Arquivo da categoria ‘Ciência & Tecnologia’

A tecnologia ajuda, e muito, a vida das pessoas. A ordem é fazer sempre mais, mais rápido e melhor. Tudo no ato. Café solúvel, comida de microondas, macarrão instantâneo, alívio imediato, estar conectado. O tempo todo e com todos. Celular, e-mail, MSN, Twitter, facebook, videogame… O ritmo imposto pela era digital mudou a maneira de perceber o tempo e o relógio biológico. Resultado: as pessoas vivem com a sensação de que não conseguirão acompanhar nunca o ritmo das coisas. Por sua vez, essa reação de angústia e suas conseqüências para o estado de saúde são consideradas o mal do século XXI. Ou tecnoestresse, como alguns especialistas preferem chamar a nova síndrome.

Segundo especialistas, o estresse gerado pela evolução digital tem provocado dependência e inúmeros problemas de saúde. O problema é quando o excesso de conectividade começa a atrapalhar nas atividades de rotina, profissional e nas interações sociais. A pessoa não sabe mais onde leu ou viu tal assunto, a informação começa a ficar dispersa e ele tem dificuldades de reter conhecimento. Isso é o que se chama de Tecnoestresse.
O Tecnoestresse é um problema provocado por qualquer tipo de estímulo tecnológico, ou seja, quando um indivíduo se depara com estímulos tecnológicos reage de forma estressada por causa das adaptações que devem ocorrer dentro de si para aceitar tais tecnologias. Os aparelhos tecnoestressores mais comuns no cotidiano das pessoas são celulares, microondas, controle remoto, bip, computador e outros.

Estresse digital
O psicólogo e pesquisador norte-americano Larry Rosen foi o primeiro a alertar sobre a tendência mundial já nos anos 80, em seu livro Technostress, Coping with technology at work, at home and at play (algo como Tecnoestresse, Lidando com a tecnologia no trabalho, em casa e no lazer), ainda não publicado no Brasil. Por mais de vinte anos, ele estudou o comportamento de pessoas de países desenvolvidos e subdesenvolvidos e concluiu que praticamente toda a população do planeta – desde crianças até idosos – está sujeita a esse tipo de estresse.

Afinal, a tecnologia sempre esteve e estará cada vez mais presente em nossas vidas. E, segundo seus estudos, a minoria (30% a 40%) da população procura evitar os recursos tecnológicos, por sentir dificuldade em lidar com o novo. Há três tipos de usuários dos recursos tecnológicos: os apaixonados por novidades (10 a 15% da população); os hesitantes e amis cautelosos (50 a 60%) e os resistentes (30 a 40%), que tem dificuldades para lidar com a tecnologia e procuram evitá-la.

No Brasil, a psicóloga gaúcha Ana Maria Rossi, presidente da Associação Internacional de Gerenciamento do Estresse, no país, a Isma-Br), conduziu um estudo com 1200 homens e mulheres, de 25 a 55 anos, em São Paulo e Porto Alegre, a fim de identificar as causas e os sintomas mais freqüentes do tecnoestresse.

Na maioria dos casos estudados, o problema surge quando a pessoa não consegue usar os equipamentos de maneira equilibrada, não sabe lidar com eles, não compreende como eles funcionam e, principalmente, quando a tecnologia falha, por exemplo, quando o celular fica sem sinal ou o provedor de internet está fora do ar.

