Arquivo da categoria ‘Meio Ambiente’

Atualmente um galão de gasolina em São Paulo custa US$ 5,69, o equivalente por livro a US$ 1,51 ou R$ 2,65.  Segundo a consultoria americana Airinc (Associates for Internation Research), a cidade paulista tem a 10ª gasolina mais cara do planeta, a segunda entre os municípios de países emergentes e a primeira da América do Sul.

Os motivos apresentados para esse valor são a carga tributária e a valorização do real em relação ao dólar. Exceto Hong Kong, as outras localidades do ranking são européias e o valor é uma das medidas de vários governos que taxam o combustível para preservação do meio ambiente e para estimular o uso do transporte público.

As localidades com preço da gasolina mais caras do mundo são: Asmara (Eristreia), Oslo (Noruega), Copenhague (Dinamarca), Hong Kong (China), Berlim (Alemanha), Mônaco, Londres (Reino Unido), Roma (Itália), Paris (França) e São Paulo (Brasil).

Deputados cobaram explicações da área de inteligência

A Câmara vai apurar as denúncias de tráfico de água doce dos rios da Amazônia. Denúncias dão conta que navios-tanques de várias nacionalidades estariam roubando sorrateiramente águas de rios brasileiros para vender no exterior. A investigação foi pedida pelos deputados Lupércio Ramos (PMDB-AM) e Francisco Praciano (PT-AM). No requerimento pedem a realização de audiência com os ministérios do Meio Ambiente, da Defesa, e os diretores da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Polícia Federal.

A denúncia foi feita na edição 310 da revista jurídica Conselux. Num texto sobre a Organização Mundial de Água e o mercado internacional de água, a revista afirma: “Navios-tanques estão retirando sorrateiramente água do Rio Amazonas”. A publicação relata ainda que o comércio estaria tão avançado ao ponto de empresas internacionais, entre as quais a norueguesa Nordic Water Supply Co., terem desenvolvidos modernas tecnologias para a captação da água. A Nordic teria inclusive até firmado contratos de exportação de água a partir do emprego dessas técnicas para a Grécia, Oriente Médio, Madeira e Caribe.

Segundo a denúncia da revista, a captação geralmente é feito no ponto que o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico. Os indícios são de que cada embarcação seja abastecida com 250 milhões de litros de água doce que, depois, seria engarrafada na Europa e no Oriente Médio.  A Consulex explica que a procura pela água farta do Brasil ocorre por um motivo simples: o baixo custo de beneficiamento.  Para tratar a água retirada dos rios da Amazônia os hidropiratas gastam US$ 0,80 em média para tirar a turbidez da água. A dessalinização das águas oceânicas sai por US$ 1,50 o metro cúbico.

Há três anos, a Agência Amazônia denunciou a existência da prática, mas, até onde se sabe, nada de concreto foi feito para coibir a prática. Essa também é a mesma constatação da revista Consulex. E alerta: “essa prática ilegal não pode ser negligenciada pelas autoridades brasileiras”. De acordo com o artigo 20, inciso III, da Constituição Federal, os rios, os lagos e quaisquer correntes de água em território nacional são bens da União e por esta devem ser protegidos.

Fonte: Agência Amazônia

Já são 102 os mortos no Rio de Janeiro

Publicado: 07/04/2010 por Kakao Braga em Atualidades, Meio Ambiente
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Há mais de vinte horas, o Rio de Janeiro sofre com as fortes chuvas que atingem vários pontos do Estado. O Corpo de Bombeiros informou que o número de mortes em todo o estado do Rio chega a 102 e que 60 pessoas estão desaparecidas, o que indica que esse total poderá aumentar.

De acordo com o último boletim divulgado nesta quarta-feira (7), apenas em Niterói 47 moradores estão sendo procurados em escombros. A meterologia prevê que a chuva continuará até quinta-feira (8), com queda de temperatura.

