Arquivo da categoria ‘Esportes Radicais & Semi’

caminhar-620x330Caminhar é uma atividade aeróbica perfeita: fácil, leve, melhora o seu astral e é capaz de proporcionar saúde, beleza e boa forma. Pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade e do condicionamento físico. Além de ser a mais segura de todas as atividades aeróbicas — tanto sob o ponto de vista cardiovascular como ortopédico. Dificilmente sobrecarrega o coração e o risco de lesionar as articulações — em especial nos joelhos e tornozelos — é bem menor.

Especialistas afirmam que caminhar durante 30 minutos, 3 vezes por semana, pode ser tão eficiente no tratamento de depressão aguda quanto a utilização de medicamentos. Além de evitar doenças e melhorar a qualidade de vida. Para evitar dúvidas, é importante consultar um profissional da área de Educação Física e fazer uma avaliação médica.

Benefícios da Caminhada

  • Melhora a circulação sanguínea
  • Diminui os riscos de problemas cardíacos
  • Melhora a ansiedade e o estresse
  • Auxilia nas dietas de emagrecimento
  • Ajuda a tonificar e fortalecer os músculos
  • Reduz a pressão sanguínea e os níveis de colesterol no sangue
  • Evita o aparecimento da osteoporose
  • Combate o diabetes
  • Melhora o nível de condicionamento físico
  • Aumenta a imunidade do organismo

Um dos mais antigos meios de defesa do homem e a sua presença no mundo dos esportes.

A prática do arco e flecha, esporte e também arma de guerra, teve suas primeiras aparições no Egito Antigo por volta de 3500 a.C.. Mantida em segredo, a técnica era transmitida apenas de pai para filho durante ato cerimonial. Ainda na Antiguidade, os assírios, civilização da região mesopotâmica, também tiveram contato com a arte. Eles revolucionaram o formato dos arcos, utilizando madeiras leves e resistentes em formato curvo, o que facilitava o uso quando montado a cavalo. Os hititas, originários da região da atual Turquia, utilizaram o arco e flecha como sua principal arma de combate. Junto das carruagens, as chamadas bigas, tornaram-se quase insuperáveis.

Por meio da expansão territorial, vários outros povos se familiarizaram com a técnica, como os romanos, que só dominaram o uso no fim do auge de suas conquistas; os mongóis, que se tornaram exímios arqueiros; e, por último, os ingleses com seus longbows, ou arcos longos, que conseguiam atingir longas distâncias, sendo sua principal arma em batalha na Idade Média.

Depois de muito tempo, o arco e flecha foi integrado ao esporte, e em 1879 ocorreu o primeiro Torneio da NAA (National Achery Association) na cidade americana de Chicago (um costume da época era a obrigação do uso da vestimenta tradicional). Porém, não foi o primeiro torneio de que se tem notícia. Anos antes (1844), a Inglaterra já fundava o 1° Campeonato Inglês de Arco e Flecha, pois possuía maior tradição no esporte. Já no século 20, mais precisamente em 1908, o arco e flecha tornou-se uma modalidade olímpica. Entretanto, devido a várias discrepâncias nas regras, somente voltou aos Jogos Olímpicos em 1972, na Olimpíada de Monique, formalizando o esporte e suas várias modalidades e competições.

Atualmente, o esporte possui três modalidades básicas: Outdoor, Indoor e Field. A modalidade Outdoor, a mais tradicional, é realizada com disparos a longas distâncias, que variam entre 30, 50, 70 e 90 metros, tanto para a categoria feminina como a masculina. Na Indoor, a competição acontece em ambientes fechados à distância de 18 metros, originada em países de inverno rígido que impedem a prática do esporte ao ar livre. Já a modalidade Field é realizada em campos abertos e condições adversas, levando em conta os mais diferentes relevos, terrenos e vegetações, com distâncias que variam de 5 a 65 metros, conhecidas ou não.

No Brasil, o esporte é divulgado por diversas federações nacionais que formam novos atletas a cada ano, como é o caso da FPAF (Federação Paulista de Arco e Flecha). Fundada em 1973, a Federação desmistifica o esporte, que pode ser praticado por qualquer pessoa, indiferente de sexo ou idade, desde que acompanhado por um responsável, já que se trata de uma arma branca e, por isso, perigosa sem a devida segurança. A Instituição ainda conta com palestras e workshops, nos quais são convidados arqueiros de renome internacional.

