Arquivo da categoria ‘Arte & Cultura’

19388384_772618609566305_8998471054108604729_oNo próximo dia 15 de julho, a @link editora lança a coletânea de contos Primeiramente, no bar Sensorial Discos, à rua Augusta, 2389, em São Paulo, das 16 às 20 horas.

             Primeiramente reúne 17 contos, de 17 autores, todos ambientados em uma manifestação contra o governo Temer na Avenida Paulista.  Os autores, de diferentes estilos, criaram uma galeria de personagens igualmente heterogênea. Tem de catador de latinha, black block, garoto de programa, seres extraordinários, idoso com Alzheimer, militar na ativa e aposentado, gente que foi à manifestação por românticas razões pessoais, desavisados que se viram, sem querer, em meio à confusão, e ainda quem fez sua estreia em manifestações, além de personagens como uma mosca, um museu e um deus.

Organizada pelas também autoras Sonia Nabarrete e Vanessa Farias, Primeiramente conta com a participação de: Aline Viana, Fabio Mariano, Germano Quaresma, Gláuber Soares, Jorge Nagao, Kakao Braga, Luiz Bras, Manu Araujo, Marcilio Godoi, Mauricio Kanno, Melissa Suárez, Nanete Neves, Paulo Lai Werneck, Plínio Camillo e Renato Ladeia.

“Embora considerasse a reivindicação justa e em outro momento pudesse até integrar a massa, procurei me afastar da aglomeração, mas a multidão não queria se distanciar de mim. Havia muitos tipos estranhos. Um guardinha negro parecido com um capitão do mato observava o movimento com os olhos vermelhos e sangue na mão tensionada sobre o cassetete. Um catador de latas se infiltrava por entre as pessoas atracado a um saco preto como se abraçasse a sua própria vida. Um grupo carregava um boneco do Michel Temer com os caninos pronunciados e capa de vampiro. Um casal se beijava numa voracidade como se a revolução fosse das salivas e a briga hormonal”. Trecho do conto V de vendetta, de Kakao Braga, na antologia “Primeiramente.

O livro pode ser adquirido através do site da @link Editora.

Serviço

Lançamento da antologia de contos Primeiramente (14cmX21cm, 128 páginas)

Local: Sensorial Discos, rua Augusta, 2.389, Jardins, São Paulo

Metrô mais próximo: Consolação

Horário: das 16 h às 20 horas

Valor: R$38,00- Aceita todos os cartões

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leituraNo mundo moderno, em que existem os mais variados tipos de tecnologia para todos os gostos e bolsos, algumas pessoas deixaram a leitura de lado. As crianças e os jovens, desinteressados pelos livros, estão com um vocabulário cada vez mais limitado e pobre. Mas, o que é um livro afinal? O homem através da leitura abre as portas para a percepção da sua e de outras realidades. Segundo a pesquisadora Solange Gomes, especialista na Linguagem e Mestre na Educação, a leitura acrescenta um poderoso e essencial instrumento libertário para sobrevivência humana e, assim, ampliar nossa visão e nosso horizonte nas expectativas de vida.
O hábito de ler, para a estudiosa, deve ser estruturado desde a infância, a fim de que, o individuo aprenda cedo que ler é algo importante e prazeroso, e tornara um adulto culto, dinâmico e perspicaz. “A importância da leitura esta na formação de cidadãos mais informativos e críticos dentro de uma sociedade.”
Vantagens da leitura:
  • enriquecimento do vocabulário
  • traz mais conhecimento e cultura
  • amplia o raciocínio e a interpretação
  • descoberta de um mundo novo e cheio de coisas desconhecidas.
  • desenvolve a capacidade de interpretação.
  • aumenta o senso crítico
Bienal Internacional do Livro
De 22 a 31 de agosto, acontecerá a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O evento é um dos maiores acontecimentos do livro na América Latina e reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras do Brasil. Mescla literatura com diversão, negócios, gastronomia e cultura. O horário de funcionamento de segunda a sexta é de 9h às 22h, aos sábados e domingos de 10h às 22h  no pavilhão de Exposições do Anhembi. Nesta edição, o tema é “Diversão, cultura e interatividade: Tudo junto e misturado”. A proposta prevê atividades relacionadas a outras áreas além dos livros, como música, teatro, gastronomia e dança. Além de escritores best sellers, como Kiera Cass (da triologia “A seleção”) e Harlan Coben (nº na lista do “New York Times”), participam nomes como o rapper Emicida e o chef de cozinha Alexa Atala.
Antecedendo ao evento acontecerá também o 5º Congresso Internacional CBL do Livro Digital, nos dias 21 e 22 de agosto.  Estão confirmadas as presenças de importantes convidados internacionais, entre eles Jason Markoski, o primeiro evangelista de tecnologia da Amazon., na palestra de abertura. O tema deste ano é Conteúdo em Convergência, a revolução dos livros digitais e o conteúdo em convergência.
Serviço:
23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
22 a 31 de agosto de 2014
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
02012-021 São Paulo – SP
5º Congresso Internacional CBL do Livro Digital
21 e 22 de agosto de 2014
Auditório Elis Regina – Palácio das Convenções do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana
02012-021 São Paulo – SP

