Arquivo da categoria ‘História’

A origem do docinho “Brigadeiro”

Publicado: 27/09/2011 por Kakao Braga em Atualidades, História

Na mesa de doces das festas infantis das festas de aniversário normalmente se encontram os brigadeiros, cajuzinhos e beijinhos. O docinho de chocolate é unânime no gosto tanto de crianças como de adultos. Conhecido em outros países como “trufas brasileiras”, por sua textura macia e delicada que lembram as trufas francesas, os nossos brigadeiros são bem mais doces. Mas, como surgiu esse sucesso?

Em meados de 1940, era difícil obter leite fresco, ovos e outros ingredientes básicos para fazer doces. Daí, foi descoberto no Rio Grande do Sul, que a mistura de leite condensado e chocolate resultava em um docinho bem gostoso.

Anos depois, no final do Estado Novo, o aviador e militar brigadeiro Eduardo Gomes candidatou-se a presidente da República e, nesta época, organizava festas para promover sua candidatura.  Uma senhora teria feito um doce à base de chocolate e leite condensado para o homenagear. O brigadeiro teria gostado tanto que a produção do doce foi usada para levantar fundos para suas campanhas.

Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o “docinho do Brigadeiro”. Por causa disso, o negrinho mudou de nome… e apesar de ter feito muito sucesso não foi suficiente para o candidato vencer as eleições… quem saiu vitorioso foi o general Eurico Gaspar Dutra. Ele voltou a se candidatar em 1950 e foi vencido por Dutra mais uma vez.

Com o tempo, o brigadeiro foi ficando cada vez melhor. Para enfeitá-lo e deixá-lo mais saboroso, foi inventado o chocolate granulado. Depois, outras receitas foram criadas a partir da original. Os “brigadeiros” eram sempre servidos nas festas infantis, logo depois da hora do bolo e após cantar o “Parabéns”. Hoje em dia, o protocolo foi quebrado e as crianças (de todas as idades) liquidam os “brigadeiros” que enfeitam a mesa do bolo bem antes da hora programada.  Hoje, os docinhos invadiram São Paulo e são vendidos de várias formas, inclusive de colher. Existem variações de receitas, a mais tradicional leva leite condensado, manteiga e chocolate, mas que podem ser acrescidos de uísque, limão-siciliano e vinho do porto, entre muitas outras opções.

Receita Tradicional
1 lata de leite condensado / 1 colher de sopa de margarina sem sal / 4 colheres de sopa de chocolate em pó
chocolate granulado para fazer bolinhas

Modo de Preparo
Coloque em uma panela funda o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó. Cozinhe em fogo médio e mexa sem parar com uma colher de pau. Cozinhe até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela. Deixe esfriar bem, então unte as mãos com margarina, faça as bolinhas e envolva-as em chocolate granulado.  Coloque-as em forminhas.


 Fonte: Wikipédia

Anúncios

Urutau: O pássaro fantasma – A lenda

Publicado: 23/09/2011 por Elisa em Atualidades, História

O Urutau é um pássaro solitário e de hábitos noturnos que dificilmente se deixa ver. Habita a região norte e nordeste da Argentina, as matas do Paraguai, o Norte do Uruguai e o Brasil, onde lhe são atribuídos vários nomes: Jurutaui na região amazônica; Ibijouguaçú entre os Tupis e Mãe-da-Lua entre os mineiros. Estas designações correspondem a diversas regiões lingüísticas: à dos tupis e guaranis e à do idioma quíchua.

Pousado na ponta de um galho seco, fitando a lua e estremecendo a calada da noite, emite um canto bruxuleante que mais parece um lamento humano. Tem uma cabeça chata, olhos grandes e muito vivos, a boca rasgada de tal forma que os seus ângulos alcançam a região posterior dos olhos. A sua cor parda em tons de canela com riscas transversais e escuras permite-lhe adaptar-se perfeitamente ao galho da árvore, passando completamente despercebida. Este seu disfarce associado a uma perfeita imobilidade protegem-na dos seus predadores e permitem-lhe caçar as suas presas (besouros e borboletas) com uma grande facilidade.

