Arquivo da categoria ‘Psicologia & Comportamento’

almanaque-1Quem nunca teve uma almanaque em suas mãos não existe. Os almanaques viraram mania. Mas, antigamente, eles eram até mais comuns! Os almanaques – publicações que divulgam textos bem variados, tratando de temas diversos – muitas vezes eram os materiais de leitura mais acessíveis e estavam presentes nos mais diversos contextos e momentos sociais.

Os almanaques são publicações anuais, sob o formato de calendário, e apresentam indicações astrológicas, previsões meteorológicas destinadas aos agricultores, orientações sobre saúde e comportamento, além de curiosidades, provérbios, receitas, etc. Neste sentido, a publicação mais conhecida deste gênero ainda em circulação é o Almanaque do Pensamento, tradicional anuário editado desde 1912, em São Paulo, pela Editora Pensamento.
Desde as primeiras décadas do século XX, em várias partes do mundo, a publicação de almanaques anuais gozou de grande prestígio junto às famílias, sendo tamanha a sua abrangência e importância no cotidiano que um tradicional almanaque francês, o Almanach Hachette, se subintitulava Petite Encilopédie Populaire de la Vie Pratique (Pequena Enciclopédia Popular da Vida Prática).
250px-Poor_Richard_Almanack_1739Aqui no Brasil os almanaques também eram considerados uma minienciclopédia do cotidiano. Até meados dos anos 70 as famílias letradas procuravam, ao fim de cada ano, os almanaques do ano vindouro, sem que isso significasse o descarte do almanaque “vencido”. Neles, diversão e informação se misturavam de maneira tão singular que era sempre possível, e comum, numa relida, descobrir alguma novidade.
Existiram almanaques de todos os tipos e para todos os gostos. Eles podem ser ao mesmo tempo úteis, lúdicos e prazerosos, didáticos, de devoção, temáticos, tradicionais ou modernos ou tudo isso junto! Afinal, parece que seu objetivo maior sempre é o de responder a todas as perguntas e curiosidades. Nos diferentes tipos de almanaques podemos encontrar informações como: datas importantes e comemorativas, calendários dos santos de cada dia, fases da lua e até textos poéticos (contos, poesia, crônicas ou enciclopédicos), ou seja, nos almanaques tem de tudo um pouco.

Os “Almanaques de Farmácia” são um exemplo dessa diversidade. Eram publicados com o patrocínio de laboratórios farmacêuticos que os utilizavam como estratégia publicitária principalmente para os seus fortificantes e medicamentos. Assim, eram distribuídos gratuitamente pelas empresas e laboratórios em grandes tiragens fazendo com que seus exemplares chegassem às regiões mais distantes do país. Talvez venha daí o fato dos almanaques de farmácia terem sido os mais populares e até hoje estarem presentes nas lembranças dos mais variados e modestos leitores.

Se se perguntasse para alguém mais velho da família sobre almanaques, com certeza surgirão nomes engraçados como: OPharol da Medicina, Almanaque Sadol, Almanaque do Licor de Cacau Xavier, Almanaqualmanaque-biocore Dr. Schilling, Almanaque Saúde da Mulher, Almanak de Bristol, Almanaque Capivarol, Almanaque Bayer, Almanaque Gessy… Ufa! Ah, e é claro: o Almanaque Biotônico Fontoura, provavelmente o mais conhecido de todos.

O Almanaque Biotônico Fontoura, lançado em 1920, foi criado (elaborado e ilustrado) por ninguém menos que Monteiro Lobato! Lobato criou nas suas páginas o folclórico personagem Jeca Tatu, o caipira que fez tanto sucesso que apareceu também nos seus livros infantis.

Os almanaques farmacêuticos do século XX formaram um capítulo importante da história da leitura no Brasil.

Origem da palavra Almanaque

Do árabe almanakh : Tem várias hipóteses para sua origem. A mais sóbria diz que vem de al-manaj, o círculo dos meses: manaj parece ser a arabização do vocábulo latino manacus, que designava o círculo do relógio solar que marca a sucessão dos meses. Combina com a finalidade primordial dos almanaques, que sempre foi a de publicar o calendário com as estações, a lunação, os eclipses etc. Outra hipótese, muito mais imaginativa, também passa pelos árabes: o vocábulo viria de al-manah: lugar onde se pára numa viagem, local onde o camelo descansa, referindo-se às 12 paradas que a Terra faria no seu trajeto ao redor do Sol, nas casas do zodíaco, e lembrando, ao mesmo tempo, o local onde os condutores de caravanas estacionavam para descansar e trocar entre si notícias, histórias curiosas e fatos pitorescos, bem ao modo dos almanaques modernos.