A Dança e o Movimento da Vida

Publicado: 26/03/2012 por Elisa em Arte & Cultura, Atualidades

:: Por Angelita Corrêa Scárdua ::

Provavelmente a Dança foi a primeira forma de expressão artística desenvolvida pelos humanos, nossa primeira tentativa estética de recriar e compreender o fluxo da vida. Talvez por esse mesmo motivo a Dança seja uma forma de Arte que historicamente se liga ao Sagrado, em especial nas culturas primitivas. Como todas as coisas que faziam parte da vida eram tidas como Sagradas – sendo pertencentes a mesma fonte geradora, ao mesmo útero (a Terra) de onde todos vínhamos e para onde todos retornaríamos – dançar era mais do que entretenimento, dançar era ritual de iniciação, no sentido de que colocava o humano em contato com o divino, com o fluxo da vida no universo.

Podemos pensar que as primeiras danças nasceram da “imitação” dos movimentos dos animais, vegetais e elementos. Ou seja, a inspiração para a criação das primeiras danças era o mundo que circundava nossos ancestrais e que constituía o cenário de suas vidas. Sendo assim a Dança em seu caráter original constitui-se numa maneira de tentar explicar a nossa própria existência em suas diferentes dimensões. E assim a experiência de dançar teria contribuído para que nossos antepassados conferissem às situações vividas valores distintos, em função basicamente das sensações e sentimentos desencadeados por cada um dos eventos que eram experienciados. Do ponto de vista psicológico, um dos recursos simbólicos que utilizamos para assimilar uma experiência e dar-lhe significado é a “Metáfora Espacial”.

A “Metáfora Espacial” implica na distribuição dos eventos no espaço geográfico, de forma que a função deste mesmo evento esteja associada a um determinado local/região do nosso campo de percepção visual e de nossa ação. Por exemplo, a Mandala em sua forma circular confere uma ênfase especial ao centro. O centro que representa o ponto de origem encerra a idéia de união, assim como de equilíbrio, já que todo o movimento circular gira em torno deste ponto central que se torna tanto o distribuidor quanto o catalisador do movimento. Encontraremos essa metáfora espacial da Mandala/Círculo em lugares tão diversos quanto no esquema cabalístico da criação, nos símbolos de Masculino e Feminino, ou na Dança do Ventre!

Além da Dança do Ventre, também encontraremos exemplos maravilhosos da presença arquetípica da Mandala como interpretação simbólica do movimento de origem (geração do universo), em outras formas do dançar como a Dança Indiana, a Dança dos Orixás e a Dança Balinesa. Na Dança do Ventre encontraremos a presença da Mandala (círculo) em movimentos como redondos, ondulações, “Árvore”, giros, “oitos” e outros. O “oito” é particularmente interessante quando analisamos o caráter mítico da Dança, pois simbolicamente este número está associado ao infinito porque ele não tem começo ou fim mas configura-se numa forma contínua e ininterrupta. Esse significado simbólico do oito o liga ao Arquétipo do Self, que segundo o psicólogo suiço Carl Jung expressa a totalidade, o universo, a plenitude, a comunhão da consciência com o inconsciente, o encontro do humano com o divino.

Num tempo em que a vida era percebida como fluxo e não como caminho, ou seja em tempos ancestrais quando nossos antepassados mais remotos entendiam a vida como sendo um processo contínuo de nascimento-morte-renascimento cuja origem circunscrevia-se à Terra e tudo ligava-se à mesma fonte, a vida era simbolizada espacialmente pelo círculo. O Mitólogo e Historiador das Religiões romeno Mircea Elíade, aponta para o fato de que nos grupos humanos mais antigos que viveram numa época pré-civilização, a Serpente era um poderoso símbolo divino ligado ao feminino e a vida, muito disso se devia ao caráter único da serpente de trocar de pele, “morrer e renascer”, o que graficamente era representado pela serpente engolindo o próprio rabo, um círculo!