O seu grito é, provavelmente, o mais pavoroso de quantos se conhecem no mundo das aves. Em forma de “hu-hu-hu”, que se faz ouvir após o anoitecer, procura, a solidão mais espessa dos bosques, de onde faz desprender a sua voz cheia de lamentos. Para muitos, a sua voz é semelhante ao clamoroso lamento de uma mulher que termina com amortecidos “ais”. O seu canto provoca, portanto, espanto e piedade aos que possam ouvi-lo e é também fantasmagórico. “Meu filho foi, foi, foi” – interpreta o povo.

A par da voz queixosa e plangente, uma quase invisibilidade, confere-lhe o caráter de um ente misterioso. Muitos não o tomam por uma verdadeira ave, mas sim por um ser fantástico, inacessível à mão e aos olhos humanos. Já outros, porém, não duvidam de sua existência, mas consideram-no como um ente enigmático e superior, dotado de muitas qualidades fora das leis naturais, entre elas, o preservar das seduções e a pureza das jovens moças.

Conta-se que antigamente, matavam para esse fim uma dessas aves e tirava-se a pele que era, posteriormente, seca ao sol. Esta servia para os pais sentarem as suas filhas, nos três primeiros dias a partir do início da puberdade. No términos desse tempo, as jovens saíam “curadas”, isto é, invulneráveis às tentações das paixões desonestas que as pudessem atrair. As qualidades sobrenaturais deste pássaro destacam-se nas crendices populares. As penas e a pele do urutau são para muitas pessoas bastante milagrosas. Assim, se para muitos o Urutau é, muitas vezes, associado a maus presságios, para outros e, segundo a mitologia Tupi-Guarani, trata-se de uma ave benfeitora (abençoada).

Lenda

Conta a lenda que Nheambiú, uma bela moça, filha do Tuxaua da nação Guarani, se apaixonou profundamente por um bravo guerreiro Tupi chamado Cuimbaé, que havia sido feito prisioneiro pelos Guaranis. Nheambiú pediu aos seus pais que consentissem no seu casamento com Cuimbaé. Porém, esse e os posteriores pedidos foram terminantemente negados, com a alegação de que Cuimbaé era um Tupi, ou seja, um inimigo mortal dos Guaranis. Não suportando mais o sofrimento, Nheambiú desapareceu da Taba, causando um enorme alvoroço. O velho cacique mobilizou então todos os seus guerreiros para que procurassem, por todo o lado, a sua preciosa filha. Após uma longa busca, a jovem foi encontrada no coração da floresta, paralisada e muda, como uma estátua de pedra. Ao vê-la, o pai sacudiu-a, mas ela não deu nenhum sinal de vida. Então, o seu pai mandou chamar o feiticeiro da tribo, que a examinou dizendo o seguinte ao cacique: – Nheambiú perdeu a fala para sempre; só uma grande dor poderá fazer Nheambiú voltar ao que era.
Então começaram por informar a jovem índia de todas as notícias mais tristes possíveis: a morte do seu pai e a de todos os seus amigos. No entanto, nada surtiu efeito. A jovem continuou inabalável e intacta. Então o pajé da tribo aproximou-se e disse: – Cuimbaé acaba de ser morto. Nesse mesmo instante, o corpo da jovem moça estremeceu todo e ela, soltando repetidos lamentos acabando por desaparecer da mata. Todos os que ali se encontravam, cheios de dor, acabaram transformados em árvores secas, enquanto Nheambiú se transformou num Urutau ficando a voar, noite após noite, pelos galhos daquelas árvores amigas, chorando a perda do seu grande amor.

Dizem que foi dessa lenda que se originaram algumas superstições populares relativamente ao Urutau.

Outras versões e crenças

Uma dessas lendas, fala-nos de Jouma, um cacique dos Mocovies (Guaranis) que , surpreende a Marramac, nos braços de um estrangeiro e o mata com flechas. Porém, perde posteriormente a razão e transforma-se num Urutau. Segundo uma outra versão, o Urutau é um menino, órfão de pai e mãe, que passa a vida muito triste, chorando a perda dos seus progenitores. Fita o Sol e a Lua e, quando os astros desaparecem, não faz mais do que lamentar-se.

