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Pela primeira vez na história da humanidade, depois de mais de um século de pesquisas, cientistas conseguem criar espermatozóides de um mamífero em laboratório.

Pesquisadores japoneses da Universidade da Cidade de Yokohama conseguiram dar origem, criando espermatozóides –por meio de fertilização in vitro– a descendentes, machos e fêmeas, saudáveis e férteis.

A experiência foi feita com camundongos, mas o objetivo é adaptar a técnica
para resolver problemas de fertilidade em seres humanos. Para chegar ao
resultado, os cientistas retiraram, por meio de uma biópsia, células dos
testículos de camundongos recém-nascidos, com dois ou três dias de vida. Esse
material tinha apenas gonócitos e espermatogônias, estágios primitivos do
complexo processo de formação dos espermatozóides.

Os cientistas tentaram fornecer quase todos os componentes da formação natural das células. Para que elas se desenvolvessem totalmente, eles adicionaram KSR, produto muito usado em culturas de células-tronco. Após cerca de um mês, eles confirmaram a produção dos espermatozóides. As culturas continuaram produzindo essas células durante cerca de dois meses.

Fonte: UOL Ciência

Hoje, se vê em muitos automóveis a utilização de GPS. Aqueles aparelhinhos que mostram a localização, trajeto, mapas das cidades, permitindo que se possa traçar percursos e rotas com facilidades. Mas, afinal o que é esse aparelho e como funciona?

GPS (Global Positioning System) é a abreviatura de NAVSTAR GPS (NAVSTAR GPS-NAVigation System with Time And Ranging Global Positioning System). É um sistema de radionavegação baseado em satélites desenvolvido e controlado pelo departamento de defesa dos Estados Unidos da América (U.S.DoD) que permite a qualquer usuário saber a sua localização, velocidade e tempo, 24 horas por dia, sob quaisquer condições atmosféricas e em qualquer ponto do globo terrestre. O GPS foi originalmente planejado para aplicações militares. Foi criado em 1973 para superar as limitações dos anteriores sistemas de navegação. A primeira vez que o GPS foi usado efetivamente foi na Guerra do Golfo, em 90 e 91. Alguns anos depois, o aparelho foi liberado para o uso de civis e passou a ser comercializado.

Ele possui várias utilidades. É útil para trabalhos de exploração, como expedições dentro de matas ou cavernas, além de importante para praticamente todos os veículos de vôo ou navegação, permitindo aos tripulantes saberem exatamente onde se encontram no céu ou no mar. Também é usado em mísseis teleguiados (como os tomahawk) , relógios de alta precisão, sistemas de monitoramento, etc.

O GPS tem três componentes: a espacial, a de controle e a do utilizador.

O componente espacial é constituído por uma constelação de 24 satélites em órbita terrestre aproximadamente a 20200 km com um período de 12h siderais e distribuídos por 6 planos orbitais. Foi concebido de forma que sempre existam no mínimo 4 satélites visíveis acima do horizonte em qualquer ponto da superfície e em qualquer altura.

O componente de controle é constituído por 5 estações de rastreamento distribuídas ao longo do globo e uma estação principal (MCS- Master Control Station). Este componente rastreia os satélites, atualiza as suas posições orbitais e calibra e sincroniza os seus relógios. Outra função importante é determinar as órbitas de cada satélite e prever a sua trajetória nas 24 horas seguintes. Esta informação é enviada para cada satélite para depois ser transmitida por este, informando o receptor do local onde é possível encontrar o satélite.

O componente do usuário inclui todos aqueles que usam um receptor GPS para receber e converter o sinal GPS em posição, velocidade e tempo. Inclui ainda todos elementos necessários neste processo como as antenas e software de processamento. Além de aparelhos específicos, pode-se captar sinais de GPS em computadores, pocketpcs, celulares, palms e outros, comprando apenas um dispositivo de recepção de coordenadas GPS Bluetooth, USB ou Serial.

Fonte: Wikipédia e Malima

A tecnologia ajuda, e muito, a vida das pessoas. A ordem é fazer sempre mais, mais rápido e melhor. Tudo no ato. Café solúvel, comida de microondas, macarrão instantâneo, alívio imediato, estar conectado. O tempo todo e com todos. Celular, e-mail, MSN, Twitter, facebook, videogame… O ritmo imposto pela era digital mudou a maneira de perceber o tempo e o relógio biológico. Resultado: as pessoas vivem com a sensação de que não conseguirão acompanhar nunca o ritmo das coisas. Por sua vez, essa reação de angústia e suas conseqüências para o estado de saúde são consideradas o mal do século XXI. Ou tecnoestresse, como alguns especialistas preferem chamar a nova síndrome.