Posteriormente a “descoberta” do estudo dos Astros pela humanidade – seja para orientação espacial ou propósitos divinatórios e religiosos – contribui de maneira significativa para a construção do conceito de um mundo exterior à Terra, um “outro” mundo centrado nas estrelas, um mundo “celestial”. Sendo assim, a terra passou a ser vista como parte de um universo maior. Para essa vida “maior” que se posicionava entre dois mundos distintos o símbolo mais adequado deveria ser aquele que revelasse a união entre os mundos – o terreno e o celestial. Essa busca de uma referência simbólica para os dois mundos da vida humana culminou na representação gráfica dos círculos que interagem, se unem e se perpetuam num único movimento, o 8!

Mesmo assim a Serpente continuou sendo vista como Sagrada, mas agora ela se ligará fundamentalmente às divindades da Terra, às figuras tectônicas dos mundos subterrâneos. Por outro lado, os pássaros, Astros e fenômenos celestes passarão com maior ênfase a representar as divindades dos mundos “superiores”. Na Mitologia podemos ver isso em Hórus, Odim, Zeus (simbolizados pelo falcão, Corvo e Águia), Rá, Apolo e Thor (simbolizados pelo Disco Solar, Sol e Raio). Em contraponto as Divindades mais primitivas como Uazidt (a deusa serpente do Nilo) e Ereskigal (a deusa sumeriana dos “Infernos”) permanecem sendo simbolizadas pela cobra e sanguessugas! Mas é válido ressaltar que a Lua, primitivamente associada ao círculo e a serpente persistirá como símbolo de divindades femininas e em muitos casos daquelas que habitam os mundos “inferiores”.  Dessa forma podemos ver que a “Metáfora Espacial” revela a força que as dimensões do espaço possuem em nossa interpretação do mundo, assim como pode nos ajudar a entender suas conotações simbólicas mais profundas.

Ás representações gráficas espaciais “círculo” e “quadrado” estão associados os conceitos de movimento e parado. Em diferentes línguas usa-se expressões similares às portuguesas “de vento em popa”, “atoleiro”, “pessoa quadrada”, “circulando”, etc. Na Mitologia, nos Contos de fadas, nas Religiões, assim como nas expressões do dia-a-dia, encontraremos imagens que reportam ao espaço geográfico demarcado pelo círculo como sendo símbolo de vida, que é o caso das fontes, dos lagos, da lua cheia, da rosa, etc. Mesmo em situações ambíguas como a Da Roca de fiar do conto da Bela Adormecida, o adormecer da jovem assinala seu ingresso no mundo feminino adulto marcado por sua capacidade de despertar o amor, casar-se e potencialmente gerar uma nova vida! Da mesma forma, castelos, celas, grades, tabuleiros de xadrez, etc., são figuras simbólicas clássicas de impasse, desafio, estagnação, etc., numa clara demonstração de que nossa representação do espaço geográfico e seus símbolos gráficos (o círculo, a reta, o quadrado) estão profundamente “contaminadas” das experiências arquetípicas que constituem nosso inconsciente coletivo.

Todas essas experiências que (re)constroem pela metáfora espacial nosso lugar no universo são encontradas na Dança, uma forma de Arte profundamente vinculada ao Imaginário humano mais antigo, seja por seu caráter mítico e ancestral ou por sua generosidade sensorial. Ao dançar exercitamos todos os nossos sentidos de uma só vez usando nosso referencial sensório (tato, audição, visão, paladar e olfato) para situar nosso corpo no espaço-tempo. Através da Dança delimitamos e expandimos nossas fronteiras do existir com o nosso próprio movimento, ocupamos e recriamos nosso espaço no mundo e nos sincronizamos com o ritmo do tempo, não tentando vencê-lo a todo custo mas deixando-nos guiar pelo compasso da música, esse veículo de transe que nos leva a compartilhar com os antigos deuses de nossos antepassados a (re)criação da vida… Afinal, dançar é movimento, e movimento é vida!

:: Angelita Corrêa Scárdua é Psicóloga, Mestre em Psicologia Social pela USP de São Paulo e Professora Universitária.

Sempre se imaginou que para fazer um filme, seja de curta ou longa metragem, deveria ter um aparato enorme, várias câmeras. Este pessoal na Espanha mostrou que é preciso ter uma boa idéia, talento e um celular.