Contava uma lenda também, que o urutau foi uma pessoa que não quis visitar o Menino Jesus, e por isso hoje chora arrependido de Novembro a Janeiro.

Outra lenda diz que “carta de amor escrita com pena de Urutau tem sempre resposta favorável”.

Já outra diz que a pele dessa ave preserva as donzelas dos deslizes e as protege contra os alheios de intenções menos honestas.

Devido à sua existência misteriosa, o Urutau além das lendas era objeto de práticas supersticiosas. Os Guaranis acreditavam que partindo-se as asas e as pernas do pássaro durante a noite, no dia seguinte ele amanhecia perfeito. Segundo algumas crendices indígenas, esta ave noturna revestia-se de atribuições que são inerentes ao Cupido. As penas do Urutau eram eficazes talismãs de amor. Assim sendo, aquele que conduzir uma de suas penas, atrai a simpatia e o desejo do outro sexo; que se consegue qualquer pretensão com a escrita com uma de suas penas. Acreditava-se ainda, que as suas penas e as suas cinzas eram remédios contra doenças.

Há também quem diga que, na Amazônia, há o costume de varrer o chão, sob o véu das noivas, com as penas da cauda do Jurutauí (designação pela qual o Urutau é conhecido nesta região), a fim de se garantir para as futuras esposas todas as virtudes do mundo.

Outra das crenças mais curiosas no poder sobrenatural do Urutau é a que faz referências à sua posição face ao ciclo solar. Quando o sol nasce o pássaro volta a sua cabeça para ele e acompanha-o no seu percurso. Quando o astro caminha para o Poente, começa então a entoar o canto dolorido “U – ru – tau”. Conta-se também que, Couto de Magalhães elevou o Urutau à categoria dos deuses, reservando-lhe o segundo lugar da sua teogonia Tupi. Todas essas considerações, entretanto, levam-nos a classificar o Urutau como um pássaro feérico (mágico), que existe por direito próprio. O Urutau é um pássaro que pertence à Ordem dos Caprimulgiformes, família dos Nyctibiidae. No Brasil, ocorrem as seguintes espécies: Nyctibius grandis (Urutau, Mãe-da-Lua Gigante); Nyctibius griseus (Urutau) e Nyctibius aethereus (Mãe-da-Lua Parda).

Fonte: km-stressnet

A verdade e o fato científico

Publicado: 08/08/2011 por Elisa em Atualidades, História

:: Por Edvaldo Tavares ::

Colin Wilson relata no livro “Da Atlântida Para A Esfinge” indícios de uma civilização perdida e avançada que navegou pelos oceanos durante milhares de anos, antecedente a história, até que sucumbiu a um dilúvio. Platão chamou essa civilização de Atlantis. Igualmente ao Dilúvio relatado na Bíblia com Noé e sua Arca não desperta o interesse dos cientistas. E aí, apesar do emprego de todos os esforços científicos – estudos e pesquisas –, o que será aceito como conhecimento decorrente de fatos científicos possivelmente verdadeiros ou não são passíveis de serem acreditados?

A ciência de uma maneira geral baseia-se mais em não comprovações do que em fatos. Depois cria sustentação científica – teoria – inteiramente fundamentada na imaginação fértil do cientista para a explicação dessas não comprovações e transformá-las em fatos. Acontece, porém, que novos fatos na maioria das vezes verdadeiros, podem mudar a teoria criada, mas frequentemente são desprezados.

Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, cientistas, no livro “Arqueologia Proibida”, relatam que arqueólogos e antropólogos ocultaram quase todas as provas de suas descobertas. Esse procedimento é chamado de “filtração de conhecimento”, isto é, a eliminação de tudo que não se enquadra no modelo padrão. A arqueóloga Jean Steen Mackintyre ameaçou desmentir que a humanidade é relativamente nova na Terra – surgiu, modelo padrão, há 30 mil anos na Sibéria e na América há 20 mil anos. Sua descoberta, em 1996, em Hyatlico, México, de ferramentas de pedras e ossos humanos de 250 mil anos foi considerada exagerada. Ao insistir nas pesquisas visando provar que a humanidade surgiu há 250 mil anos, teve a carreira arruinada, perdendo todas as oportunidades profissionais. O local das descobertas foi fechado, recebendo negação permanente para investigações.