De acordo com o estudo da Isma-Br, 60% dos entrevistados declararamse tecnoestressados, a maioria relatando sintomas físicos do estresse: 86% relatou dores musculares e de cabeça, 3% sofre de ansiedade, 81% sente angústia, 67% tem dificuldade para se concentrar, 63% sente cansaço crônico, 53% aumentou o consumo de álcool e drogas, 41% ficou mais agressivo, 35% apresentou distúrbios do sono e sono agitado, 27% passou a comer mais, “em geral, alimentos que podem ser ingeridos na frente do computador”. Entre os efeitos emocionais, a maioria relatou ansiedade e angústia. Além disso, mudanças comportamentais, como aumento no consumo de álcool e drogas, agressividade (jogar o celular no chão, por exemplo) e o hábito de comer em excesso também foram revelados. A constatação mais interessante foi a de que 40% das pessoas restantes avaliadas podem estar sofrendo de tecnoestresse, sem saber. Acordar só para checar os e-mails e viver conectado, inclusive nas horas de descanso, são os primeiros sinais dessa síndrome.

O Tecnoestresse pode se manifestar de três formas:
1º – Pelo estímulo originado pela frustração face às limitações tecnológicas, ou seja, quando um indivíduo fica estressado por não conseguir lidar com a tecnologia. Ela pode, por exemplo, encontrar soluções rápidas para imprimir um relatório quando a impressora quebra e, ao resolver a questão, sentir-se realizada e satisfeita consigo mesma;

2º – As crises de estresse ocorrem com maior freqüência face à limitação tecnológica, ou seja, quando um indivíduo se torna extremamente nervoso perante sua condição limitada e começam a surgir sintomas como dores de cabeça e tensão muscular. .

3º – A condição se agrava tornando-se crônica, onde o estresse permanece presente comprometendo seriamente a saúde do indivíduo.

De acordo com a médica Ana Maria, tanto os apaixonados por tecnologia quanto pessoas solitárias e com baixa auto-estima podem ser candidatos ao tecnoestresse. É possível descobrir se alguém está tecnoestressado pela sua disposição emocional, pelo nível de raiva e desespero quando não consegue gravar um vídeo no DVD novo ou usar todas as funções do celular.

Para evitar o Tecnoestresse, já que não há formas de inutilizar a tecnologia, os psicólogos e outros especialistas da saúde sugerem que as pessoas não se deixem influenciar por promoções de produtos buscando sempre aparelhos de fácil manuseio; diminuir o trabalho diário, não deixar tarefas importantes por último, ter paciência para lidar com situações que ativa o estresse.

Fonte: UOL, Terra e Brasil Escola

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A Nasa, agência espacial americana, divulgou uma foto da Arp 147, um par de galáxias localizadas a cerca de 430 milhões de anos-luz da Terra.

A Arp 147 contém os restos de uma galáxia espiral (à direita na imagem), que colidiu com uma elíptica. Dessa colisão, surgiu uma onda de uma estrela em formação, que na foto aparece como o anel azul, formado por um aglomerado de estrelas novas.

À medida que vão evoluindo, esses corpos celestes explodem como supernovas, deixando para trás buracos negros ou estrelas de nêutrons –uma das possíveis fases finais da vida de uma estrela. Tanto os buracos negros quanto as estrelas de nêutrons podem se tornar fontes de raios X brilhantes. No caso da Arp 147, eles são tão vistosos, que devem ser buracos negros com massa equivalente de dez a vinte vezes superior à do Sol.

A imagem foi possível pelos raios X emitidos pelo observatório Chandra e pelos dados ópticos do telescópio Hubble.  A foto também captou a “vizinhança” da Arp 147. Uma estrela (à esquerda, abaixo) e um quasar (ponto rosa, na parte de cima).

Fonte: Nasa e Folha Ciência

Segundo a comScore – empresa mundial de pesquisas, o Brasil ocupa atualmente o oitavo lugar da audiência mundial da internet. O levantamento da empresa, intitulado “Estado da Internet”, foi publicado quarta-feira (9), e mostra que no país há 40 milhões de visitas únicas, feitas por pessoas com mais de 15 anos que acessam a internet ao menos uma vez por semana. Os dez primeiros países, em ordem, com o maior número de visitantes únicos são: China (291,54 milhões), Estados Unidos (180,92 milhões), Japão (73 milhões), Alemanha (49,3 milhões), Rússia (46,1 milhões), França (41,9 milhões), Índia (41,5 milhões), Brasil (39,96 milhões), Reino Unido (38,6 milhões) e Coreia do Sul (30,2 milhões).