Na cidade do Rio de Janeiro, segundo os bombeiros,  a situação é mais crítica no bairro de Santa Teresa, cercado por morros, onde sete pessoas ainda não foram localizadas. Na zona oeste, em Jacarepaguá cães farejadores auxiliam nas buscas de dez vítimas de deslizamentos de terra. Também na Rocinha, na zona sul, e em Vila Cosmos, na zona norte, há duas pessoas sendo procuradas.

Desde as 17h de segunda-feria (5) até as 7h da manhã de hoje, a Defesa Civil já recebeu 786 ocorrências, sendo a maior parte sobre desabamentos de imóveis, rachaduras, deslizamentos de barreiras e quedas de muros. Até agora, foram interditados 180 imóveis e 2.134 pessoas estão desabrigadas.

O número de mortos na capital fluminense subiu para 41, porque hoje de manhã foram encontrados dois corpos no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, um no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, e outro no Morro do Turano, na Tijuca. Em Niterói, já foram encontrados 49 corpos que estavam soterrados. As demais vítimas foram localizadas em desmoronamentos em São Gonçalo (nove pessoas), Nilópolis (uma), Paulo de Frontin (uma) e Petrópolis (uma).

Fonte: Agência Brasil

O bilionário Bill Gates decidiu aplicar parte de sua fortuna em um pequeno reator nuclear. Segundo ele a intenção é pacífica. O dono da Microsoft está preocupado em romover boas ideias para novo sistemas de energia barata e limpa para implementação, principalmente, em países em desenvolvimento.

O que é energia nuclear?

Os átomos de alguns elementos químicos apresentam a propriedade de, através de reações nucleares, transformar massa em energia. Esse princípio foi demonstrado por Albert Einstein. O processo ocorre espontaneamente em alguns elementos, porém em outros precisa ser provocado através de técnicas específicas. Existem duas formas de aproveitar essa energia para a produção de eletricidade: A fissão nuclear, onde o núcleo atômico se divide em duas ou mais partículas, e a fusão nuclear, na qual dois ou mais núcleos se unem para produzir um novo elemento.

A fissão do átomo de urânio é a principal técnica empregada para a geração de eletricidade em usinas nucleares. É usada em mais de 400 centrais nucleares em todo o mundo, principalmente em países como a França, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Espanha, China, Rússia, Coréia do Sul, Paquistão e Índia, entre outros.

Hoje, 17% da energia elétrica no mundo, é gerada através de fonte nuclear e este percentual tende a crescer com a construção de novas usinas, principalmente nos países em desenvolvimento (China, Índia, etc.). Os Estados Unidos, que possuem o maior parque nuclear do planeta, com 103 usinas em operação, estão ampliando a capacidade de geração e aumentando a vida útil de várias de suas centrais. França, com 58 reatores, e Japão, com 56, também são grandes produtores de energia nuclear, seguidos por Rússia(31) e Coréia do Sul (20).

A maior vantagem ambiental da geração elétrica através de usinas nucleares é a não utilização de combustíveis fósseis, evitando o lançamento na atmosfera dos gases responsáveis pelo aumento do aquecimento global e outros produtos tóxicos. Usinas nucleares ocupam áreas relativamente pequenas, podem ser instaladas próximas aos centros consumidores e não dependem de fatores climáticos (chuva, vento, etc.) para o seu funcionamento.

Além disso, o urânio utilizado em usinas nucleares é um combustível de baixo custo, uma vez que as quantidades mundiais exploráveis são muito grandes e não oferecem risco de escassez em médio prazo.

Pesquisas de opinião realizadas na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia demonstram que a população aceita a construção de novas usinas nucleares e a substituição de plantas antigas por novas.

Ambientalistas prestigiados como James Lovelock (autor da “Teoria de Gaia”) e e Patrick Moore (fundador do Green Peace) são unânimes em declarar que não se pode abdicar da energia nuclear se pretendemos reduzir os riscos do aquecimento global e de todos os problemas relacionados a ele.