Recentemente arqueólogos descobriram rastros humanos datados de 300 mil anos na Sibéria e 250 mil anos na América. A arqueóloga Jean Steen Mackintyre estava no caminho certo.

Erros, mentiras, ocultações e os mais diversos tipos de fraude, cometidos por cientistas, ocorrem nos nem sempre sérios meios científicos.

:: Edvaldo Tavares é Médico e Diretor Executivo Instituição Raiz da Vida.

No próximo dia 1° de abril, vai ser comemorado o aniversário de dez anos da primeira lei que autorizou o casamento homossexual no mundo.

A primeira autorização aconteceu na Holanda, em 2001 e, desde então, outros países seguiram o mesmo critério: em 2003, a Bélgica; em 2005, Espanha e Canadá.

Nos anos seguintes entraram na lista: África do Sul, Noruega, Suécia, Portugal, Islândia e Argentina.

A entidade americana Human Rights Watch (Observatório de Direitos Humanos) critica o fato de tão poucos países terem dado igualdade a homossexuais. Mas o tom é de esperança, já que o debate sobre o tema está em curso em diversos países.

Fonte: Cena G

Festividades incluem inauguração do Parque Histórico de Carambeí em abril

De 01 a 04 de abril de 2011, a colônia holandesa do país estará literalmente em festa. Mais especificamente na cidade de Carambeí (PR) – um dos seis pólos batávicos no Brasil, a 150 km de Curitiba, onde será celebrado o Centenário da Imigração. As festividades ocorrerão dentro do Parque Histórico de Carambeí (PHC – http://www.parquehistóricodecarambei.com.br), com área de 100 mil m2, que será inaugurado para a ocasião. Estão programados festival de tortas e artesanato, show musical e aéreo, entre outras atrações.

O parque será composto por diversas alas, como parque de exposições e espaços museológicos que contam um pouco da colonização do município. A Casa da Memória, por exemplo, reunirá registros da vida cotidiana dos imigrantes por meio de objetos, roupas e móveis que eles usavam. Já a Vila Histórica representará as casas da primeira vila de Carambeí, assim como a Estação de Trem Carambeí da Brazil Railway Company.

Para homenagear a tecnologia e a arquitetura desenvolvidas pelos holandeses, o parque terá a ‘Engenharia das Águas’, ala que representará as principais soluções aprimoradas por esse povo, como diques e os famosos canais da capital holandesa. O Centro Cultural Amsterdã, por sua vez, reproduzirá um quarteirão com as típicas construções da cidade, incluindo uma réplica de ponte doada pelo governo de Amsterdam.

Outro motivo de celebração é a recente sanção da presidenta Dilma Roussef sobre o projeto de lei que instituiu 2011 como Ano da Holanda no Brasil. Ele foi apresentado em 2010 pelo secretário da Fazenda do Estado, Luiz Carlos Hauly.

A Festa do Centenário
Não há dúvidas de que, durante os dias destinados à festa, Carambeí será opção certa de passeio para moradores dos distritos vizinhos ou até mesmo turistas de outros estados e do exterior. O evento terá início com o Fórum Empresarial na sexta-feira, dia 01.

No segundo dia, o parque abrirá as portas às 9h15. Estão programados desfile temático com Banda Marcial, inauguração da Vila Histórica de Carambeí com show aéreo, apresentações culturais e show de fogos piromusical com balonismo, entre outros.

O domingo começará com a Cavalgada dos Imigrantes, no centro de Carambeí, e término no Parque Histórico onde será celebrado culto ecumênico para toda a população e convidados da festa, além da meia maratona do Centenário da BRF.

No dia 4 de abril, será lançado o segundo livro da Coleção Imigrantes. A publicação esclarecerá detalhes da trajetória da Associação do Parque Histórico de Carambeí, cuja diretoria é formada por Dick Carlos de Geus, Franke Dijkstra e Gaspar João de Geus. Além de descendentes de holandeses, todos possuem forte vínculo com o agronegócio da região.