Segundo especialistas, o estresse gerado pela evolução digital tem provocado dependência e inúmeros problemas de saúde. O problema é quando o excesso de conectividade começa a atrapalhar nas atividades de rotina, profissional e nas interações sociais. A pessoa não sabe mais onde leu ou viu tal assunto, a informação começa a ficar dispersa e ele tem dificuldades de reter conhecimento. Isso é o que se chama de Tecnoestresse.
O Tecnoestresse é um problema provocado por qualquer tipo de estímulo tecnológico, ou seja, quando um indivíduo se depara com estímulos tecnológicos reage de forma estressada por causa das adaptações que devem ocorrer dentro de si para aceitar tais tecnologias. Os aparelhos tecnoestressores mais comuns no cotidiano das pessoas são celulares, microondas, controle remoto, bip, computador e outros.

Estresse digital
O psicólogo e pesquisador norte-americano Larry Rosen foi o primeiro a alertar sobre a tendência mundial já nos anos 80, em seu livro Technostress, Coping with technology at work, at home and at play (algo como Tecnoestresse, Lidando com a tecnologia no trabalho, em casa e no lazer), ainda não publicado no Brasil. Por mais de vinte anos, ele estudou o comportamento de pessoas de países desenvolvidos e subdesenvolvidos e concluiu que praticamente toda a população do planeta – desde crianças até idosos – está sujeita a esse tipo de estresse.

Afinal, a tecnologia sempre esteve e estará cada vez mais presente em nossas vidas. E, segundo seus estudos, a minoria (30% a 40%) da população procura evitar os recursos tecnológicos, por sentir dificuldade em lidar com o novo. Há três tipos de usuários dos recursos tecnológicos: os apaixonados por novidades (10 a 15% da população); os hesitantes e amis cautelosos (50 a 60%) e os resistentes (30 a 40%), que tem dificuldades para lidar com a tecnologia e procuram evitá-la.

No Brasil, a psicóloga gaúcha Ana Maria Rossi, presidente da Associação Internacional de Gerenciamento do Estresse, no país, a Isma-Br), conduziu um estudo com 1200 homens e mulheres, de 25 a 55 anos, em São Paulo e Porto Alegre, a fim de identificar as causas e os sintomas mais freqüentes do tecnoestresse.

Na maioria dos casos estudados, o problema surge quando a pessoa não consegue usar os equipamentos de maneira equilibrada, não sabe lidar com eles, não compreende como eles funcionam e, principalmente, quando a tecnologia falha, por exemplo, quando o celular fica sem sinal ou o provedor de internet está fora do ar.

De acordo com o estudo da Isma-Br, 60% dos entrevistados declararamse tecnoestressados, a maioria relatando sintomas físicos do estresse: 86% relatou dores musculares e de cabeça, 3% sofre de ansiedade, 81% sente angústia, 67% tem dificuldade para se concentrar, 63% sente cansaço crônico, 53% aumentou o consumo de álcool e drogas, 41% ficou mais agressivo, 35% apresentou distúrbios do sono e sono agitado, 27% passou a comer mais, “em geral, alimentos que podem ser ingeridos na frente do computador”. Entre os efeitos emocionais, a maioria relatou ansiedade e angústia. Além disso, mudanças comportamentais, como aumento no consumo de álcool e drogas, agressividade (jogar o celular no chão, por exemplo) e o hábito de comer em excesso também foram revelados. A constatação mais interessante foi a de que 40% das pessoas restantes avaliadas podem estar sofrendo de tecnoestresse, sem saber. Acordar só para checar os e-mails e viver conectado, inclusive nas horas de descanso, são os primeiros sinais dessa síndrome.

O Tecnoestresse pode se manifestar de três formas:
1º – Pelo estímulo originado pela frustração face às limitações tecnológicas, ou seja, quando um indivíduo fica estressado por não conseguir lidar com a tecnologia. Ela pode, por exemplo, encontrar soluções rápidas para imprimir um relatório quando a impressora quebra e, ao resolver a questão, sentir-se realizada e satisfeita consigo mesma;

2º – As crises de estresse ocorrem com maior freqüência face à limitação tecnológica, ou seja, quando um indivíduo se torna extremamente nervoso perante sua condição limitada e começam a surgir sintomas como dores de cabeça e tensão muscular. .

