O misticismo do Povo Cigano

Publicado: 03/04/2009 por Kakao Braga em Arte & Cultura, Atualidades, História
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Se os ciganos já exercem um fascínio sobre nós, essa magia se acentua ainda mais quando conhecemos realmente a sua história, suas tradições, o seu modo todo especial de viver.

Os rom (plural: roma), chamados vulgarmente de ciganos são povos tradicionalmente nômades, originários do norte da Índia e que hoje vivem espalhadas pelo mundo, especialmente na Europa, sendo sempre uma minoria étnica nos países onde vivem. São subdivididos em diversos grupos, como os sintos e os caló.

O termo em português “cigano” (assim como o espanhol gitano e em inglês gypsy) é uma corruptela de egípcio, aplicado a esse povo pela crença errônea de que seriam provenientes do Egito. No século XVIII, o estudo da língua romani, própria dos ciganos, confirmou que se tratava de uma língua indo-ariana, muito similar ao panjabi o ao hindi ocidental. Isso demonstrou que a origem do povo rom está no noroeste do Subcontinente Indiano, na zona em que atualmente fica a fronteira entre Índia e Paquistão. Esse descobrimento linguístico acabou sendo também respaldado por estudos genéticos. É provável que os ciganos originaram-se de uma casta inferior do noroeste da Índia, que, por causas desconhecidas foi obrigada a abandonar o país no primeiro milênio d.C.

A história do povo cigano ou rom é ainda hoje objeto de controvérsia. Existem várias razões que explicam a obscuridade. A cultura cigana é fundamentalmente ágrafa (fonte oral e que depende da memória) e despreocupada por sua história, de maneira que não foram conservados por escrito sua procedência. Sua história foi estudada sempre pelos não ciganos.

Como muita informação se perdeu, os primeiros movimentos migratórios datam do século X. Sabe-se que os primeiros grupos de ciganos chegados a Europa ocidental fantasiavam acerca de suas origens, atribuindo-se uma procedência misteriosa e lendária, em parte como estratégia de proteção frente a uma população em que eram minoria, em parte para garantir exito em seus espetáculos e atividades. Outro problema que se deve ter em conta é que a inserção (ou não) na comunidade cigana é uma questão disputada. Não existe uma delimitação clara dentro da própria comunidade (nem fora) sobre quem é cigano e quem não o é.

A procedência dos roma foi objeto de todo tipo de fantasias. Foram considerados descendentes de Caim, ou relacionados com a estirpe de Cam. Algumas tradições os identificam com magos caldeus da Síria, ou com uma tribo de Israel fugida do Egito faraônico. Uma das características mais marcantes da cultura cigana é o nomadismo, ou seja, não ter lugar fixo para morar. Apesar disso, alguns descendentes já estão se fixando em alguns lugares. Mas a maioria prefere viver viajando pelo mundo . E quando se trata desse assunto, viver pelo mundo, o mesmo clima de mistério e misticismo envolve a questão. Uma antiga lenda balcânica os faz forjadores (ou ladrões) dos pregos da cruz de Cristo, motivo pelo qual teriam sido condenados a errar pelo mundo, se bem que não há qualquer evidência que situe aos ciganos no Oriente Médio nessa época.

Outra versão é a que acreditam terem sido eles que aconselharam Judas a vender Cristo. Mas nem tudo é castigo. Uma outra lenda diz que um cigano tirou o quarto prego do pé de Jesus que, assim, o teria perdoado, bem como os seus descendentes, de todos os pecados.

No Brasil
Esse povo se espalhou pelo Ocidente a partir do século  XV, e os primeiros representantes teriam chegado ao Brasil no século seguinte. As perseguições portuguesas aos ciganos teriam sido uma as causas da vinda de alguns grupos para o Brasil. Um decreto de 1685 mudava as penas de exílio de ciganos da África para o Brasil. O exílio, na verdade, era remas nas galés, que eram grandes barcos movidos pela força dos escravos. Já as mulheres foram mandadas direto para o Brasil. Outros ciganos, pertencentes ao grupo Kalon, chegaram aqui em 1574, na época de D. Carlos V.