Quando as coisas não vão bem no amor, na saúde, no dinheiro ou quando o time do coração está perdendo, vale quase tudo para atrair bons fluidos e afastar o azar. Para promover a troca de conhecimento, a difusão de temas que visem garantir a qualidade de vida e o crescimento espiritual, emocional, mental ou físico do ser humano, será realizado nos próximos dias 10 e 11 de setembro, o FEI – Festival Esotérico Interativo, no Clube de Regatas Tietê em São Paulo.

O Festival irá reunir num só evento: músicas, danças, comidas exóticas, palestras e todas as novidades em produtos e serviços do setor da espiritualidade, paraciência, medicina natural e alternativa, esoterismo, ocultismo e magia. Haverá ainda um ciclo de palestras gratuitas por especialistas, como: Miguel Carcavilla, Régia Prado, Emílio Cirillo, Ala Szerman, Yeda Canto, Claudio Fisch, Claudio Duarte, Alexandre Chagas, Eliana Matthos, entre outros. Haverá também vivências, como a do Dr. Antonio Luiz Domingues, mais conhecido como Toni Luiz.

“O mercado esotérico no Brasil é grande. E vem crescendo mais intensamente a partir dos anos 60, quando começou a ser percebido das mais diversas formas por meios formais e informais. É só perceber o hábito do brasileiro, mesmo antes da Internet. Grande parte da população lia e lê diariamente o horóscopo nos jornais, livros e nas revistas”, explica João Humberto Martins, diretor comercial da Mega Trade Eventos, promotora do FEI.

A expectativa é de que 15 mil pessoas transitem pelo festival durante os dois dias de evento. O evento abrigará exposições esotéricas e artesanais, distribuídas em 150 estandes internos e externos, nos quais os visitantes poderão conhecer e adquirir produtos e serviços de fabricantes, comerciantes, distribuidores, espaços, associações e consultórios. Um dos destaques é o estande do Hospital Templário, aberto para que pessoas de todas as raças e religiões possam se energizar.

As apresentações de música e dança (cigana, grega, egípcia e indiana) são gratuitas. Haverá uma praça de alimentação coberta exclusiva, localizada estrategicamente entre a ala coberta e a externa, onde os visitantes vão poder se deliciar com comidas e bebidas exóticas. Tanto adultos como crianças poderão ainda passear pelo bosque do Clube e se divertir andando pelas águas das piscinas com as bolhas australianas.

Durante dois dias, os visitantes poderão ter contato com Baralho cigano, búzios, oráculos, vidência, TAO – Terapia do Amor Onipotente, leitura de mãos, feng shui, ho’oponopono, reiki, tarot, terapias alternativas, cromoterapia, numerologia, mesa radiônica quântica, yóga, ocultismo, musicoterapia, cabala, holismo, cristais, reflexologia, ufologia, florais entre outros.

Segundo João Humberto Martins, atualmente há todo o tipo de oferta de produtos e serviços esotéricos no mercado, de incensos a anjos e bruxas, de anúncios classificados e livros até adesivos em automóveis. “Independente da idade, sexo, crença ou classe social, alguns apelam para uma fezinha, outros para uma rezinha ou até mesmo ‘serviços’ especializados, como consultas de numerologia, tarô, búzios e uma gama de rituais para atrair até a ‘alma gêmea’. Existem todos os tipos de profissionais e buscamos trazer para o nosso evento os nomes mais representativos e sérios, além das novidades do setor”.

Serviço:

FEI – FESTIVAL ESOTÉRICO INTERATIVO
Dias 10 e 11 de setembro de 2011 (sábado e domingo) – das 10 às 20 horas.
Clube de Regatas Tietê – Avenida Santos Dumont, 843 – Santana – São Paulo
Convites: R$ 10,00 (não pagam: crianças até 12 anos acompanhadas de um adulto (responsável e pagante) e pessoas com idade acima de 60 anos) – Cada convite terá direito a um título familiar do Clube de Regatas Tietê.
Estacionamento: Entrada pela Marginal Tietê, 10.227 – R$ 25,00
Promoção e Realização: Mega Trade Eventos e Clube de Regatas Tietê
Informações pelo telefone: 11. 32276802 ou pelo site: http://www.megatradeeventos.com.br
Observação: o local possui acesso para deficientes e praça de alimentação.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Mais de 300 atividades culturais e educativas, ligadas aos temas da sustentabilidade, agitarão a capital paulista durante o final de semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.
Com centenas de atrações espalhadas por mais de 60 espaços e parques da cidade, São Paulo receberá, nos dias 4 e 5 de junho, a primeira edição da Virada Sustentável, que tem o objetivo de ampliar a informação sobre sustentabilidade a partir de uma abordagem positiva para a população, usando a arte e a cultura como principais ferramentas de comunicação – e transformação.