A audiência do país passou de 33,3 milhões de usuários em dezembro de 2009 para 40 milhões em 2010, um aumento de quase 20%. O crescimento da rede foi maior que a média global (8%) e superior a da América Latina (15%). Comparando com outros países latino-americanos, o Brasil teve quase mais visitantes únicos que México (17,8 milhões), Argentina (12,8 milhões) e Colômbia (12,3 milhões) juntos.

O internauta brasileiro

O levantamento mostra que a faixa etária que mais acessa a rede no país é a que varia entre 25 e 34 anos de idade (33,7%). Na sequência, vem a faixa de 15 a 24 anos (29%), 35 a 44 anos (21,2%), 45 a 54 anos (10,7%) e 5,3% acima de 55 anos.

As regiões que lideram o acesso são a Sudeste (68%) e a Sul (13%). A região Nordeste, que detém 11% de usuários únicos, tem o maior time spent (tempo gasto de navegação na web) do país. Em média, os internautas de lá gastaram no ano passado 26,3 horas online/mês em média.

No que diz respeito a gênero, de modo geral, homens e mulheres com idade entre 15 e 24 anos gastam o mesmo tempo online durante o mês (média de 28,5 horas). Uma das principais conclusões nessa área de time spent no levantamento foi a superioridade feminina em idade adulta. Segundo a pesquisa, mulheres com idade entre 35 e 54 anos anos ficam mais tempo que os homens.

Fonte: Uol Tecnologia

Há relatos de escuridão em pelo menos oito estados: Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Sergipe, Piauí e Rio Grande do Norte.

Embora o recente apagão do Nordeste, dia 31 de janeiro, ter sido atribuído ao acionamento do sistema de proteção em uma subestação no município de Jatobá, em Pernambuco, há suspeitas de que possa ter sido provocado por um repentino pulso eletromagnético ocorrido às 23h36 (Hora do Nordeste), provocado por uma tempestade solar. A informação é do Site Apolo11.

Em boletim recebido do SWPC, Centro de Previsão de Tempo Espacial dos EUA, às 02h36 UTC (23h36 no Nordeste e 00h36 em Brasília), magnetômetros instalados em Boulder, no Colorado, registraram um repentino pulso eletromagnético de 8 nanoTeslas(Tesla é a unidade de medição de campos magnéticos). No mesmo instante, quase toda a região Nordeste ficou às escuras. Segundo relatos feitos no site Painel Global, diversos carros e luzes também apresentaram funcionamento errático e intermitente, além de muita interferência nas estações de rádio.

O pulso eletromagnético detectado nos EUA teve origem após uma explosão solar ocorrida no dia 31 de Janeiro, quando uma grande quantidade de massa coronal foi ejetada da estrela. A maior parte dessas partículas seguiu em direção ao espaço, enquanto uma pequena parcela atingiu o campo magnético terrestre e pode ter provocado auroras nas latitudes médias e altas.

Ainda é muito cedo para se afirmar com certeza se de fato o pulso eletromagnético foi o responsável por fazer “cair” o sistema elétrico em diversos Estados, mas os relatos de interferências em estações de rádio associados ao exato momento que o pulso foi detectado contribuem para essa possibilidade.

De acordo com a agência de telecomunicações da ONU (Organização das Nações Unidas), o número de usuários da internet alcançou nos últimos dias de 2010, o número estimado de internautas era de 2,08 bilhões.  Na mesma data, em 2009, o número de pessoas que acessaram a internet no mundo era de 1,86 bilhão. Com essa marca, e considerando que a população mundial é de 6,8 bilhões, é possível dizer que quase uma pessoa a cada três do mundo já navegou na rede. Da grande massa de internautas que acessou a web em 2010, 57% são de países em desenvolvimento.

