A verdade e o fato científico

Publicado: 08/08/2011 por Elisa em Atualidades, História

:: Por Edvaldo Tavares ::

Colin Wilson relata no livro “Da Atlântida Para A Esfinge” indícios de uma civilização perdida e avançada que navegou pelos oceanos durante milhares de anos, antecedente a história, até que sucumbiu a um dilúvio. Platão chamou essa civilização de Atlantis. Igualmente ao Dilúvio relatado na Bíblia com Noé e sua Arca não desperta o interesse dos cientistas. E aí, apesar do emprego de todos os esforços científicos – estudos e pesquisas –, o que será aceito como conhecimento decorrente de fatos científicos possivelmente verdadeiros ou não são passíveis de serem acreditados?

A ciência de uma maneira geral baseia-se mais em não comprovações do que em fatos. Depois cria sustentação científica – teoria – inteiramente fundamentada na imaginação fértil do cientista para a explicação dessas não comprovações e transformá-las em fatos. Acontece, porém, que novos fatos na maioria das vezes verdadeiros, podem mudar a teoria criada, mas frequentemente são desprezados.

Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, cientistas, no livro “Arqueologia Proibida”, relatam que arqueólogos e antropólogos ocultaram quase todas as provas de suas descobertas. Esse procedimento é chamado de “filtração de conhecimento”, isto é, a eliminação de tudo que não se enquadra no modelo padrão. A arqueóloga Jean Steen Mackintyre ameaçou desmentir que a humanidade é relativamente nova na Terra – surgiu, modelo padrão, há 30 mil anos na Sibéria e na América há 20 mil anos. Sua descoberta, em 1996, em Hyatlico, México, de ferramentas de pedras e ossos humanos de 250 mil anos foi considerada exagerada. Ao insistir nas pesquisas visando provar que a humanidade surgiu há 250 mil anos, teve a carreira arruinada, perdendo todas as oportunidades profissionais. O local das descobertas foi fechado, recebendo negação permanente para investigações.

Recentemente arqueólogos descobriram rastros humanos datados de 300 mil anos na Sibéria e 250 mil anos na América. A arqueóloga Jean Steen Mackintyre estava no caminho certo.

Erros, mentiras, ocultações e os mais diversos tipos de fraude, cometidos por cientistas, ocorrem nos nem sempre sérios meios científicos.

:: Edvaldo Tavares é Médico e Diretor Executivo Instituição Raiz da Vida.

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