Os ciganos kalons acompanharam os exércitos mouros que invadiram e dominaram Portugal por quase quatrocentos anos e permaneceram lá após o término desse domínio. A estimativa é de que existam hoje no Brasil um milhão de ciganos.

Em vários momentos, eles foram perseguidos. Considerados feiticeiros, muitos também foram condenados e mortos durante a inquisição.

O século XVI e o começo da perseguição
O século XVI pode ser considerado como a idade de ouro dos ciganos na Europa. Vagavam de cidade em cidade, e se bem é certo que foram expulsos com frequência, haveria que esperar ao século XVI para que se desatasse uma onda de perseguição só comparável ao anti-judaísmo secular dos europeus. No século XV os estereótipos negativos ainda não estavam enraizados, e entre a hostilidade e a fascinação, a cultura cigana dispersou-se pelo continente, misturando-se com as culturas e línguas locais. Lentamente, foi-se convertendo em um desafio para os poderes estabelecidos, para a população sedentária e para a religião dominante.

Quando do descobrimento da América, em 1492, os ciganos já estavam espalhados por toda a Europa, onde apesar de uma boa acolhida inicial começaram a ser perseguidos, marginalizados, expulsos, severamente castigados, escravizados (como na Romênia, onde a escravidão cigana não foi abolida até 1864) ou simplesmente exterminados. O desencontro entre os ciganos e os não ciganos perduraria desde o século XVI até a atualidade.

Assim, na Espanha, a pragmática de Medina do Campo do ano 1499 obrigou-os a abandonar a vida nômade. Em 1500, o mesmo ano em que entraram na Polônia e Rússia, a Dieta de Augsburgo expulsou-os da Alemanha. Em 1505 Jaime IV da Escócia concedeu-lhes um salvo-conduto e saltaram à Dinamarca. Chegaram à Suécia em 1512, e em 1514 a Inglaterra, de onde seriam expulsos, sob pena de morte, em 1563. Na Espanha foi-lhes dado a “escolher”, em 1539, entre a sedentarização ou seis anos de galeras e, em 1540, os bispos da Bélgica ordenaram a sua expulsão sob pena de morte. A partir do final do século XVI, sucederam-se em toda a Europa autorizações, leis e decretos contra o modo de vida dos ciganos.

A dinâmica dessas disposições será contraditória (são obrigados a sedentarizar-se ao tempo que se lhes impede a entrada em muitas cidades; são obrigados a assimilarem a cultura local ao mesmo tempo que se são concentrados em determinados bairros; são obrigados a trabalhar em ofícios reconhecidos, são impedidos de entrar nos grêmios…). A tenacidade dos ciganos, as suas estratégias de ocultamento, de multi-ocupacionalidade (como a chama Teresa San Román), de semi-nomadismo ou itinerância circunscrita, de adaptação às circunstâncias instáveis da legislação, a capacidade para cruzar fronteiras ou para aliar-se em determinadas ocasiões com a população autóctone realizando trabalhos imprescindíveis, faz que os ciganos de toda Europa resistam à assimilação e conservem as suas próprias características culturais mais ou menos intactos até a atualidade.

Embora mantendo sua identidade, em alguns aspectos os roma revelam grande capacidade de integração cultural: sempre professam a religião local dominante, da mesma forma que suas danças, músicas, narrativas e provérbios manifestam a assimilação da cultura no meio em que se radicam. Sua capacidade de assimilar músicas folclóricas permitiu que muitas fossem preservadas do esquecimento, principalmente as do oeste europeu. Noutros aspectos, a cultura cigana, o seu nomadismo e a aversão a trabalhar em partido de outrem têm dificultado ao longo dos séculos a sua verdadeira integração. Excluindo as publicações soviéticas, existem apenas nove livros escritos em romani.

Durante a II Guerra Mundial, de duzentos a quinhentos mil ciganos europeus teriam sido exterminados nos campos de trabalho e de extermínio nazistas. Esta realidade começou a ser recuperada pela historiografia apenas a partir dos anos 1970.