Fonte: Wall Street Journal e Eletrobrás

Um percurso de 6km – distância média que mulheres e crianças precisam caminhar diariamente para obter água em localidades com escassez deste recurso, segundo a ONG Global Water Challenge – será percorrido no dia 18 de abril em 100 cidades do mundo por pessoas comprometidas com a questão das águas. As inscrições para a corrida Dow Live Earth Rur for Water já estão abertas pelo site www.run4water.com.br. Entre os atletas brasileiros que vão apoiar o evento estão Lars Grael e Joaquim Cruz.
 
De acordo com a Global Water Challenge, em 2025, dois terços da população mundial terá acesso restrito à água. A entidade também tem outros dados bem preocupantes sobre o assunto: nos países desenvolvidos, os problemas gerados pelo uso de água não potável pelas pessoas matam mais do que todas as formas de violência, incluindo guerra. A cada semana, 42 mil pessoas morrem em decorrência do consumo de água não potável (90% dessas pessoas são crianças com menos de 5 anos de idade).Evento Dow Live Earth Run For Water vai arrecadar fundos para ONGs que atuam junto aos problemas de escassez de água no planeta.

 
No Rio, sede do principal evento da Dow Live Earth Run For Water no Brasil, a corrida/caminhada terá início e fim na Praça da Apoteose – assim como acontecerá com a maratona dos Jogos Olímpicos de 2016.  O evento no Rio terá início às 9h. Em São Paulo, a corrida/caminhada terá início às 8h. O valor da inscrição varia de acordo com a data: R$ 75,00 (até 28/03) e R$ 85,00 (até 12/04).

Big Bang em LondresNo sábado (27), às 20h30, os principais cartões-postais do mundo apagarão suas luzes num ato simbólico contra o aquecimento global. Pelo menos 812 monumentos famosos, como a Torre Eiffel, em Paris, e o Portão de Brandenburgo, em Berlim, ficarão no escuro. Foi confirmada a participação de 117 países e 2.383 cidades.

No Brasil, 145 monumentos e locais públicos serão apagados, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Ponte Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo, o Palácio de Cristal, em Curitiba, e o Arco da Praça Portugal, em Fortaleza. A campanha tem o apoio de 42 cidades brasileiras – das quais 11 são capitais e representam todas as regiões – de dois governos estaduais – Acre e Minas Gerais -, de 1.328 empresas e 226 organizações.

O Cristo também participa da hora do planeta.O evento, que no país é comandado pelo WWF-Brasil, convida todas as pessoas a desligarem a luz de casa para fazer parte do ato. A campanha lançada este ano conta com apoio de empresas e de celebridades, como a atriz Cristiane Torloni e a apresentadora Preta Gil.

Realizada pela primeira vez em 2007, em Sidney, na Austrália, a Hora do Planeta 2010 superou todos os recordes de adesões dos anos anteriores. Esta edição conta com 33 novos países, entre eles Nepal, Mongólia, Arábia Saudita, Nigéria, Paraguai, Uruguai e Marrocos.

Fonte: Uol Ciência e Saúde

Hoje se comemora o Dia Mundial da Água. A data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. Mas, por que a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido?

Apenas cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Devido à poluição, distribuição desigual e ao tratamento inadequado dos recursos hídricos, mais de um bilhão de pessoas no planeta não têm acesso à quantidade mínima de água tratada para suprir as necessidades básicas diárias. Dados da ONU apontam que, se não houver mudanças no padrão de consumo, dois terços da população mundial podem sofrer com a falta de água até 2025. O Brasil tem papel preponderante neste debate, já que concentra 13,7% das bacias hídricas mundiais, a maior parte na Amazônia. Além disso, o Pantanal, maior área úmida continental do mundo, é prioridade global em termos de conservação de biodiversidade aquática, já que abriga sistemas hídricos de enorme biodiversidade.

A data deve ser comemorada todos os dias do ano com atitudes diárias que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 

 Fonte: Wikipédia e Sua Pesquisa