3º – A condição se agrava tornando-se crônica, onde o estresse permanece presente comprometendo seriamente a saúde do indivíduo.

De acordo com a médica Ana Maria, tanto os apaixonados por tecnologia quanto pessoas solitárias e com baixa auto-estima podem ser candidatos ao tecnoestresse. É possível descobrir se alguém está tecnoestressado pela sua disposição emocional, pelo nível de raiva e desespero quando não consegue gravar um vídeo no DVD novo ou usar todas as funções do celular.

Para evitar o Tecnoestresse, já que não há formas de inutilizar a tecnologia, os psicólogos e outros especialistas da saúde sugerem que as pessoas não se deixem influenciar por promoções de produtos buscando sempre aparelhos de fácil manuseio; diminuir o trabalho diário, não deixar tarefas importantes por último, ter paciência para lidar com situações que ativa o estresse.

Fonte: UOL, Terra e Brasil Escola

A Nasa, agência espacial americana, divulgou uma foto da Arp 147, um par de galáxias localizadas a cerca de 430 milhões de anos-luz da Terra.

A Arp 147 contém os restos de uma galáxia espiral (à direita na imagem), que colidiu com uma elíptica. Dessa colisão, surgiu uma onda de uma estrela em formação, que na foto aparece como o anel azul, formado por um aglomerado de estrelas novas.

À medida que vão evoluindo, esses corpos celestes explodem como supernovas, deixando para trás buracos negros ou estrelas de nêutrons –uma das possíveis fases finais da vida de uma estrela. Tanto os buracos negros quanto as estrelas de nêutrons podem se tornar fontes de raios X brilhantes. No caso da Arp 147, eles são tão vistosos, que devem ser buracos negros com massa equivalente de dez a vinte vezes superior à do Sol.

A imagem foi possível pelos raios X emitidos pelo observatório Chandra e pelos dados ópticos do telescópio Hubble.  A foto também captou a “vizinhança” da Arp 147. Uma estrela (à esquerda, abaixo) e um quasar (ponto rosa, na parte de cima).

Fonte: Nasa e Folha Ciência

Segundo a comScore – empresa mundial de pesquisas, o Brasil ocupa atualmente o oitavo lugar da audiência mundial da internet. O levantamento da empresa, intitulado “Estado da Internet”, foi publicado quarta-feira (9), e mostra que no país há 40 milhões de visitas únicas, feitas por pessoas com mais de 15 anos que acessam a internet ao menos uma vez por semana. Os dez primeiros países, em ordem, com o maior número de visitantes únicos são: China (291,54 milhões), Estados Unidos (180,92 milhões), Japão (73 milhões), Alemanha (49,3 milhões), Rússia (46,1 milhões), França (41,9 milhões), Índia (41,5 milhões), Brasil (39,96 milhões), Reino Unido (38,6 milhões) e Coreia do Sul (30,2 milhões).

A audiência do país passou de 33,3 milhões de usuários em dezembro de 2009 para 40 milhões em 2010, um aumento de quase 20%. O crescimento da rede foi maior que a média global (8%) e superior a da América Latina (15%). Comparando com outros países latino-americanos, o Brasil teve quase mais visitantes únicos que México (17,8 milhões), Argentina (12,8 milhões) e Colômbia (12,3 milhões) juntos.

O internauta brasileiro

O levantamento mostra que a faixa etária que mais acessa a rede no país é a que varia entre 25 e 34 anos de idade (33,7%). Na sequência, vem a faixa de 15 a 24 anos (29%), 35 a 44 anos (21,2%), 45 a 54 anos (10,7%) e 5,3% acima de 55 anos.

As regiões que lideram o acesso são a Sudeste (68%) e a Sul (13%). A região Nordeste, que detém 11% de usuários únicos, tem o maior time spent (tempo gasto de navegação na web) do país. Em média, os internautas de lá gastaram no ano passado 26,3 horas online/mês em média.

No que diz respeito a gênero, de modo geral, homens e mulheres com idade entre 15 e 24 anos gastam o mesmo tempo online durante o mês (média de 28,5 horas). Uma das principais conclusões nessa área de time spent no levantamento foi a superioridade feminina em idade adulta. Segundo a pesquisa, mulheres com idade entre 35 e 54 anos anos ficam mais tempo que os homens.

Fonte: Uol Tecnologia