Idiomas
A maioria dos roma falam algum dialeto do romani, língua muito próxima das modernas línguas indo-européias do norte da Índia e do Paquistão, tais como o prácrito, o maharate e o punjabi.Tanto o sistema fonológico como a morfologia podem ter sua evolução facilmente reconstruída a partir do sânscrito. O sistema numeral também reflete parcialmente os respectivos vocabulários sânscritos. Com as migrações, os roma levaram sua língua a várias regiões da Ásia, da Europa e das Américas, modificando-a. De acordo com as influências recebidas distinguem-se dialetos asiáticos de europeus. Entre as línguas que mais influenciaram nas formas modernas do romani estão o grego, o húngaro e o
espanhol.

Tradições
Os roma não representam um povo compacto e homogêneo; mesmo pertencendo a uma única etnia, existe a hipótese de que a migração desde a Índia tenha sido fracionada no tempo e que desde a origem fossem divididos em grupos e subgrupos, falando dialetos diferentes, ainda que afins entre si. O acréscimo de componentes léxicos e sintáticos das línguas faladas nos países atravessados no decorrer dos séculos acentuou fortemente tais diversificações, a tal ponto que podem ser tranqüilamente definidos como dois grupos separados, que reúnem subgrupos muitas vezes em evidente contraste social entre si.

Quando se trata de comportamento, os ciganos são muito rígidos. Mas, na forma de viver, a palavra ordem é ser livre, “Nossa liberdade é a natureza, nela não existem muralhas para tirar nossa visão do campo aberto, podemos ter contato com o solo, respirar o verde, sentir a brisa do vento, receber a força dos raios solares, contemplar a Lua, o brilho das estrelas e tudo o mais que ela possa nos oferecer,”  diz Jordana Aristicth, no livro Ciganos – Verdade Sobre Nossas Tradições.

Na filosofia de vida cigana, a Terra é a Nação  desse povo, o teto é o Céu e a religião é a Liberdade.

As diferenças de vida, a forte vocação ao nomadismo de alguns, contra a tendência à sedentarização de outros pode gerar uma série de contrastes que não se limitam a uma simples incapacidade de conviver pacificamente. Em linhas gerais se poderia afirmar que os sintos são menos conservadores e tendem a esquecer com maior rapidez a cultura dos pais. Talvez este fato não seja recente, mas de qualquer modo é atribuído às condições socioculturais nas quais por longo tempo viveram.

Quanto aos roma de imigração mais recente, se nota ao invés uma maior tendência à conservação das tradições, da língua e dos costumes próprios dos diversos subgrupos. Sua origem desde países essencialmente agrícolas e ainda industrialmente atrasados (leste europeu) favoreceu certamente a conservação de modos de vida mais consoantes à sua origem. Antigamente era muito respeitado o período da gravidez e o tempo sucessivo ao nascimento do herdeiro; havia o conceito da impureza coligada ao nascimento, com várias proibições para a parturiente. Hoje a situação não é mais tão rígida; o aleitamento dura muito tempo, às vezes se prolongando por alguns anos.

No casamento, tende-se a escolher o cônjuge dentro do próprio grupo ou  subgrupo, com notáveis vantagens econômicas. É possível a um rom casar-se com uma gadjí, isto é, uma mulher não-rom, a qual deverá porém submeter-se às regras e às tradições rom. Vige naturalmente o dote, especialmente para os ciganos; no grupo dos sintos, tende-se a realizar o casamento através da fuga e consequente regularização. Até os casamentos entre parentes são aceitos (desde que não seja de sangue). Mas nesta questão, as mulheres são discriminadas. Elas só podem se casar com ciganos, enquanto que os homens podem escolher suas companheiras fora do seu povo.

