O vazio da alma

Publicado: 04/10/2011 por Elisa em Atualidades, Psicologia & Comportamento

:: Por Geninho Góes ::

Em alguns momentos da vida  buscamos alternativas que preencham o vazio.

Ou você nunca sentiu a angústia do vazio?

Você pode buscar relacionamentos, sexo, bens materiais, sair comprando sem controle e até pode se drogar com o intuito de preencher o tal vazio ou trabalhar compulsivamente.
Buscar coisas que tirem você da realidade, do mundo onde vive, fugir de si mesmo, esta é a alternativa procurada.

Com o tempo percebe-se que as coisas que buscamos não preenchem o vazio…então…corremos em busca de algo novo…e isso se transforma num círculo vicioso.
Descobrimos que o vazio existe e preenchê-lo é quase que impossível ou impossível até que se prove o contrário.

Quem disse que é para ser preenchido?

Para mim, o segredo está em aceitar a vida…aceitar as pessoas,  nos aceitar como somos, aceitar as situações que não podem ser mudadas.

Não significa que isto seja possível o tempo todo, mas quando for possível, o vazio perde sua força. Ele existe, está lá, mas não tem poder sobre você.

Quando a aceitação é colocada em prática, naquele momento me sinto mais completo, então posso preencher a vida com paz, alegria, prazer por coisas que me fazem bem e dividir minha vida com as pessoas que me fazem bem e vice-versa.

Deixar de projetar a vida naquilo que não sou e gostar do que sou.

Mesmo assim, o vazio aparecerá e  não preciso preenchê-lo com coisas que possam me destruir.

Eu posso apenas sentir todas as emoções que o vazio me traz e ter a certeza que como tudo na vida, ele vai passar.

E se for para preencher o espaço que seja com algo bom, algo que preencha verdadeiramente minha alma.

E cada um sabe o que lhe faz bem, não é preciso explicar, a sua alma tenta falar com você diariamente e o vazio, pode ser um caminho para ouvi-la.

Com dúvidas, angústias, alegrias e  tristezas, somos humanos, somos completos, mesmo com o tal vazio.

Viva esta plenitude!

:: Geninho Goes é palestrante, Parapsicólogo Clinico destacando seu trabalho nas áreas das funções metais e pensamento positivo, é Pós Graduado em Metodologia do Ensino e Marketing. Practitioner em Programação Neurolinguistica pela Sociedade Brasileira de PNL.

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comentários
  1. Edy disse:

    CREIO QUE JESUS SEJA O SENTIDO DE VIVER, COMO DIZ ESSE LOUVOR: “JESUS, O SENTIDO DE VIVER, JESUS, O AMOR, A PAZ REAL, NÃO HÁ OUTRO AMOR IGUAL…”. A VIDA SÓ TEM SENTIDO EM JESUS. EM CRER NELE. EM VIVÊ-LO EM NOSSO DIA-A-DIA. EM SABER E VIVER QUE ELE MORREU POR NÓS. QUE ELE SE DEU POR NÓS E DEPOIS RESSUCITOU PARA QUE TENHAMOS VIDA E VIDA EM ABUNDÂNCIA, COMO DIZ A BÍBLIA. ELE DEU TODO O AMOR QUE ELE TINHA, SEM MERECERMOS. ELE NOS CONHECE E NOS SONDA. SÓ ELE SONDA O NOSSO CORAÇÃO, COMO TAMBÉM DIZ A BÍBLIA: “SÓ ELE SONDA NOSSOS RINS E FÍGADO” EXPERIMENTEM JESUS! E VIVA -O!

  2. Andrew disse:

    Belas palavras, Edy. Só que a propria Madre Tereza de Calcutá, esse benemérita senhora, disse “Onde está em mim a fé? Procuro no mais profundo, não há nada, exceto o vazio”. O primeiro texto em que chega a negar inclusive a existência de Deus foi escrito em 1948, quando começa a trabalhar com os mais pobres. “Senhor meus Deus quem sou eu e porque me abandonas” (…) “Eu chamo, peço, quero, mas ninguém responde, nada em que possa segurar-me, não, nada. Sózinha. Onde está a minha fé? Procuro no mais profundo e não encontro nada, exceto o vazio e a escuridão. Meu Deus que lancinante é essa terrível dor, não tenho fé (…) Tantas perguntas sem respostas vivem dentro de mim com medo que venham à tona por blasfêmia. Se há Deus, por favor, perdoa-me (…) Equivoquei-me rendendo-me cegamente à chamada do Sagrado Coração?”. Esse texto e outro escrito em 1959 são os que mais claramente revelam as suas dúvidas sobre a existência de Deus: “Se não há Deus não existe alma, se não existe alma, então Jesus tampouco é verdadeiro”.

    Mas em muitas outras cartas ela se refere também aos seus sentimentos de “vazio, aridez”. “Há uma terrível escuridão dentro de mim, como se tudo estivesse morto. Tem sido assim desde que comecei a trabalhar”. Teresa de Calcutá que foi beatificada em 2003 e cuja canonização está em trâmite era consciente da ambigüidade em que vivia. “O sorriso é uma máscara, um disfarce que cobre tudo. Falo como se meu coração estivesse enamorado de Deus, se estivesse dirias: ‘que hipocrisia’”, confessou a um conselheiro.

    Vale pensar nessa situação…

    Um grande abraço

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