Logo após a abertura, que ocorre no sábado às 8h com atividades de yoga e meditação nos parques, a capital paulista será tomada por diversas atrações, como exposições, filmes, oficinas, workshops, peças e shows de música, sempre com conteúdo ligado aos temas da sustentabilidade. Meio ambiente, biodiversidade, direitos humanos, mudanças climáticas, mobilidade urbana, lixo e qualidade de vida serão alguns dos temas das atividades. Todas as atrações são gratuitas. No primeiro dia, as atividades acontecem das 8h às 24h. No domingo, as atrações iniciam novamente às 8h e terminam às 20h.

“A Virada Sustentável teve a preocupação, desde o início, de pulverizar sua programação em diferentes locais da cidade, de forma a evitar grandes deslocamentos e, principalmente, grandes aglomerações em um único local. Outro cuidado foi o de não promover o evento apenas em locais visitados pela população das classes média e alta, o que explica a presença de diversas atividades nas regiões periféricas da cidade, como os bairros de Capão Redondo, na zona Sul, ou Belém, na zona Leste”, explica o jornalista André Palhano, organizador do evento.

O concurso leva o nome de Bidu Sayão, pois ela foi a maior cantora lírica do Brasil, reconhecida internacionalmente

Cinquenta e sete candidatos do Brasil e do Exterior vão participar do 9º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, a principal e mais importante competição de Canto Lírico do país e da América Latina. O Concurso que acontece de 20 a 24 de abril e terá o concerto de encerramento e premiação no dia 27 de abril, chega a sua nona edição consolidado por sua seriedade, além da busca e descoberta de novos talentos.
Ao todo foram 136 inscrições e 57 dos candidatos foram classificados para o Concurso, sendo que dez são estrangeiros, da Itália, Áustria, Rússia, Cuba, Estados Unidos, Coréia do Sul, Argentina e Uruguai. Quarenta e sete são dos Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo, Pará, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Goiás e Brasília.

A primeira, a segunda e a terceira colocações de cada categoria (feminino e masculino) receberá além do troféu, respectivamente R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil. Os melhores intérpretes de Canção, de Ária de Ópera Masculino e Feminino serão contemplados, cada um, com diploma e R$ 2 mil. Haverá prêmios também nas categorias “Júri Popular Feminino”, “Júri Popular Masculino”, “Revelação” e “Estímulo”.

Organizado pela São Paulo ImagemData / Casa da Ópera, o concurso é patrocinado pelo CEMIG e conta com o apoio do Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria da Cultura, da Fundação Clóvis Salgado e do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Criado em 1999 por Cleber Papa e Rosana Caramaschi, o concurso homenageia a artista brasileira Bidu Sayão, grande estrela do canto lírico brasileiro e uma das grandes cantoras do século XX , que foi a parceira favorita de Villa-Lobos por 38 anos e por mais de uma década foi a principal soprano do Metropolitan Opera House de New York. Dona de uma voz límpida e delicada, Bidu iniciou sua carreira aos 18 anos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 1957, com 54 anos, encerrou sua carreira artística, embora ainda estivesse em perfeita forma. Morreu aos 96 anos em 1999 no Estado do Maine, nos Estados Unidos, onde viveu a maior parte de sua vida.

A competição, em suas nove edições, contabiliza mais de mil inscrições de todo o Brasil e do exterior. Já foram premiados mais de 70 cantores, além de revelados nomes, como: Gabriella Pace, Rodolfo Giugliani, Carmen Monarcha, Thiago Arancan, Denise de Freitas entre outros.

Serviço:
9º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão
Eliminatórias: 20 e 21 de abril, a partir das 15h30 / Semifinais: 22 de abril, a partir das 17h e 23 de abril, a partir das 15h / Final: 24 de abril, a partir das 15h – Conservatório Mineiro de Música – Av. Afonso Pena, 1534, Centro, Belo Horizonte (MG) – Entrada Franca
Concerto de Encerramento e Premiação – 27 de Abril de 2011, a partir das 20h30 – Grande Auditório do Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537, Belo Horizonte (MG) – Entradas: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia)
Organização: São Paulo ImagemData /Casa da Ópera
Patrocínio: CEMIG
Apoio: Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria da Cultura, da Fundação Clóvis Salgado e do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.
Informações: telefone (11) 3815-5811 ou pelo site: www.bidusayao.com.br