A mulher é considerada o alicerce da família e sua responsabilidade aumenta mais quando tem um filho. Não ser mãe é um pecado quase que mortal para a mulher cigana. Criada para educar os filhos e cuidar do marido, ela também deve se casar virgem. Outra “lei” curiosa que se refere às mulheres é que elas podem descobrir os seios no meio das pessoas, mas jamais mostrar as pernas. Por isso, as saias são longas. A mulher cigana precisa estar sempre energizada, então anda descalça para ter maior contato com a terra e, assim, fortalecer o seu corpo.

O nascimento de uma criança é importante porque aumenta a família e, quanto maior for o clã, mais importância tem dentro da comunidade. Um casal sem filhos está com rumo certo à separação, pois um casamento só se consolida cm o nascimento de uma criança. A mulher sempre é responsabilizada quando o casal não tem filhos. Aos filhos é dada uma grande liberdade, mesmo porque logo deverão contribuir com o sustento da família e com o cuidado dos menores.

A Importância Dos Idosos e a Morte
Quanto mais velho o cigano, mais respeito ele tem junto ao seu povo. Eles atuam como consultores e magistrados nos tribunais ciganos. São sempre procurados para resolver questões e situações difíceis, sendo seus conselhos acatados pela comunidade e respeitados como lei. Os idosos devem sempre ter lugar de destaque nas festas, e os mais jovens precisam sempre beijar-lhes as mãos em sinal de respeito.

No que se refere à morte e aos ritos a ela conexos, o luto pelo desaparecimento de um companheiro dura em geral muito tempo. Junto aos sintos parece prevalecer o costume de se queimar a kampína (o trailer) e os objetos pertencentes ao defunto. Entre os ritos fúnebres praticados pelos roma está a pomána, banquete fúnebre no qual se celebra o aniversário da morte de uma pessoa. A abundância do alimento e das bebidas exprimem o desejo de paz e felicidade para o defunto. Além da família extensa, entre os roma encontramos a kumpánia, ou seja, o conjunto de várias famílias (não necessariamente unidas entre si por laços de parentesco) mas todas pertencentes ao mesmo grupo e ao mesmo subgrupo ou a subgrupos afins.

Eles acreditam que a pessoa continua rodeando e amparando os que deixaram no mundo dos vivos. Também acreditam que uma pessoa não pode morrer com ódio no coração, senão vagará sem destino pelo universo. Segundo as tradições desse povo, a mesma impureza que a criança traz ao nascer e desaparece no batismo, é encontrada na pessoa que morre. Por isso, todos os pertences do morto devem ir junto com ele.

Leis
Nomade é por sua própria natureza individualista e mal suporta a presença de um chefe: se tal figura não existe entre os roma, deve-se reconhecer o respeito existente com os mais velhos, aos quais sempre recorrem para dirimir eventuais controvérsias. Entre os roma, a máxima autoridade judiciária é constituída pelo krisnitóri, isto é, por aquele que preside a kris. A kris é um verdadeiro tribunal rom, constituído pelos membros mais velhos do grupo e se reúne em casos especiais, quando se deve resolver problemas delicados inerentes a controvérsias matrimoniais ou ações cometidas com danos para membros do mesmo grupo. Na kris podem participar também as mulheres, que são admitidas para falar, e a decisão unilateral cabe aos membros anciãos designados, presididos pelo krisnitóri, que após haver escutado as partes litigantes, decidem, depois de uma consulta, a punição que o que estiver errado deverá sofrer. Em tempos recentes a controvérsia se resolve, em geral, com o pagamento de uma soma proporcional ao tamanho da culpa, no passado, se a culpa era particularmente grave, a punição podia consistir no afastamento do grupo ou, às vezes, em penas corporais.

Religião
Os roma não têm uma religião própria, não reconhecem um deus próprio, nem sacerdotes, nem cultos originais. Parece singular o fato de que um povo não tenha cultivado no decorrer dos séculos crenças particulares em mérito à divindade, nem mesmo formas primitivas de tipo antropomórfico ou totêmico. O mundo do sobrenatural é constituído pela presença de uma força benéfica, Del ou Devél, e de uma força maléfica, Beng, contrapostas entre si numa espécie de zoroastrismo, provável resíduo de influências que esta crença teve sobre grupos que em época remota atravessaram a Pérsia.

