispositivos que tratam da relação de consumo entre turistas e empresas, em consonância com o Código de Defesa do Consumidor. Disciplina as atividades de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos. Para essas atividades, segundo o decreto, o cadastro no sistema Cadastur do Ministério do Turismo é obrigatório.

A sustentabilidade ambiental da atividade turística é outro foco do decreto. A construção, instalação, funcionamento de estabelecimentos de turismo potencialmente poluidores, por exemplo, dependerão de prévio licenciamento ambiental. Assim como, a realização de qualquer atividade de turismo na Antártica, por parte de operadoras brasileiras, deverá ser aprovada pelo Ministério do Turismo. São contempladas ainda, em todas as atividades abordadas na legislação, regras que garantam boas condições de higiene, salubridade e segurança para o usuário.

Náutico – O segmento de turismo náutico, cujo crescimento chega a 350% nos últimos dez anos no país, foi contemplado no decreto. Ficam definidos os conceitos de embarcação de turismo, cruzeiros marítimos e fluviais e suas classificações em categorias, como cabotagem e longo curso. “Os padrões de classificação em categorias de conforto e serviços serão estabelecidos em ato do Ministério do Turismo”, determina o dispositivo legal.

Fiscalização: O decreto cria a figura do agente fiscal do turismo. Estabelece que a fiscalização das empresas do setor será efetuada pelo Ministério do Turismo e seus órgãos delegados ou conveniados. As multas por infrações aos dispositivos da lei variam de R$ 350 a R$ 1 milhão.

Aproxima-se o feriado prolongado em comemoração ao Dia da Padroeira do Brasil – Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro). Muitos fiéis dirigem-se à Aparecida, no interior de São Paulo, o que certamente aquecerá o turismo religioso nos próximos dias. A cidade de Aparecida recebe em média 120 mil turistas em finais de semana. Neste feriado, as missas pela Padroeira realizadas na Basílica, deverão atrair outras centenas de pessoas que viajarão àquele local. Com apenas 37 mil habitantes, Aparecida é o maior pólo de turismo religioso do País e recebe cerca de dez milhões de romeiros todos os anos. Por viajar em grupo ou em família, o turista religioso prefere usar o transporte rodoviário.

De acordo com Regina Rocha, diretora executiva da FRESP – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo, o turismo de lazer, negócios ou religioso contribui para o crescimento de várias áreas da economia, gera empregos, desenvolvimento cultural, artístico, comercial entre outros. “Vê-se que vários nichos sociais e econômicos são beneficiados pela atividade, que é de suma importância. Os profissionais devem ter o conhecimento da existência dos diversos eixos ou atividades, os quais interligados sustentam o turismo e faz com que se desenvolva, como: o transporte rodoviári, as hospedagens, os serviços de alimentação, os pontos turísticos, as áreas destinadas às compras etc.”

Fonte: FRESP

Capital portuguesa, que alia sua tradição histórica à modernidade das grandes cidades, foi nomeada em três categorias, incluindo “Melhor Destino do Mundo”, na 17ª edição do prestigiado prêmio do turismo mundial, o World Travel Awards.

A cidade de Lisboa, uma das capitais mais modernas e acolhedoras da Europa, acaba de ser indicada em três categorias em um dos mais prestigiados prêmios de turismo do mundo, o World Travel Awards (WTA), considerados os “Óscares” do setor de turismo.

Lisboa foi nomeada para receber os prêmios de “Melhor Destino do Mundo, Melhor Destino de Cruzeiro do Mundo e Melhor Porto de Cruzeiros do Mundo”, concorrendo com destinos como Londres, Maldivas, Miami, Nova York, Rio de Janeiro, Sydney, Bahamas, Copenhague, Istambul, Xangai, Estocolmo, Cidade do Cabo, entre outros.
A premiação, considerada a mais importante do turismo europeu e uma das mais conceituadas do mundo, foi instituída em 1993 e classificada pelo “The Wall Street Journal” como os “Óscares do Turismo”.

