Como as missões espaciais afetam nossa vida…

Publicado: 29/10/2009 por Andrew em Atualidades, Ciência & Tecnologia
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1apollo11-slide11Satélites e foguetes não são, no entanto, os únicos resultados concretos de um programa espacial. Todos os produtos resultantes de pesquisas espaciais são de alta tecnologia. Por serem de ponta, essas pesquisas dão origem a uma infinidade de tecnologias e produtos.

Entre os exemplos mais conhecidos estão:

  • Teflon
  • Velcro
  • Suco instantâneo em pó
  • Forno de microondas
  • Brocas especiais de dentista, criados pelo programa espacial norte-americano e hoje de uso comum,
  • Roupa antichamas com material feito a partir de Polybenzimidazole (PBI) vem, desde então, sendo usado para proteger bombeiros, soldados e pilotos de carros de corrida.
  • Dispositivos sem fio (telefones, furadeiras, asp1apollo11-slide03iradores de pó),
  • Materiais como o propileno ou o milar, que ajudaram a proteger os astronautas da radiação espacial e calor, agora são usados como isolantes para casas e apartamentos. Outros materiais metálicos usados pela Nasa hoje são encontrados em roupas, embalagens de comida, coberturas de parede e em películas para vidro, como o insulfilm.
  • Lentes resistentes a risco. Hoje utilizados em óculos.
  • Comida congelada ou desidratada. Alimentar os astronautas em longa viagens foi um problema para a Nasa. A solução foi congelar e desidratar os alimentos, em um processo que não só mantém a o valor nutricional e o sabor dos alimentos, mas também reduz o peso e ajuda a aumentar o tempo de validade da comida.
  • GPS
  • Celulares.

Os subprodutos são inúmeros e incluem ainda:

  • 1apollo11-slide01Chips para computadores,
  • Baterias solares para relógios e calculadoras,
  • além de materiais compostos ultraleves e revestimentos cerâmicos resistentes a altíssimas temperaturas e à abrasão, empregados em aviões e nos carros modernos.

Entre os resultados das pesquisas espaciais brasileiras está um aço ultra-resistente, empregado no trem de pouso do Boeing 747. “O Brasil é o único país, além dos Estados Unidos, que fornece esse tipo de aço para a Boeing”, diz o brigadeiro Piva, que cita ainda outro exemplo. Para fazer o tubo do primeiro foguete desenvolvido pelo CTA, que não tinha mais do que 50 centímetros de comprimento, foi preciso construir uma máquina especial, que depois passou a ser usada para produzir tuchos de válvulas dos motores de automóveis, que eram importados. Só isso gerou uma economia de US$ 1 milhão por mês ao país.

Fonte: Network World/EUA via IDG Now!

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