Ainda outra origem por vezes mencionada é que palavra vem do árabe al-manakh, o lugar onde onde o camelo se ajoelha, onde os nômades se reuniam para rezar e contar as experiências de viagens ou notícias de terras distantes. Em português

Originalmente, almanaque (do árabe al-manakh) é o lugar , a parada numa viagem, ou seja, é hora de descanso e abastecimento para os camelos e provavelmente também para seus “tripulantes”.

dia-dos-namoradosO dia dos namorados é uma data comemorada em vários cantos do mundo e em dias diferentes. Cada país tem a sua própria história para a origem dessa data. E você sabe qual é a origem do dia dos namorados no Brasil?
Após o publicitário João Dória retornar de uma viagem do exterior, ele teve a ideia de comemorar o “Valentine’s Day” (dia dos namorados) no mês de junho, já que nesse mês o comércio sofria uma queda de vendas por falta de uma data comemorativa. O mês estava certo, faltavam escolher o dia e foi aí que perceberam que dia 13 de junho é comemorado o dia de santo Antonio, mais conhecido como o santo do amor. Então decidiram colocar o Dia dos Namorados um dia antes, ou seja, 12 de junho.
João Dória trabalhava na rede de lojas Clipper e sua estratégia surtiu efeito com o slogan preparado por ele: “não é só com beijo que se prova o amor”. Através disso, as vendas da loja alavancaram, criando a tradicional troca de presentes nessa data tão especial para se demonstrar o amor.
A origem do dia dos namorados no Brasil fez com que casais trocassem presentes como chocolates, ursinhos de pelúcia, flores, cartões e diversas outras lembranças que traduzissem o amor que sentiam um pelo outro. O que é comemorado até nos dias atuais, em todo dia 12 de junho.

Por Eduardo Shinyashiki*

Reprodução – Imagem Google

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Quantas vezes nós tentamos atingir um objetivo e não conseguimos, falhamos em busca de um resultado importante ou simplesmente não temos sucesso ao tentar mudar uma situação, mesmo nos esforçando muito para isso? Diante de tais circunstâncias geralmente o ser humano tende a reagir com uma emoção bem específica: a frustração.

Esse sentimento é uma mistura terrível de profunda insatisfação com impotência e raiva. O trabalho é uma das áreas onde esse mix de sensações é mais vivenciado. A frustração leva o profissional a se sentir bloqueado em seu agir e, mesmo consciente que não está conquistando o resultado, não identifica o que fazer para melhorar a situação e continua assim, insistindo em ações inadequadas.

Mas como sair desse impasse? Como fortalecer a inteligência emocional e o autoconhecimento para estimular a automotivação e a persistência diante das decepções? Como lidar com as frustrações sem se sentir inseguro para crescer e melhorar constantemente?

Não basta apenas talento ou competência, é importante que se tenha pleno domínio sobre os sentimentos e as emoções. Para isso, algumas considerações se tornam essenciais:
• Às vezes é preciso dar um passo para trás e olhar como um todo para a situação que nos cria frustração. Assim como ensina o princípio base de judô, do Mestre Kano, é necessário que o aluno recue quando for atacado pelo adversário, para depois atacar com a mesma força. Isto é, ceder inicialmente para atingir a vitória final.

• Utilizar o sentimento de frustração a seu favor. Os antigos sabiam usar a frustração para obter resultados extraordinários. Alexandre, o Grande, por exemplo, na guerra contra a Pérsia, mandou queimar os próprios navios, colocando seus soldados em uma situação de extrema impotência e raiva para que eles tivessem ainda mais garra e motivação para conquistar os navios inimigos, caso quisessem voltar para casa. Dessa forma, a vitória foi conquistada mesmo com um número menor de soldados.

• Como dizia o filósofo chinês, Sun Tzu, conhecido por sua obra A Arte da Guerra: “A um inimigo cercado deve-se deixar uma via de escape”, pois se o inimigo enxerga uma saída, ele se retira, mas se não tivesse a via de escape, segundo o filósofo, ele entraria em uma situação de profunda frustração e utilizaria todas as suas forças para se defender e combater ao extremo em busca da vitória.