Os WTA foram criados com o intuito de reconhecer e celebrar a indústria do turismo, estimulando a competitividade e a qualidade no setor turístico mundial, promovendo os melhores destinos e serviços prestados.

A escolha das cidades premiadas é realizada por meio de uma votação online no endereço www.worldtravelawards.com, e conta com a participação de milhares de profissionais de viagem e turismo de 183 mil agências de viagens, em mais de 160 países em todo o mundo. Os resultados serão anunciados na cerimônia do dia 07 de novembro, em Londres.
Na última edição do evento, em 2009, Lisboa recebeu os prêmios nas categorias de Melhor Destino Europeu, Melhor Destino para City Breaks Europeu e Melhor Destino de Cruzeiro Europeu.

De acordo com o Ministério do Turismo da Índia, viagem de saúde poderá gerar 40 milhões de novos empregos.

A prática de viajar para outro país ou estado para receber tratamentos médicos movimenta 60 bilhões no mundo todo. Segundo a Deloitte Center for Health Solutions, 750 mil norte-americanos viajaram por turismo de saúde em 2007. Estima-se que até 2012 o número de pacientes aumente para 1,6 milhão, o que significa um crescimento sustentável de 35% ao ano. Os EUA lideram o ranking de países que enviam pacientes para tratamentos internacionais, seguidos de Canadá, Itália, Portugal, China e Angola.

A Tailândia está na frente como o país que recebe mais pacientes internacionais, 1,2 milhão em 2007. Em 2006, só o hospital Bumrungrad atendeu 64 mil norte-americanos, aumento de 11% em relação a 2005. Em segundo lugar vem a Índia, que recebeu 450 mil pacientes internacionais e teve crescimento de 20% entre os anos de 2006 e 2007. Isso rendeu um faturamento de US$ 382 milhões para o país, número que é estimado em US$2,2 bilhões até 2012. Além da receita, o Turismo de Saúde poderá render aos indianos 40 milhões de novos empregos nos próximos anos, de acordo com o Ministério do Turismo da Índia.

Esses líderes mundiais têm total apoio e incentivo do governo, que cria estratégias de divulgação junto ao Ministério do Turismo, e contam com Medical Visas (Vistos para Viagens Médicas) para turistas que viajam à Índia para fazerem tratamentos médicos.

Mercado em forte expansão – O Brasil está intensificando suas estratégias para conquistar seu espaço neste cenário promissor. O país já é referência mundial em cirurgia plástica, tratamentos odontológicos, ortopedia, cardiologia, neurologia, reprodução humana e cirurgia bariátrica, e tem mais hospitais certificados com Acreditação internacional do que os líderes mundiais. “Precisamos estruturar melhor este mercado, fomentar novos negócios e divulgar internacionalmente nossa medicina de excelência”, afirma Mariana Palha, da Medical Travel Brasil, empresa especializada em Viagem de Saúde.

No país, são 22 instituições acreditadas pela JCI (Joint Comission International), organização não-governamental que certifica instituições médicas sob os mais rigorosos padrões de qualidade. Desse total, 13 são no Rio de Janeiro, oito em São Paulo e uma em Porto Alegre (RS). Já em Belo Horizonte, cinco hospitais receberam a certificação da ONA (Organização Nacional de Acreditação), outra entidade que também atua com certificações na área de saúde.

Além da garantia de que a instituição segue padrões internacionais de qualidade no serviço, a certificação inclui também investimentos em equipes bilíngues, adaptações de cardápios e ambientes para atender os pacientes estrangeiros com excelência.

De acordo com o Ministério do Turismo, recebemos 180 mil pessoas de outros países em busca de tratamentos médicos nos últimos três anos. Essa movimentação ainda acontece de maneira informal em território brasileiro, mas empresas como a Medical Travel Brasil, entidades de classe e o governo estão trabalhando para desenvolver o potencial deste setor. “O objetivo é formar um grupo de trabalho para expandir esse segmento no país de forma sustentada”, afirma Mariana.

Fonte: Medical Travel Brasil