A Federação vem lutando para popularizar o esporte no Brasil, porém a manutenção dos equipamentos faz com que a sua prática ainda seja para poucos. Exemplo disso são os custos dos arcos profissionais, que variam de 800 a dois mil reais, fora outros equipamentos, como flechas, etc.

Além do trabalho da FPAF, outras instituições promovem e organizam o esporte: a CBTARCO (Confederação Brasileira de Tiro com Arco) coordena os atletas em suas várias competições, como os Jogos Pan-Americanos e as Olimpíadas em suas quatro edições, desde 1980 em Moscou e 1992 em Barcelona.

A maior pesquisa já feita sobre alongamento, avaliou 1400 pessoas, entre 13 e 60 anos. Os estudos mostraram que o número de lesões com pessoas que alongam antes de fazer exercícios, e com as que não alongam são estatisticamente iguais.

Realizada por uma organização governamental, os dados apontados surpreenderam tanto a corrente dos que defendiam o alongamento, quanto a dos que não defendiam, já que a revelação considera que o ato não faz bem e nem mal para o corpo.

O pensamento de que os exercícios deixarão os músculos mais alongados também é inexata. “O alongamento serve para manter o comprimento fisiológico [normal] do músculo, não vai deixá-lo mais comprido do que é”, diz o fisioterapeuta Victor Liggieri, autor de “De Olho na Postura” (Ed. Summus).

Para a educadora física e tutora do Portal Educação, Bruna Morais Barbosa, é preciso pesquisar e estudar muito para melhor instruir aos praticantes de atividade física. “Não devemos fazer o alongamento só por fazer, sem a postura adequada, sem fazer corretamente”, diz a tutora.

Ela acrescenta ainda: “é necessário aplicar o alongamento para o grupo muscular que mais vai ser utilizado para tal atividade. E de acordo com a pesquisa não é comprovado que o alongamento provoca lesões e que também não evita, pois isso depende de outros fatores”, esclarece a educadora.

Fonte: Portal Educação

 

A corrida é uma das atividades físicas mais democráticas que existem. É uma competição de velocidade. Para praticá-la, basta um bom par de tênis e boa vontade. A corrida pode ser feita na esteira da academia ou ao ar livre.Os competidores de uma corrida tentam completar uma determinada tarefa no menor período de tempo. Envolve tradicionalmente percorrer alguma distância, mas pode se referir a qualquer tarefa em que o tempo ou velocidade se apliquem. 

Basta prestar atenção nos parques e nas ruas da cidade e ver a quantidade de pessoas que já aderiram ao esporte. O número de competições, profissionais e amadoras, cresce proporcionalmente a esse interesse. Isso é ótimo, pois ajuda a divulgar uma prática saudável, que aumenta a resistência cardiovascular, regula os índices glicêmicos e promove o contato com o ar livre, entre outros benefícios. veja os benefícios que ela proporciona ao organismo: 

  • Coração – a corrida exige que o coração aumente o fluxo de sangue para todo o corpo. As fibras do músculo se fortalecem e a cavidade aumenta. O coração bombeia mais sangue com menos batidas, se tornando mais eficiente.
  • Ossos – estimula a formação de massa óssea, aumentando a densidade óssea e evitando problemas como a osteoporose.
  • Pressão arterial – correr estimula a vasodilatação, o que reduz a resistência para a circulação do sangue.
  • Cérebro – aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que regula o sono e o apetite.
  • Peso – quanto maior a intensidade da corrida, maior a queima calórica e de gordura.
  • Colesterol – diminui os níveis de LDL (colesterol ruim).
  • Estresse – com a corrida, há liberação do hormônio cortisol, aliviando o estresse e a ansiedade.
  • Sono – melhora a qualidade do sono. A corrida faz a pessoa dormir melhor.
  • Músculos – melhora a resistência muscular e também a queima de gordura dos tecidos musculares.
  • Articulações – a corrida torna a cartilagem das articulações mais espessa, protegendo melhor essas regiões.
  • Libido – após 30 minutos de corrida, há um aumento da testosterona que permanece assim por mais uma hora. No caso das mulheres, também há um aumento dos hormônios relacionados ao desejo.

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