Bike: o transporte ecologicamente correto

Publicado: 18/12/2009 por Andrew em Atualidades, Esportes Radicais & Semi
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Mais do que um brinquedo de criança, as bicicletas conquistaram seu espaço na prática de exercícios. Além de manter a forma, ela é responsável pela liberação da serotonina, substância que melhora o humor e espanta o cansaço. Uma pesquisa feita pelo metro registrou de 345 mil passageiros vão com suas bicicletas para todos os lugares.

A bicicleta (também chamada de bike, no Brasil) é um veículo com duas rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio usuário (ciclista) através de pedais. Foi inventada no século XIX na Europa. Com cerca de um bilhão de unidades em todo o mundo, a bicicleta é usada tanto como meio de transporte no ciclismo utilitário, como objeto de lazer no cicloturismo e para competições desportivas de ciclismo.

A bicicleta afetou consideravelmente a história tanto no campo industrial como no cultural. No início, a bicicleta inspirou-se em tecnologias pré-existentes. Hoje, no entanto, tem contribuído para outras áreas. Além de lazer e transporte, as bicicletas estão sendo adaptadas para outras utilizações, na área militar e em esportes.

A bicicleta também é bastante utilizada como meio de transporte no dia-a-dia, por ser um transporte barato, ecológico e saudável.

Atualmente, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), o Brasil é o 3º maior fabricante de bicicletas do mundo, com 5,5 milhões de unidades produzidas em 2007, atrás a penas da China e da Índia, países que concentram 76% da produção mundial. Além disso, o Brasil foi em 2007 o 5º maior mercado consumidor de bicicletas do mundo, e possuía nesse mesmo ano uma frota de 65 milhões de bicicletas nas ruas.

Especialistas orientam que antes de comprar uma bike é necessário:

  • fazer o teste drive;
  • verificar se a altura é ideal, que permite que as pontas dos dedos toquem o chão.
  • optar por um modelo apropriado ao seu estilo de vida e as suas necessidades

O Brasil não possui uma grande tradição ciclística, principalmente no que se refere ao uso da bicicleta como meio de transporte. Vista como um instrumento de esporte ou lazer, o modelo de bicicleta que acabou se popularizando por aqui foi a Mountain Bike, que até hoje reina absoluta, ideal para andar na terra e em terrenos irregulares (como as nossas ruas esburacadas). Porém, como qualquer pessoa que pedala todo dia pode comprovar, Mountain Bikes definitivamente não são a melhor opção para se locomover nas grandes cidades: guidão baixo, pneu inadequado, falta de pára-lamas e suspensão, etc.

Inúmeras pessoas se encontram para pedalar à noite. Esses treinos em grupo são bons porque as ruas estão mais vazias, tranqüilas e seguras.

Algumas dicas para quem quer pedalar com segurança:

  • Ande sempre a direita da via, a um metro da calçada e com roupas que permitam que fique visível para os motoristas de carros e motos, e também para pedestres.
  • Para ultrapassar, faça sempre em sua faixa e com muita cautela.
  • Mude de faixa só em situações de congestionamentos, mantendo-se à direita da próxima faixa e volte às bordas da pista assim que possível.
  • Evite ruas e estradas com grande fluxo de veículos pesados (caminhões e ônibus).
  • Seja gentil. Agradeça após pedir passagem e sinalize conversões.
  • Ande sempre na mão. O Código Nacional de Trânsito reconhece a bicicleta como veículo, devendo então andar sempre no fluxo do trânsito.
  • Se for entrar à esquerda, busque sempre a melhor forma. Se necessário vá até a calçada e atravesse como pedestre, empurrando a bike.
  • Nas ruas, respeite sempre a velocidade dos carros, no máximo 40 km/h. Nas avenidas, procure pedalar o mais rápido possível. Ao transitar pelas calçadas, aja como pedestre: com cuidado e empurrando a bicicleta.

Fonte: Cleber Ricci, autor do guia Bike na rua e Wikipédia

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comentários
  1. Gostei muito desse site, ele vem carregado de críticas que podem e devem ser ressaltados em sala de aula.
    Sou um professor de História de apenas 19 anos, o que significa que estou começando agora no ramo da educação.

    Gostaria de estar recebendo, se possivel, artigos de relevância nacional e mundial como os que o site possui e que provavelmente eu já tenha lido e como disse anteriormente gostei.

    Atenciosamente, prof. Hudson L.Ferreira

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