Existem pois, nas crenças ciganas, uma série indefinida de entidades, presenças que se manifestam sobretudo à noite. Quanto à religião, em geral os roma parecem ter-se  adaptado no decorrer da história às confissões vigentes nos países que os hospedaram, mas sua adesão parece ser exterior e superficial, com maior atenção aos aspectos coreográficos das cerimônias, como procissões, peregrinações, próprias de uma religiosidade popular ainda largamente cultivada no âmbito católico. Um sinal de mudança se dá pela difusão do movimento pentecostal, ocorrida a partir dos anos 50, através da Missão Evangélica Cigana, surgida na França. Em seguida a isso, registram-se todavia profundas lacerações no interior de muitas famílias, devido às radicais mudanças de costume que tal adesão impõe e que encontram explicação na natureza fundamentalista do movimento religioso em questão. Tais imposições muitas vezes acabam por induzir os roma a uma recusa de suas peculiaridades culturais, ainda que dependa muito da capacidade de crítica e de discernimento de cada indivíduo.

O Dom Da Vidência
Os ciganos acreditam que Deus os colocou no mundo para praticar o dom da adivinhação com a finalidade de ajudar seus semelhantes. Mas são as ciganas que mais exercem esse privilégio. Aos sete anos, elas aprendem a ler a sorte e depois de mais de sete anos seguidos, elas saem às ruas para atender as pessoas. Além da Quiromancia (leitura das mãos), as ciganas podem exercitar a vidência através de vários objetos como pedras, moedas, borra de café, copo d’água, bola de cristal, jogos de carta e Tarô.

As ciganas transmitem energia pelo olhar e recebem a mensagem das pessoas pelo olho místico, que se encontra localizado no meio da testa e na palma da mão. Esse dom da adivinhação não é usado somente para prever o futuro, como também para detectar algum problema de saúde.  Para manter esse dom, a mulher cigana não deve nunca cortar os cabelos porque, ao faze-lo, terá sua força energética diminuída.

A Natureza Dá Força
Os ciganos preservam e usam muito os quatro elementos fundamentais da natureza  – Terra, Fogo, Água e Ar  – nos seus rituais. Para eles, o Fogo é muito importante, porque queima a negatividade e ilumina a positividade. Um objeto que concentra os quatro elementos e que é muito usado por este povo é a vela. A Água e a Terra são representadas
pela cera e o pavio. O Fogo é a chama e o Ar (oxigênio) que a mantém  viva (acesa).

Maiores concentrações rom no mundo

País População rom (est.)  —-> Referência

  • Albânia   —-> 70.000
  • Alemanha110.000   —-> 130.000
  • Argentina   —-> 300.000
  • Brasil  —-> 678.000
  • Bulgária   —-> 370.908
  • Canadá   —-> 80.000 
  • Espanha   —-> 600.000 – 800.000
  • Estados Unidos   —-> 1.000.000
  • França   —-> 280.000 – 340.000
  • Grécia   —-> 300.000-350.000
  • Hungria   —->  189.984 ou 450.000 – 600.000
  • Índia   —->  2.274.000
  • Irã   —-> 110.000
  • Itália   —-> 90.000 – 110.000 .
  • Macedônia   —-> 53.879 – 260.000
  • República Tcheca   —-> 11.746 ou 220,000
  • Turquia   —-> 5.000.000
  • Portugal   —-> 40.000
  • Romênia  —-> 535.140
  • Rússia  —-> 183.000
  • Sérvia  —-> 108.193
  • Eslováquia  —-> 92.500
  • Ucrânia  —->  48.000

Fontes: Wikipedia

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comentários
  1. Ulysses Freire da Paz Jr. disse:

    Um diferencial crucial à sobrevivência da espécie humana, seja por não explorar o semelhante; por não escravizar-se ao consumismo; pelo respeito aos de idade provecta ou pela capacidade de adaptação às circunstâncias instáveis da legislação, não obstante ser interpretado como um desafio aos valores e poderes estabelecidos e para a religião dominante.

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