No que diz respeito a assinatura de banda larga fixa no mundo, o índice já ultrapassou a faixa do meio bilhão de usuários. No fim de 2010, a ONU contabilizou 555 milhões de usuários. Já o número de banda larga móvel foi bem maior: 940 milhões.

O maior crescimento no número de pessoas que acessam à internet ocorreu na Ásia e no Pacífico somando mais de 100 milhões de usuários. Ao todo, a região contabilizou 857 milhões – grande parte dessa quantia deve-se à população da China que usa a rede.

No entanto, a maior densidade de acesso ainda é na Europa, seguida pelas Américas, nos países que faziam parte da república soviética e países árabes. Essas duas últimas regiões têm apresentado crescimento constante. Só nos países árabes, por exemplo, dobrou o número de internautas em cinco anos. Hoje estima-se que há 88 milhões.

Telefonia
O número de assinaturas de telefones móveis passou a marca simbólica de 5 bilhões, comentou o secretário geral da agência de telecomunicações da ONU a jornalistas.“No começo de 2000 havia apenas 500 milhões de assinaturas de serviços móveis no mundo e 250 milhões de usuários da internet.”

O número contabilizado pelo órgão da ONU é de 5,28 bilhões de assinaturas no mundo no fim do ano passado, comparado a 4,66 bilhões de 2009. “A grande alta do número de assinaturas de telefonia móvel está diminuindo e nós não teremos mais crescimentos na casa dos dois dígitos”, disse Susan Teltscher, chefe de informações de mercado e estatística do ITU – órgão da ONU da área de telecomunicações.

As linhas fixas têm apresentado queda nos últimos quatro anos. Atualmente, no mundo, estima a ONU, há 1,2 bilhão de assinaturas.

Fonte: UOL Tecnologia e AFP

Os cientistas eslovênios chegaram a conclusão de que a luz vista por pessoa que quase morreram não é um chamado divino, mas sim excesso de dióxido de carbono no sangue.

A conclusão tem como base o acompanhamento de 52 pacientes com problemas do coração. Desses, 11 relataram er visto túneis, luzes e flashes quando estiveram a ponto de morrer.

Fonte: BBC

As compras na internet cresceram vertiginosamente. A expectativa do e-Bit é que até o final do ano de 2010 as vendas girem em torno de R$ 13,6 bilhões, uma alta de 30%, se comparado a 2009. Já o número de consumidores deve alcançar 23 milhões, o que representaria uma elevação de 35%. Segundo levantamento da E-bit, empresa de e-commerce, as vendas de Natal pelas internet devem crescer cerca de 40% em relação ao ano passado, correspondendo a um faturamento de R$ 2,2 bilhões.

Isso se deve principalmente porque supermercados, drogarias, livrarias, lojas de roupa, a maioria das grandes lojas do comércio possuem, além do estabelecimento físico, lojas virtuais que permitem às pessoas comprar todo tipo de produto sem sair de casa. O comércio online já atingiu praticamente todos os ramos do mercado. A grande novidade são os sites de compras coletivas. O objetivo deles é promover grandes descontos em vários estabelecimentos comerciais, atingindo o maior número de clientes possível.

Em março deste ano estreou o Peixe Urbano, que já está no Rio de Janeiro e em São Paulo. Logo depois nasceu o Compra3. Agora chegam à rede o ClickOn e o Coletivar.

Como funciona
O princípio das compras coletivas é simples. Assim que uma oferta é anunciada no site – com descontos que, em alguns casos, podem chegar a 90% -, os internautas são convidados a aderir. A confirmação se dá mediante pagamento (em alguns casos, basta a pré-aprovação da transação no cartão de crédito). A oferta só passa a valer quando um número mínimo de adesões é atingido. Quando isso ocorre, o pagamento é realmente efetivado e os participantes recebem, por e-mail, um cupom ou voucher para apresentar à empresa conveniada.