Para que todos os brasileiros e holandeses possam acompanhar e participar do calendário de eventos programados para 2011, a embaixada da Holanda no Brasil disponibilizou o seguinte endereço eletrônico: http://www.anodaholandanobrasil.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Símbolos: Infinito

Publicado: 15/03/2011 por Kakao Braga em Atualidades, História, Psicologia & Comportamento

O Símbolo de infinito ∞, 0o famoso “oito deitado” representa o infinito, eternidade, e potencial divino.  Seu nome é lemniscata.

Infinito, representado com o símbolo é uma noção quase-numérica empregada em proposições matemáticas, filosóficas ou teológicas e que faz referência à falta de limite e falta de fronteira no tamanho, quantidade ou extensão. Infinito Potencial é usado para processos que podem, em princípio, continuar para sempre, ou para objetos que podem, em princípio, crescer para sempre.

 A imagem é conhecida desde a Antiguidade, o nome não. Lemniscata é o famoso “oito deitado”, tido como um símbolo do infinito. A razão de essa curva geométrica especial assumir tal significado é seu traço, contínuo, uma forma sem começo nem fim.

Adotada por diversas linhas espirituais, ela simboliza, para os rosa-cruzes, a evolução quando observada de dois lados: o físico e o espiritual. Um dos anéis de lemniscata é a jornada do nascimento à morte, o outro da morte ao novo nascimento. O ponto central é considerado o portal entre os dois mundos. Essa figura aparece em antigos desenhos celtas e no caduceu (cetro) de Hermes, o deus grego da comunicação (que leva as mensagens dos mortais para os deuses). Na antroposofia (filosofia espiritual sistematizada pelo austriaco Rudolf Steiner no século 19), a lemniscata ocupa um papel central porque representa o equilíbrio dinâmico, perfeito e rítmico do corpo. A forma geométrica da lemniscata é a base de muitos processos antroposóficos: desde a dinamização de medicamentos até a criação de estruturas arquitetônicas, movimentos da euritmia, desenhos da terapia artística,etc.

No tarô, a lemniscata aparece em duas cartas: ela flutua acima das cabeças do Mago (carta 1) e no personagem que força a abertura da boca do Leão na carta 11, a Força. Há tarôs sem o símbolo sobre os dois personagens, mas, nos chapéus que usam, as abas formam lemniscatas. No livro Meditações sobre os 22Arcanos Maiores do Tarô (Edições Paulinas), lê-se que a lemniscata simboliza o ritmo, a respiração e a circulação (o desenho tem claramente dois ciclos). Ela é então o símbolo do ritmo eterno, ou da eternidade do ritmo, e sinaliza, no Tarô, o conhecimento desse segredo.

Infinito no Universo
“Será que o infinito real existe no universo físico? Existem infinitas estrelas? O universo tem volume infinito? O espaço cresce para sempre?”

A questão de algo ser infinito é logicamente separada da de não ter fronteiras. Por exemplo, a superfície bidimensional da Terra é finita, embora não tenha fronteiras. Se algo se mover em uma linha reta paralela ao solo, vai retornar ao ponto exato da partida. O universo, pelo menos a princípio, poderia operar de forma similar: se um corpo se mover sempre na mesma direção e por tempo suficiente, talvez passe exatamente pelo ponto de onde saiu.

Em algumas cidades norte-americanas, crianças mascaradas de vampiros e lobisomens com mais de 12 anos estão proibidas de bater a porta das casas para pedir doces no próximo dia 31 de outubro. Em Belleville, St. Louis, o Presidente de Câmara baniu a tradição a pedido de muitas mães solteiras e idosos que começaram a ter medo de abrir a porta a adolescentes com 1,80 metros de altura.

Violar a proibição pode levar à prisão ou a pagar uma multa de até 70 euros. A polícia, contudo, espera não precisar fazer nenhuma detenção.

Halloween
A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C.,embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 31 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente “fim do verão”).

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de outono e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davamo ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Católica
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.

Fontes: Sabado e Wikipédia