• Manter o foco no que se deseja realizar e não no que se quer evitar. O resultado é fruto de onde você vai centralizar a atenção. Regue com sua concentração as flores do seu jardim e não as ervas daninhas dos pensamentos negativos. Cuide da sua atitude mental: foque seus pensamentos em direção às soluções positivas.

É possível encarar os momentos de frustração como aprendizado e desafio a ser superado, rompendo assim com a visão limitada da vida de erros e acertos. Com isso, podemos continuar no caminho da realização com maturidade e confiança para atingir os resultados escolhidos.

* Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos,  escritor e autor de livros .

 

Por Maria Luiza Blanques Petty de Siqueira*

Reprodução – Imagem Google

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A Páscoa está chegando e, nesta época, surge uma legítima preocupação com os excessos. A grande oferta de ovos de chocolate, embrulhados em atrativas embalagens e, muitas vezes, acompanhados de brindes, faz com que muitas crianças exagerem no consumo de chocolate e ganhem peso acima do esperado.
O chocolate contém grandes quantidades de gordura e açúcar e, portanto, é um alimento bastante calórico. Além disso, alguns deles têm, em sua composição, gordura hidrogenada, reconhecidamente relacionada ao aumento da fração prejudicial do colesterol (LDL – colesterol).
Apesar dessas características, é possível desfrutar da Páscoa sem prejuízos à saúde. Para isso, seguem algumas recomendações aos pais:

Foto de  Matheus Tagé DL

Foto de Matheus Tagé DL

– Presenteie seu filho com um ovo de Páscoa de tamanho pequeno. Lembre- se: o tamanho do ovo não é diretamente proporcional ao amor pela criança. Comprar um ovo que tenha as características que a criança prefere (tipo de chocolate, personagem, bombom do recheio, etc.) fará com que ela se sinta suficientemente presenteada. 

– Converse com os familiares e amigos sobre os excessos. É bastante comum a criança ganhar um ovo de cada avô/avó, dos padrinhos, de amigos e de outras pessoas, fazendo com que ela tenha uma oferta muito grande de chocolate em casa e acabe consumindo exageradamente esse tipo de alimento.

– Caso a criança ganhe muitos ovos de Páscoa, converse com ela sobre a possibilidade de dar alguns a outras crianças ou procure congelar uma parte para que eles sejam consumidos ao longo dos próximos meses, até a data de vencimento do chocolate.

– Estabeleça limites para o consumo diário de chocolate. Um pedaço de mais ou menos 20g de ovo de Páscoa não recheado pode ser uma quantidade adequada de chocolate por dia.

– Oriente a criança a comer o pedaço de ovo de chocolate após as refeições principais ou nos momentos dos lanches e nunca enquanto estiver assistindo televisão ou usando o computador. Comer realizando outra atividade faz com que o indivíduo consuma o alimento rapidamente, sem prestar atenção nele, havendo necessidade de maiores quantidades para ficar satisfeito.

Apesar do excesso de oferta dos ovos de chocolate, a Páscoa pode ser uma boa oportunidade para a criança experimentar, ou comer mais uma vez, um delicioso bacalhau regado com azeite de oliva e acompanhado de legumes. Além de muito saborosos, são alimentos que contribuem para a saúde.

* Nutricionista Supervisora do Ambulatório de Obesidade da Disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da UNIFESP, Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UNIFESP, Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UNIFESP, Membro do GENTA (Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares)

e seus significados:

enviado por Clene Salles

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1 – “Certo”: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.

2 – “5 minutos”: Se ela está se arrumando significa meia hora. “5 minutos” só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.

3 – “Nada”: Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em “Nada” normalmente terminam em “Certo”.

4 – “Você que sabe”: É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer… e não diga que também não sabe!

5 – Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre “Nada”.

6 – “Tudo bem”: Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. “Tudo bem” significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.

7 – “Obrigada”: Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga “por nada”. (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga “MUITO obrigada” – isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga “por nada”. Isso apenas provocará o “Esquece”).

8 – “Esquece”: É uma mulher dizendo “FODA-SE!!”

9 – “Deixa pra lá, EU resolvo”: Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando “o que aconteceu?”. Para a resposta da mulher, consulte o item 3.

10 – “Precisamos conversar!”: Fodeu!! Você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.

11 – “Sabe, eu estive pensando…”: Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse…