A importância dos ácidos graxos na nutrição juvenil

Publicado: 07/08/2009 por Kakao Braga em Atualidades, Psicologia & Comportamento, Saúde
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:: Por Elizabethe Milwaard* ::

A alimentação saudável começa desde cedo.

A alimentação saudável começa desde cedo.

A nutrição é um ponto que merece atenção especial, dentro e fora das escolas, entre os jovens.    

Os atos de selvageria nas escolas, ruas, campos de futebol e até mesmo dentro das faculdades com os chamados “trotes”, que muitas vezes, levam ao óbito, têm tudo a haver com uma nutrição deficiente em alimentos vivos e de ácidos graxos Ômega-3. Estes elementos são essenciais na formação de uma personalidade equilibrada.

Alguns especialistas afirmam que, a cada ano, são detectados 300 mil jovens nos Estados Unidos que desenvolvem a esquizofrenia. E, outros vinte milhões de pessoas de todas as idades, sofrem de algum tipo de alucinação e consomem algum tipo de anti-psicótico.
 
Muitas vezes os problemas começam na formação fetal, mas se agravam no final da adolescência, quando os jovens estão entrando na faculdade ou começando a se preocupar com futuro. Isso ocorre devido ao desenvolvimento acelerado do cérebro, córtex  pré-frontal  e do excesso de responsabilidade imposta pelos pais, escolas e sociedade, sem que eles tenham alcançado à maturidade intelectual, espiritual  e emocional.

Depois que a família investiu uma enorme fortuna no futuro dos filhos, é quando os pais percebem que todos os seus esforços foram perdidos, por não terem incluído uma disciplina nutricional na educação. O cérebro pesa um quilo e quatrocentas gramas e tem na sua composição 75% de ácidos graxos Ômega-3, portanto, a falta destes componentes faz a pessoa perder a capacidade de interagir de forma afetiva com os seus semelhantes.  
         
O córtex  pré-frontal é uma  parte do cérebro que só  fica totalmente formada após os  vinte anos de idade. Ele é responsável pelo raciocínio lógico, autocontrole, discernimento e autoconsciência. Por este motivo, o organismo exige uma boa quantidade de alimentos vivos (construtores e restauradores de tecidos) com alto teor nutricional para o seu completo desenvolvimento.
      
Os primeiros sintomas de um cérebro desnutrido são: irritabilidade, ansiedade prolongada, mau-humor, depressão, dificuldade para se concentrar, algum tipo de demência e esquecimento constante que podem resultar no “Mal de Alzheimer”.   
 
Os problemas cardiovasculares, as doenças degenerativas, a obesidade, o envelhecimento precoce, infertilidade, nascimento de crianças prematuras, TPM, menopausa, celulites, retenção de liquido, envelhecimento precoce, desequilíbrio hormonal, lesões diversas, inclusive fraturas em atletas, são causados pela falta de alimentos vivos e dos ácidos graxos Ômega-3.

Na verdade tudo começa no cérebro: “Um organismo bem nutrido proporciona saúde e prenuncia que o sucesso pode ser garantido.”

*Professora de Consciência Nutricional e Ortomolecular do Sistema Raiz da Vida.

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