As empresas que já aderiram revelam que os resultados obtidos surpreendem. Além do retorno financeiro para os estabelecimentos, o aumento no número de clientes também é significativo. Também é uma boa maneira para divulgar o nome e tornar o empreendimento mais conhecido entre o público. O sucesso dos sites de compras coletivas se dá pela propaganda boca a boca. Isso é mais evidente quando as ofertas são de restaurantes e lanchonetes. Bastam dois clientes aderirem à oferta e chamar os amigos para aproveitar que rapidamente o número mínimo de clientes necessários para validar a promoção é atingido.

Não há como negar que a ideia dos serviços de compras coletivas é boa, sendo muito difícil não cair na tentação dos chamativos descontos, que podem chegar a 90% em alguns casos. Porém, como em qualquer compra online, alguns cuidados são necessários para não transformar o seu “negócio da China” em dores de cabeça e aborrecimentos.

Termos de uso
Não são raras as reclamações de usuários que se sentiram enganados e acabaram perdendo a razão por não terem lido os termos de uso dos sites. Esse termo funciona como um contrato, no qual ficam estabelecidos os direitos e deveres das pessoas que utilizam o serviço. Ler este documento é uma forma de entender como o site funciona e também quais são os seus direitos caso alguma coisa não saia conforme o combinado. Além disso, em posse dos termos de uso do site o usuário pode exigir o cumprimento de alguma cláusula prevista no contrato que foi desrespeitada.

Prazos
Antes de finalizar a compra de qualquer oferta, fique atento à data de validade do cupom. O usuário precisa ter em mente que, além dele, muitas outras pessoas se interessaram e adquiriram a promoção. Por isso, ao ligar para o estabelecimento marcando uma data para você usufruir do cupom, você pode acabar utilizando o serviço só daqui a alguns meses. Houve casos em que o único dia disponível para o usufruto do cupom era exatamente no dia seguinte ao do vencimento. Quando isso acontece, o usuário pode entrar em contato com o serviço de compras coletivas, ou com o próprio estabelecimento, e negociar uma solução. Para evitar este tipo de incômodo é preciso ficar de olhos das datas de validade do cupom e, se possível, ligar para o estabelecimento a fim de marcar um horário logo após a negociação ser concretizada.

Cuidado com o exagero
A tentação dos descontos muitas vezes leva os compradores a adquirirem um produto no impulso, sem pensar se realmente precisam ou têm como pagar por ele. Às vezes a quantidade de promoções compradas é tão grande que os usuários não dão conta de usufruir delas antes do vencimento.

Confie, mas nem tanto
A proposta dos sites de compras coletivas é justamente oferecer grandes promoções em produtos e serviços. Por isso, uma mercadoria ter quase 90% de desconto não significa que ela seja ruim. Muitas vezes os estabelecimentos lucram com o volume de produtos vendidos, e não com o valor propriamente dito.
Esta prática é totalmente legal, no entanto é preciso ficar de olho na chamada “maquiagem de preços”, ou seja, o site anuncia como uma promoção, mas na verdade o preço é o integral. Outra prática ilegal é utilizar preços mentirosos para dizer que o produto está em promoção. A melhor forma de evitar este tipo de problema é consultar o estabelecimento antes de fechar negócio.

Seja curioso
Na internet é possível encontrar sites de reclamação, no qual os usuários podem expressar sua opinião a respeito de algum serviço prestado. Antes de aceitar qualquer oferta, procure na rede mundial de computadores se alguém já teve problemas com o estabelecimento ou mesmo com o site de compras coletivas que você está usando.

Ter uma reclamação pode não significar nada, mas caso haja muitas reclamações referentes ao serviço, desconfie. Além disso, pesquise e entenda a respeito das formas de pagamento. Caso fique alguma dúvida, entre em contato com o site.

Fonte: Baixaki